Pequeno
E é graças aos encontros inesperados dos velhos amigos que eu fico reconhecendo que o mundo é pequeno e, como sala-de-espera, ótimo, facílimo de se aturar...
O pequeno principe de lugar nenhum
No reino de estrelas distantes, entre asteroides e sonhos,
Vaga um príncipe, não mais um menino, mas um viajante solene,
Que em busca de um jardim de rosas, perdido no espaço,
Carrega um coração feito de versos, onde a esperança se esconde.
Ele traça linhas invisíveis em um céu de mistérios,
Cada traço um desejo, cada estrela uma promessa.
Mas a rosa, bela e efêmera, permanece fora de alcance,
E no espelho do cosmos, reflete um anseio não realizado.
Em terras de areia e vento, uma raposa de pelagem dourada,
Sussurra enigmas sobre cativar e ser cativado,
Mas suas palavras, como o vento, dissipam-se no vazio,
Sem tocar o âmago do príncipe, sem transformar o efêmero em eterno.
A raposa, um eco da essência do príncipe,
Uma sombra projetada nas areias do tempo,
É talvez uma ilusão ou um reflexo distorcido,
Uma imagem fragmentada de um ser que nunca conheceu plenitude.
No crepúsculo de um planeta solitário,
Onde o amor e o cativar se encontram e se perdem,
O príncipe caminha, passos levianos, em uma dança de promessas,
Mas o jardim de rosas, seu tesouro perdido, permanece invisível.
Cada planeta que ele toca, cada rosa que ele não encontrou,
É um passo no labirinto de um coração inatingível,
E a raposa, que nunca se cativou,
Revela a dualidade de um príncipe que também nunca se cativou.
Quando as estrelas brilham e o silêncio se faz profundo,
O príncipe, uma alma em eterna busca,
Encontra, ao final do caminho, apenas a vasta solidão,
E o espelho de um sonho que nunca floresceu.
Em uma terra onde as ilusões dançam e os ecos são eternos,
O príncipe e a raposa, entrelaçados em um destino imutável,
Contemplam o horizonte, onde a rosa, o amor, e o cativar,
São sombras de uma existência que nunca se completou.
"O mundo é tão grande, mas as vezes, me sinto escravo, de um mundo tão pequeno que eu mesmo construí."
Se não puder ser mar, seja rio. Somente depois de percorrer um longo caminho é que o rio se transforma em mar. Entenda, nada, absolutamente nada nessa vida nasce grande.
Não vou deixar aquele homem te machucar. Tá? Sou a Grande e você é o Pequeno. E a Grande protege o Pequeno.
Voce nem quis conhecer a verdadeira borboleta, apenas a viu de asas largas tentando se encaixar em seu mundo totalmente quadrado. Foram dias dolorosos para tentar achar a forma perfeita para se encaixar no seu mundo, fechar minhas asas para caber em um espaço tão pequeno. Eu sempre fiz dobras por você enquanto eu tinha somente curvas.
É impossível chamar de grande o que nos torna pequenos. Então, entenda: você não perdeu o grande amor da sua vida.
Pequeno Poeta
É pequeno Poeta!
Observo que tuas origens depredam o teu presente.
Elas insistem, elas te atacam.
Elas desacatam tua intuição, tua ilusão, tua inspiração, tua imaginação até atingir os segredos do teu coração...
Elas te afrontam e por muitas vezes te desmontam...
E parecem não ter muito trabalho.
Para elas, isso é mais que um prazer...
Te ofendem, te deixam doente, um ser, sem ser...
Até quando irás aguentar, suportar?
Vejo que és fraco e não tens a coragem que muitos tem.
Você,
Você pequeno Poeta, és ainda muito pequenino, um menino...
Quando cresceres, se é que um dia vais crescer,
Sairás por esse mundo, sorrindo....
Ah! Pequeno Poeta....
Esse teu violão,
Será ?
Será que é ele o teu maior vilão?
Será?
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Uma vez um pequeno grão de areia se sentia insignificante, até que viu um castelo majestoso e percebeu que o castelo era feito de milhares de grãos de areia. Então o pequeno grão de areia entendeu que, apesar de ser pequeno, era fundamental para construir algo grandioso. E assim, juntou forças com outros grãos de areia e construiu seu próprio castelo. A moral da história é que, mesmo sendo pequenos, podemos ser essenciais para construir algo incrível. Basta acreditar em si mesmo e trabalhar em equipe.
Participe de um Pequeno Grupo e mantenha um encontro com o Criador de uma maneira diferente e agregadora em sua vida.
Não despreze aquele que está começando. Sempre estenda a tua mão. Porque é do pequeno que nasce o "gigante", com toda força de subida.
Sozinha e radiante, floresceu
Ó Flor singela, com cheiros só teus
Ninguém há de dizer que és ordinária
Pois comum não és, como tantas várias
A ti, Pássaros cantam serenatas
Por ti, os Animais cuidam suas patas
O Sol e a Chuva te alimentam tanto
E a Noite te protege com seu manto
E então eis que na mata alguém te viu
Iluminando a Vida ao seu redor
E tão rápido foi, de zero a mil
O êxtase amor de quem viu a melhor.
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