Perda de Alguém
Será uma perda de tempo
preocupar-se com quem não
se importa com você?
Onde estarão os nobres sentimentos?
Devem estar perdidos por aí,em uma rua chamada ilusão...
Corre,ainda há tempo para encontrar e ser feliz.
"Don't give up"
Tati 30.10.2012
Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação.
É sucesso ou não?
Sabedoria em dobro
constrói invenção,
sem perda ou estorno
tem seu retorno
sucesso ou não?
As rugas do rosto,
os calos das mãos,
experiência e ouro,
inteligência e tesouro
é sucesso ou não?
A perda de um amor não pode significar o fim mas o recomeço, a renovação da vida em te colocar de novo na busca, secar as lágrimas, iluminar o caminho e resgatar o teu lindo sorriso.
Aquilo que você sente confinado no peito em reclusão, sem a menor perspectiva de liberdade ou perdão e aí, vem a vida, muda tudo então, acena através do whatsapp com a possibilidade de retornar ao convívio, com amor e esperança ao nosso mundão.
Se no insucesso, perda ou derrota você não buscar ensinamentos, então jamais te encontrará no espelho.
Frases são escritas curtas, sucintas, para rápido consumo e sem perda de tempo, mas, se for captada a essência mensagem do autor e tocarem o leitor, valerão por um livro.
UMA GRANDE PERDA PARA O BRASIL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Brasil perde Zé Silva de Souza. O pedreiro morreu na manhã desta segunda-feira, vítima de um infarto do miocárdio. Em estado de choque, neste momento a família recebe as condolências de vizinhos e amigos, todos muito emocionados.
Natural do Cariri, no Ceará, Zé Silva chegou ao Rio de Janeiro no fim dos anos setenta, para tentar a sorte no seu ofício. Morava no Morro Dona Marta, e além do próprio barraco, trabalhou na construção dos cafofos de João Guerra, Tonho Bocão, Maria do Josenaldo, e também ajudou a erguer várias construções consideradas importantes. Carreira digna de um homem simples e trabalhador.
Em pronunciamento à turma do Boteco da Graça, Mané Zoião declarou que que Zé Silva era um grande sujeito, pai carinhoso, e provavelmente um marido arretado, pois a patroa, Chica das Dô, sempre foi doida por ele.
Com diploma do antigo primário, Zé Silva lia razoavelmente bem; fazia contas com ligeireza; não tinha preguiça. Nunca usou drogas nem se meteu com traficantes, milicianos ou políticos.
Além da patroa, filhos, amigos e admiradores, o pedreiro deixou alguns "cachos", porque não era ferro, e a carne é fraca. Ele foi sepultado em um cemitério da baixada fluminense, região da qual não gostava, pois era torcedor do Flamengo.
"TIÃO" E BECHARA
Demétrio Sena Magé
Perda Salgada,
a do "Tião":
dói nos olhos
de olhar o mundo,
sob as lentes
da inspiração...
A do Bechara,
expõe a vida
e suas "tretas"...
Uma perda
Ípsis Lítteres;
ao pé das letras...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
...Quem da triste perda se consome, do breve temor se abate...
São os verdadeiros "laços", que deliberam as nobres "lições"...Não precisamos medir o "tempo", nem tão pouco sufocar o nosso pequeno "espaço", pois tudo em nosso percusso, ainda é mesmo limitado...O que prescreve a maturidade dos nossos conceitos, é sem dúvida, a natureza dos nossos próprios atos...
A Perda Sagrada
À margem do Nilo, onde o rio silencia,
o amor, enfim, encontra seu fim.
Nos olhos de Antínoo, Adriano via
não só o belo, mas o divino a brilhar assim.
Não era o poder da coroa que cativava,
mas a entrega de um amor profundo,
onde palavras se tornam o que se guarda,
em gestos, e nos silêncios do mundo.
Antínoo, mais que carne, era chama acesa,
um amor que, no peito, Adriano cultivava.
Era beleza que, em sua natureza,
não se apagava, mas na dor se renovava.
