Pequenos Trechos de Amor
O que dizer quando o amor está desistindo
Se o destino foi o juiz desta separação
Não basta seguir a esperança, se estás partindo
Nem ser único onde sempre foi um só no meu coração
Sempre lhe direi algo, além do tempo, além de ir ou estar vindo
Você nunca saiu da minha estação
Caio e tropeço, me sinto pequeno todo dia
Você também é parte, é um todo de boa recordação
Te peço perdão, por não ser a pessoa certa em sua alegria
Te digo com toda emoção:
- Pode desistir de mim, mas eu desistir de você a alma morreria
Pois de um amor igual, só se tem em canção
Podes estar em outros braços, mas teu coração comigo estaria
- Você é a minha afeição
E nenhum outro seria
Só se tem uma vez nas mãos uma rara flor
As tive um dia!
E peço ao fado novo olhar. Se ainda poderia me conceder
Sem nenhuma analogia:
- Repito, você é e será minha paixão no viver
Não precisa de clamar por
"Say something…"
Pois, te direi algo eternamente, onde eu for:
- você é o meu amor
Sofro
Raiva é o que sinto agora
Desisto de tentar compor o amor
Impossível compor algo tão complicado assim
A dor é mais simples no momento
A dor pelo menos sabe o que sente
O amor não complica tudo.
Raiva, raiva, de querer, de querer.
De sofrer somente isso
Mas será que sei o que é sofrer
Será que sei o que é o amor
Será que sei o que é a raiva.
Sem saber ou sem querer sinto
O que não sei dizer, raiva, amor ou prazer.
Não sei mais se o que me resta é realmente sofrer
Sofro, sofro e sofro.
Suzanne: Só faltava. Era a única coisa que ela ainda não tinha pego: amor.
Hipólito: Ninguém está imune.
O amor
Quando pouco, falta.
Quando muito, sobra.
Quando solitário, machuca.
Quando a dois, completa.
Quando é de sangue, resiste.
Quando precisa, transforma.
Quando é pra ser, acontece.
Quando você menos espera, te acha.
Deixe livre as pessoas que ama, mas jamais às percam de vista. Não amarre o seu amor, porém nunca dê muita corda, ela pode se arrebentar e você não saberá onde o perdeu.
Não falta amor no mundo, faltam pessoas que saibam amar, mas não amar apenas com palavras e sim com atitudes!
Eu sei que você me quer, mas prefere negar nessa sua cabeça confusa, aceita o amor aconteceu e o destino nos escolheu, e você é meu, assim como sou sua.
Porque nega a verdade? Sabemos que não vivemos longe um do outro, e eu to aqui outra vez dizendo que te amo, e cade você ? sumiu mais uma vez.
O amor aconteceu o destino nos escolheu, e você desapareceu
Volte e vamos tentar mais uma vez.
Enquanto houver ar pra respirar meu coração vai bater apenas por você.
Onde você estiver, recebe meu amor, meu beijo, meu bom dia, minha saudade, minha oração, minhas flores... você vai estar no meu coração por todos os momentos.
Permito-me viver intensa e desapegadamente o amor/presença e também o seu reverso... Assim, terei a real noção dos abismos oceânicos; da amplitude do horizonte; dos "limites" do infinito, em minh'alma, represados.
Você tem medo de fazer amor comigo
Você tem medo de acordar com um bandido
E ver no espelho escrito com batom:
- Tchau trouxa, foi bom!
Você não sabe de onde eu tiro o meu dinheiro
Você não sabe o que eu faço o dia inteiro
E esse mistério destrói a nossa paz
Ah, não posso mais
Não me pergunte nada, me deixe apenas vendo
Seu corpo lindo vindo para mim
E não se esconda tanto pois o seu corpo chama
Um outro corpo solto sobre o seu que eu bem sei
É o meu
Você suspeita que eu não seja um bom sujeito
E não entrega seu amor a um suspeito
Mas mesmo tentando jamais conseguirá
Não me desejar
Quer encontrar o amor verdadeiro? Levanta, se olha no espelho e descobre o que você sente pela pessoa que vê do outro lado, quando você descobrir que o que sente por essa pessoa é algo tão grande que mal cabe em si terá finalmente descoberto o mais lindo e verdadeiro dos amores: O PRÓPRIO.
Quando há reconciliação, tudo se renova. Renova-se a fé, a alma, o amor, a amizade, a paixão, a paz interior e até o espírito se rejuvenesce. Acabam-se as torturas, as incertezas, e aliviam-se os pesadelos, alimenta os corações com novas esperanças e alegrias para um recomeçar.
Paixão....Amor sentido,falado,
fechado,sozinho,
arde de desejo no
fogo de uma paixão,
assolapada,vivida,
vulnerável,tolerante,
paciente,compreensiva,
sentimentos mais puros.!
DO AMOR
Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
