O remorso é a dor da alma.
A razão prevalece na velhice porque as paixões também envelhecem.
A dor é sempre menos forte do que a lamentação.
A razão destrói nos homens as criações da sua própria imaginação.
O nosso orgulho eleva-nos para que nos precipitemos de mais alto.
Evita julgar os outros pela aparência.
Tememos a velhice, à qual não temos a certeza de poder chegar.
Pode ferir-se o amor-próprio; matá-lo, nunca.
Os homens fingem desinteresse para melhor promoverem os seus interesses.
Na cidade, a lua: a jóia branca que bóia na lama da rua.
Jasmineiro em flor. Ciranda o luar na varanda. Cheiro de calor.
Só o silêncio é grande, tudo o mais é fraqueza.
A memória dos velhos é menos pronta, porque o seu arquivo é muito extenso.
A dissimulação algumas vezes denota prudência, mas ordinariamente fraqueza.
Se a pobreza é a mãe dos crimes, a falta de espírito é o seu pai.
Podemos estrangular os clamores, mas como vingarmo-nos do silêncio?.
De todos os sentimentos, o mais difícil de simular é o orgulho.
Amar a dor é tentar Deus.
A familiaridade tira o disfarce e descobre os defeitos.
Nunca comeces o casamento por uma violação.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.