Não há paixão que abale tanto a sinceridade dos juízos como a cólera.
Uma árvore nua aponta o céu. Numa ponta brota um fruto. A lua?
O amigo é um segundo eu.
Há uma certa vergonha em sermos felizes perante certas misérias.
Há verdades que é mais perigoso publicar do que foi difícil descobrir.
Ninguém se agasta tanto do desprezo como aqueles que mais o merecem.
Há injúrias que temos de ignorar para não comprometermos a nossa honra.
Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos.
São sempre desatinadas as vinganças por ciúmes.
A glória só chega àqueles que com ela sonharam.
Do ódio à amizade a distância é menor que do ódio à antipatia.
As revoluções frequentes fazem raquíticas as nações recentes.
O amor é um egoísmo a dois.
O mal ou bem que fazemos aos outros reverte sobre nós acrescentado.
Há algo tocante na associação de dois seres para suportar a vida.
Quem ama o perigo, nele perece.
O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos.
Os ignorantes exageram sempre mais que os inteligentes.
O medo é a arma dos fracos, como a bravura a dos fortes.
Há dois poderosos destruidores: o tempo e a adversidade.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.