Vive mal quem só vive para si.
A razão, sem a memória, não teria materiais com que exercer a sua atividade.
Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.
A mais sutil loucura é feita da mais sutil sensatez.
Os preguiçosos têm sempre vontade de fazer alguma coisa.
O interesse explica os fenômenos mais difíceis e complicados da vida social.
Caso não ponha fim à guerra, esta não será uma vitória.
Neblina? ou vidraça que o quente alento da gente, que olha a rua, embaça?
Pensar só em si e no presente é uma fonte de erro em política.
Ninguém se conhece tão bem como aquele que mais desconfia de si próprio.
A verdade literária nunca poderá ser a verdade da natureza.
Lamentamos sempre aquilo que damos aos maus.
As pessoas vaidosas não podem ser astutas; elas são incapazes de se calar.
A honestidade é uma cor delicada, que teme o ar.
As ideias novas são para muita gente como as frutas verdes que travam na boca.
A própria virtude precisa de limites.
A razão é escrava quando a fé e autoridade são senhoras.
O segredo da ordem social reside na paciência dos outros.
O homem de palavra é aquele que menos fala.
Tudo é relativo, salvo o infinito.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.