Pequenos Textos sobre o Sol
Ayer, el tiempo se detuvo de nuevo.
Era el último día del verano y el sol quemaba nuestras narices con locura.
Pensamientos que distraen demasiados.
Mis pies estaban ya tan cansado de caminar ...
Caminé todo el día sin parar
...
Ayer, el tiempo parecía distinto y se detuvo.
Aliento y se dio cuenta de que las hojas empezaron a caer con mayor
frecuencia y los pájaros estaban buscando otros árboles a su nueva morada.
Hoy último día del verano
y ahora está restringido a las hojas que caen al suelo.
Falta uma parte te tudo.
Ainda me sento no alto do monte para ver o por do sol, mas ele parte todos os dias tão triste quanto eu.
O forte vento intempestivo, roubou a beleza e o perfume dos tomilhos selvagem que nós perfumáva.
A brisa é tão fria e cortante quanto a sua partida.
A volta pra casa é solitária e insegura.
O que eu fiz?
Cadê a ternura da noite?
Elas têm sido longas e amedrontadoras.
O amanhecer se apresenta com o som dos pássaros, mas não ouço a sua voz,
o seu bom dia, o seu eu te amo.
Falta-me uma parte, falta-me você.
Esteja em paz, esteja com Deus.
TE AMAR.
Amar-te é viver feliz,
como a luz das manhans de sol
tem mais brilho as estrelas
as flores mais perfumes.
No brilho das estrelas
minh`alma iradia o reflexo do meu Amor, do meu querer-te.
Parece que vejo-te,
em todos os locais,
meus olhos procuram-te,
mas o invisivel permanece,
na dúvida do meu coração.
Sei que um dia,
o Amor vencerá a distancia,
em uma linda tarde
de primavera florida,
irei te encontrar.
Em nossa rocha,
de frente para o Mar,
iremos nos Amar.!
Todo dia eu sabia
Que a tua Alma viria
Me encontrar quando o sol saía
E a noite caia
A lua me visitava
E eu dizia que te amava
Cada vez que eu falava
Uma estrela passava
Em noite de lua cheia
A chuva acompanhava
O rumo da estrela
E do poema que eu recitava
Os versos do vento
E as rimas da brisa
Chamavam a sua Alma
Para a leve dança da vida
DEBAIXO DO SOL
De sol a sol
Tem-se os dias contados.
Aprende-se viver sob raios solares...
Gente escaldadas...
Descansa sob a luz do luar.
De sol a sol
Busca-se prazer
Evita-se sofrer
Quer-se que o dia termine...
Quer -se o amanhecer.
De sol a sol
Quer-se esquecer o dia que findou
Quer-se esquecer aonde errou
Quer-se aprender viver.
Aproveitar o tempo que resta.
Pela chuva que cai.
Pelo sol que brilha.
Pelo dia que vem, e o dia que se vai.
Pela nossa liberdade, pela nossa amizade.
Pela nossa união e pela nossa salvação.
Pelos meus amigos e os seus, glória a Deus.
Que todas as gentes, de todos continentes,
se alimentem de Deus; de corpo alma e mente.
O sol de novo apareceu.
Como consequência a escuridão desapareceu...
Rasgam o céu os raios luminosos...
Abrolha mais um dia maravilhoso.
Cantam as aves alegremente.
Balançam seus galhos as árvores tão contentes...
A chuva de ontem seu caminho seguiu...
foi-se pra outras paragens... passou.
O vento as nuvens sombrias pra longe levou.
Retorne, oh esperança, à minha alma...
Devolve-me a serenidade, a paz e a calma.
Virá um novo amor com o novo dia...
Não ficará mais minha alma vazia.
Sina Nordestina
Sou nordestino,
feito de sol e poeira,
de mãos calejadas
e alma verdadeira.
Querem me afogar
em águas de secas,
mas sou raiz que resiste,
sou chão que não se entrega.
Minha sina é estrada,
vento que corta o rosto,
é lágrima engolida
no silêncio do desgosto.
Garota, se soubesse
o que carrego no olhar,
entenderia que o sertão
não se curva ao queimar.
Povo sem sensibilidade,
que julga sem conhecer,
não sabe que na seca
aprendi a florescer.
AVESSO
Depois do horizonte
tem outro horizonte,
tem uma fonte,
tem outros verbos,
então o sol se põe
e repousa preguiçosamente...
Esperando Ícaro
e a sinfonia da tarde
arde nas penas
dos que são passarinhos
outros versos,
displicentes, dolentes, incandescentes...
a tarde desfalece,
alguns poucos raios,
um aceno, um ensaio de luz
e de cores quentes...
depois das tardes,
tem outras auroras
no outro lado do planeta,
que é o avesso do crepúsculo...
outros Ícaros outras sinfonias...
Criar novos verbos,
alimentar novos crédulos...
inventar novos deuses...
Antes que o sol se pusesse,
Ela se despiu e luziu
Mais que novecentas
e noventa e nove auroras,
Fascinou mais que o crepúsculo,
E meus nervos e músculos
Se contraíram...