A perda, enfim, se fez sagrada,
como o fogo que nunca se apaga no altar.
E o imperador, com alma enlutada,
fez da dor sua reverência ao amar.
Ergueu-lhe templos, moldou sua imagem,
mas a pedra, sem vida, não compreende o toque.
Nenhuma forma retém, em sua viagem,
o amor que persiste, mais do que qualquer rochedo ou bloqueio.
Antínoo, tu não és só o ausente,
mas o amor que transcende a morte e o mar.
Em cada memória, és eternamente presente,
a perda sagrada que nunca deixará de brilhar.
William Contraponto
Cada Segundo Conta: A Arte de Viver Plenamente
Nenhuma perda deveria ser mais lamentável para nós do que perder o nosso tempo, pois é irrecuperável. Ah, o tempo! Tão efêmero e precioso, escorrendo por entre nossos dedos como areia dourada, levando consigo momentos que jamais retornarão. Perder tempo é uma das maiores lamentações que podemos ter. O tempo é um recurso finito, talvez o mais valioso que possuímos. Cada segundo que passa é uma joia única, um suspiro que se dissipa no ar e se perde no infinito. Às vezes, só percebemos o valor do tempo quando ele já passou, como uma doce lembrança que se desvanece ao amanhecer. A correria do dia a dia, as distrações e preocupações muitas vezes nos impedem de perceber que estamos desperdiçando o que temos de mais precioso. A reflexão sobre o tempo perdido nos faz pensar na necessidade de estarmos mais presentes, de valorizarmos cada instante, de vivermos com mais propósito e paixão. Não podemos mudar o passado, mas podemos transformar nosso presente e nosso futuro. Cada segundo pode ser uma oportunidade de fazer a diferença, de criar memórias inesquecíveis, de viver intensamente. Que possamos aprender a saborear o tempo, a usá-lo com sabedoria e a vivê-lo plenamente, para que, ao olhar para trás, sintamos que realmente vivemos, e não apenas existimos. Que nossas vidas sejam uma sinfonia de momentos preciosos, cada um mais valioso que o último, compondo uma melodia que ressoe eternamente em nossos corações.
A morte, para muitos, é vista como um momento de perda profunda e dor insuportável. No entanto, aqueles que compreendem a verdadeira natureza da espiritualidade enxergam-na sob uma luz totalmente diferente. A morte não é uma despedida definitiva, mas sim uma viagem para o mundo astral, um reino de existência que transcende o plano físico.
Esse conceito de morte e perda, tão intrínseco àqueles que investem suas vidas no material e no ego, é apenas uma ilusão. É uma perspectiva limitada, incapaz de compreender a vasta riqueza da experiência espiritual. Para os que nunca vivenciaram a espiritualidade na prática, a morte parece ser um fim, uma separação irreparável. Mas, para aqueles que se conectam com sua consciência espiritual, a realidade é muito mais grandiosa e inspiradora.
Através da visão mediúnica, temos a capacidade de ver e ouvir naturalmente aqueles que já deixaram o plano material. A barreira que separa o mundo espiritual do físico começa a se dissipar, revelando um universo de comunhão eterna e entendimento profundo. Nessa jornada de descoberta, percebemos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos.
No dia em que despertarmos para a verdadeira essência de nossas almas, a separação entre o espiritual e o físico deixará de existir. Seremos capazes de navegar entre esses reinos com a mesma facilidade com que respiramos. A verdadeira conexão, aquela que transcende a morte, será finalmente revelada, e entenderemos que a vida é uma continuidade infinita de amor e consciência.
A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.
Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.
Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.
E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.
Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.
Resiliencia é ter a capacidade de não ver uma perda como fracasso, mas como a capacidade de recomeçar de onde parou.
Enquanto nos alienamos a margem do caminho, estamos alimentando perda de tempo irrefletida e sem razão.
- Relacionados
- Mensagens de aniversário: reflexões e homenagens para alguém especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Frases de paquera para encantar alguém
- Frases de perda para pensar a finitude com sensibilidade
- Gostar de alguém
