Pequenos Textos sobre o Sol
Amizade é como o sol que traz seus tons todos em festa , enobrece nosso dia e nossa alma. Faz-se entender no silêncio,
Com o amigo , o brilho de seu sorriso ilumina , seus gestos afagam como carícias dos raios do sol. Sabe afastar-se no momento certo, mas retorna sempre radiante.
Amizade verdadeira traz sempre a beleza e o encanto do amanhecer.
Editelima 60
junho 2024
"A motivação para crescermos na vida, é como o sol que ilumina e aquece nossa jornada, impulsionando-nos à alcançar novos horizontes, rompendo barreiras, desenvolvendo nosso maior potencial, levando-nos à alcançar patamares cada vez mais altos e realizar nossos sonhos mais audaciosos."
Raphael Denizart
Título:
Amar é ....
Amar é enfrentar o mundo... as distâncias ...a chuva..o vento, o sol... as tempestades.
Amar é ...enfrentar as diferenças...as tradições ..as religiões...as discriminações....para estar e ficar ao lado de quem nos ama e a quem amamos tambem!!
Amar é.....simplesmente amar e ser feliz !
è isso ...simples e real, basta querer , lutar e amar !
Autor:
Gilberto Braga
Acordei de madrugada,
e esperei o " Sol" nascer,
perdi o sono ?
perdi o sonho,?
que nada ...!
era vontade de te ver.
Amanheceu, brilhou o "Sol",
e decidi esperar a noite chegar,
e matar saudades da " Lua".
e vê-la linda. a brilhar.
Um texto romântico despretencioso de Gilberto Braga
Tudo passa nessa vida...
Cai a chuva...
Nasce o sol...
A lua ilumina...
As estrelas brilham...
O vento sopra...
Os pássaros voam...
As folhas caem...
As sementes brotam no chão...
O rio corre para o mar...
O fogo que queima...
O frio que arrepia a pele...
A canção que toca a alma...
O breu...
O seu...
O nosso...
Contentamento descontente...
Tudo faz sentido.
Bom dia, Deus
Bom dia, Sol
Bom dia, Mar
Bom dia, cão
Bom dia,chão
Bom dia,vida
Um Muito bom dia
A quem eu vejo
E quem não vejo
Bom dia a quem fez,
Quem colocou,
e quem pisou e ainda pisa
Em todos os pisos
e azulejos deste mundo
Bom dia, aos que bebem água
Bom dia a todos que eu conheço
Bom dia a quem eu não sei
Bom dia, homem
Bom dia, mulher
Bom dia, Gay
Bom dia, minha mãe
Irmãos e irmãs queridas
Bom dia, vida
Eu não estava morto
e nem ressuscitei
Eu nasci um dia
e ainda estou aqui
Carpe Dien
Me pego desejando
Que os raios de luz de Sol
Iluminem um pouco mais
As cores desbotadas
dos varais da minha infância
Lençóis de criança
Perdidos no tempo e distancia
Caras alegres de outros dias
Colhendo tristes frutos
Da estupidez semeada
Sol, infância, lençol
Não restou quase nada
Talvez um resto de poesia
Que a força dos ventos
Faz soprar por entre as folhas
Outros dias vem
Nasceres do Sol
Coloridos sem cor
Brilhares sem brilho
Pouca coisa
Quase nada
Nada além
da cor desbotada
Edson Ricardo Paiva
Sol de mês de agosto
Farpas de janeiro
Numa linda manhã de junho
O dia inteiro assim
Por mais que se faça
Vai ficando
Mais sem graça ainda
Alguém procura poesia
Pedindo que alguém as escreva
Talvez um dia ela seja lida
Numa linda manhã de chuva
Durante o velório de alguém
Que viveu e nem viu
E morreu num dia de abril
Pode ser
Que seja eu.
Edson Ricardo Paiva
Eu sob a nuvem
A nuvem sob o Sol
E o Sol, num Céu que não tem fim
Mas, se existisse mesmo a infinitude
Qual seria a razão
Dessas simples existências
Eu, a nuvem, Sol e Céu
Juntos, nesse mágico momento
Que há de ser mais um, entre muitos
Qual de nós tem mais motivo
Pra estar vivo
Amanhã ou depois?
Pode ser que nenhum
Ou um
Talvez dois
Pequeno pedaço de espaço
Curto traço sem chão
Nem feio e nem bonito
Estranhamente finito
Perante tamanha amplidão.
Edson Ricardo Paiva.
A lente arranha o Sol
O pensamento entorta o aço
O passarinho quebra a pedra
Aquilo que é lento e silencioso
Quando finalmente nos alcança
haverá deixado em nossas vidas
Marcas muito mais profundas
do que aquelas que houverem despertado
a atenção momentânea
O caminho, apesar de bem cuidado
Mesmo assim se racha
Vão-se os dentes, fica a gengiva
E um dia, finalmente a gente acha
Muito, infinitamente lindo e mais belo
Um sorriso de alegria singela
Quando vindo de uma boca banguela.