Aprendi a ser super herói e fazer poesia,
Porque ela fascinava quando sorria
E eu tinha que lutar pra conquistar o território,
Porque todo poeta tem que ter a sua caneta
E todo herói tem que ter seu arco e flexa...
Antes que o sol se pusesse...
ela galopou pelos horizontes
catando os sonhos
e escondendo os medos,
ela espantou os espectros
e compartilhou segredos...
Eu tenho um verso na mão
e um poema no coração
mulheres despidas na mente
sol a pino, vivo perigosamente...
Na caatinga
rimas de despedidas
feridas abertas
é minha sina
penso que sou poeta
tenho um firmamento
a dois metros de altura
durmo com as estrelas
conheço suas ternuras
tenho deus como amigo
ludibrio o inimigo
reformulo o paraíso
não há fruto proibido...
Assum Preto
ajuda
Tudo em vorta é só beleza
Sol de Abril e a mata em frô
Mas Assum Preto, cego dos óio
Num vendo a luz, ai, canta de dor (bis)
Tarvez por ignorança
Ou mardade das pió
Furaro os óio do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantá de mió (bis)
Assum Preto veve sorto
Mas num pode avuá
Mil vez a sina de uma gaiola
Desde que o céu, ai, pudesse oiá (bis)
Assum Preto, o meu cantar
É tão triste como o teu
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus
Também roubaro o meu amor
Que era a luz, ai, dos óios meus.
lágrimas Viraram Sol
Chorei mares, rios e tempestades
Nas noites frias de ausência e dor.
Mas, reguei sem saber, as saudades com gotas que hoje florescem o amor.
Cada lágrima caiu por um motivo,
Mas nenhuma se perdeu no vazio.
Transformei o pranto em alívio, e fiz do silêncio um doce arrepio.
O que era cinza, ganhou cor.
O que era medo, virou abrigo.
De cada queda, brotou flor.
De cada choro um novo riso.
Hoje sorrio com alma inteira,
Não por ter esquecido o que sofri,
Mas porque fiz da dor passageira,
O trampolim que me trouxe aqui.
DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO
Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;
Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;
Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;
Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;
Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;
Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;
Depois da curva, há um rio.
"Nas manhãs de sol que, por vezes, mais se parecem com a escuridão da noite, não por falta da luz no céu, mas pela sombra que se instala no coração, é que surgem as maiores reflexões da vida.
É nos momentos de tristeza e decepção, muitas vezes frutos de frustrações, de palavras ouvidas ou de atitudes recebidas, que mais pensamos sobre o sentido de tudo. E é justamente ali que compreendemos que a vida deve ser vivida com a maior intensidade possível."
"Nas manhãs de sol, onde mais parecem escuridão noturna, não pela luz do céu, mas pela sombra no coração, é onde vem as maiores reflexões da vida.
Nos momentos de maiores tristezas e decepções, que as vezes pode até ser fruto de frustrações, são onde mais pensamos sobre a vida, e entendemos que ela deve ser da melhor forma vivida."
vivi tantos amores, não me lembro da última que vi o por do sol, Então me entrego a vários sorrisos bonitos ou olhares tímidos na tentativa de acha alguém..
Alguém que eu tenho sonhado mas não lembro seu nome..
É engraçado como conheço cada traço do seu rosto..
Mas não lembro seu nome.
Queria
Queria ganhar de presente um pôr do sol...
Queria ganhar mil sorrisos...
Queria da vida só alegria.
Queria ganhar de presente as luzes do arrebol...
Queria ganhar amizades...
Queria da vida toda a felicidade.
Queria ganhar de presente uma onda do mar...
Queria ganhar uma estrela do céu...
Queria da vida todo o sabor do mel.
Queria ganhar de presente uma estrela do mar...
Queria ganhar floquinhos de nuvens...
Queria da vida só paz e dias e dias de muito amor
Amar... planeta terra
Queria um lindo presente...
Poderia ser o mais belo pôr do sol...
Ou as luzes do arrebol.
Queria o bailar das andorinhas
Das flores coloridas em um eterno jardim...
Que tudo isso fizesse parte do meu quintal.
Queria uma onda do mar...
Pra nela ir e vir...
Navegar por tantos mares...
Conhecer os mais belos lugares...
Uma onda que brilha no amanhecer...
E se recolhe no fundo do mar quando o dia começa a morrer.
Queria um planeta bem redondinho...
Com tudo no seu lugar...
Queria (com)viver só com quem sabe tudo amar.
Mudanças
Fresca chuva de trovoada.
Tarde de domingo.
Novembro...
O sol escondido atrás das nuvens
não se deixou ver se pôr.
A noite se fez.
A escuridão assustou meus olhos.
Quatro paredes na penumbra.
Paredes novas.
Recém a mim apresentadas.
Mudar é como se nada fizesse sentido antes da mudança.
Adormeci.
A noite pariu o dia.
Um dia de um amarelado estranho surgiu...
Parecia que seria uma manhã calma.
Parecia que haveria mais paz na alma.
Foquei: ‘a vida é feita de andanças... vida:eternas mudanças’.