Abaixo do Sol
depois de outra noite
sem sonhos
Tanta gente acorda
E se propõe a sonhar
Portanto se lavantam
E se põe a correr devagar
Por uma estrada acidentada
Que a bem da verdade
Ninguém sabe onde ela conduz
Talvez não leve a nada
Inconscientemente acordados
Fazem um acordo consigo
Abaixo do Sol
Muitos sonhos amansam
Tristonhos
Se lançam à vida
Numa dúvida doída
A única certeza
é que as folhas caem
após o outono
Mas os sonhos não descansam
Talvez seja por isso
Que em certas noites
Eles não vem durante o sono.
A ausência de escuridão
nem sempre se traduz em Luz
Luz não é aquilo que vem
do Sol ou de fontes artificiais
Aquilo é luminosidade
ou energia luminosa
Luz é algo que te faz
viver em Paz
te faz sentir proximidade
com a fonte Universal
de toda Luz
Mesmo na escuridão
Luz não vem de fora
Luz é algo que nasce
e existe
Dentro.
Existem cegos
que são cheios de Luz
e gente calcinada
que espiando-lhes
a alma
Não vemos nada
nem paz, nem luz
nem calma.
Final de tarde
Sopra meu rosto
O Vento
O Sol
Pinta de Vermelho
O Céu
O lago à minha frente
Reflete a minha imagem
Quando olho minha cara
Reconheço o olhar sincero
Hoje ainda me resta um sorriso
Só preciso descobrir
aonde está
Minha vontade de sorrir
Acho que ficou
No dia
Em que tua mágoa sem trégua
Levou-te decidir
Que era hora de partir
O Sol ainda brilha lá fora
Eu sinto que luz e calor
Não me pode alcançar
Corpo frio
Longe de tudo
Até mesmo da própria vida
Coração vazio
Nada mais prende mais atenção
Que a vontade de ir embora
Lá no fundo do quintal
O ruído, pouco mais que gemido
De uma alma chorando escondida
O desejo de orar me toma
Mas Deus não há
Há somente a vontade que implora
Com voz que ninguém pode ouvir
E agora?
Edson Ricardo Paiva
A nuvem parada
No Meio do Céu
Pedia ao Sol que não viesse
Mas o Sol sempre vinha
A pedra da beira do rio
Pediu à nuvem
Pra que essa não chovesse
E o pássaro que ia pescar
Desejou que a pedra
Não fosse escorregadia
A Plantinha diminuta
Existente por sob o galho
da árvore onde o pássaro vivia
Pediu ao pássaro que voltasse
Desejou que o rio corresse
Sorriu para o Sol todo dia
Até hoje eu não sei como acontece
Mas tenho a impressão
Que essa prece
Era a única que Deus ouvia.
Edson Ricardo Paiva
A maior alegria que existe
É a de não saber-se triste
Receber calor do Sol
E boas recordações
Que haverão de vir no inverno
Receber de bom grado
A tudo que vier
Tristeza há de vir também
E passar
Vai passar sem ser vista
A eterna alegria
Não é algo que se conquiste
Se algum dia que a tristeza vier
Eu me agarro à alegria
Que estiver mais perto
Decerto essa vez
A tristeza nem vai perceber
O quão triste me fez.
Edson Ricardo Paiva.
Eu quero a chuva
Num dia de Sol
No mesmo Sol
De uma manhã de inverno
Eu quero a sorte
de noite estrelada
Que seja hoje
e de novo amanhã
Calor de Sol
Numa blusa de lã
Espero
A curva lá da ventania
Eu quero vida na vida
E se eu pudesse querer
Outra coisa qualquer
Desejaria que ela fosse
Linda
Linda como a chuva
Num dia de Sol.
Edson Ricardo Paiva.
"Não era uma espera
E nem primavera sem Sol
Não era pela pedra no caminho
e nem no sapato
Não era pelo fato de a via ser de dupla-mão
Não, não era
Porque por ela, só ia
Não era a linha solta e nem cruzada
Não, não era nada
Era por causa da vida
Porque era isso que era."
Edson Ricardo Paiva.
Que a alegria do mundo venha
E que tenha o aroma
Do vinho mais puro
E a cor da luz do Sol
Se essa branca luz
A taça atravessa
Mesmo que o mundo a beba
E permaneça escuro e cego
e não perceba-lhe o cromo
Amor, aroma, o odor, a presença
E desconheça a dor que me causa a sua ausência
Eu só peço à alegria que o faça
E se ela tiver tempo pra fazê-lo
Lhe lanço ainda, outro apelo ...enfim:
Se possível e por favor
Eu lhe peço que venha linda
E que tenha pressa
De depressa juntar-se a mim.
Edson Ricardo Paiva.
"Desde muito cedo
Antes mesmo de nascer meu Sol amigo
Me prestei e esquecer meus medos
E me emprestei a um ser só
Que era eu
Trazendo nas mãos, nada mais que dez dedos
Escondi no coração muito mais que vinte medos
Do lado da minha paz
Minha paz, há muito esquecida, espalhei
Meu Sol se pôs
Meu medo escondido, só pra mim guardei
Pra depois do fim da vida."
Edson Ricardo Paiva.
