Pensei que Nao te Amava

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DIA DAS MÃES SEM A PRESENÇA DELA!

Para aqueles que, assim como eu, não tem mais sua presença terrena, ela sabe que somos seu espelho de vida, e assim desejo o mesmo a você o que desejo a minha mãe. Amor incondicional. Sinto sua presença a cada minuto por todo o santo dia. Mãe quando tem o amor recíproco do filho, sua dor causada pela separação que se faz necessária para que outras futuras mães possam nascer, continuará ela a sentir que ainda será amada e presente na vida de seus amores filiais.

O mundo espiritual matou a morte, e assim mais rapidamente ela se conscientizará que ainda vive e viverá eternamente, mesmo que separados pelos projetos divinos. Essa passagem obrigatória entre as moradas do criador funcionará apenas como uma promoção de acordo com seu merecimento, mas nunca cairá no esquecimento daqueles que os amam verdadeiramente.

E você mãe, que sofre pela dor da perda de seu filho, tenha fé na providência divina, pois amor que é amor não é orgulhoso ou egoísta, cada um de nós temos nossa missão a cumprir nessa estada terrena. Crê que um dia o reencontro acontecerá, e se não crês, não tem problema sabe porquê? Pelo simples fato de que, se é amor ele nunca morrerá! Pense nisso pois tens outros filhos para criar.

Feliz dia das mães!

Quero crescer como pessoa e profissional por méritos próprios, não preciso pisar nas pessoas, diminuí-las e nem me autopromover na dificuldade alheia. Tenho forças para batalhar e ir além do que imaginei, do que planejei...

Não quero mais amar! Amar... de amar sozinho,
sonhar sozinho, acreditar sozinho, não quero mais.
Se é para sentir-se só, tendo alguém ao meu lado,
prefiro seguir só, o meu caminho emaranhado.

Quero um amor sim, mas de ficar juntinho,
de conversar baixinho e falar engraçadinho.
Quero um amor, daquele que nasce lentamente,
cresce de coisas simples e ama teimosamente.

Quero um amor de tocá-la e sentir o tempo parar,
Tomar-lhe um beijo e descobrir que posso voar.
Quero um amor de fazer a pele arrepiar
e o coração pular.

Quero um amor, mas daquele que queira amar também,
e tão bem me faça, que me queira até cento e oitenta anos.
Não por egoísmo, nem por conformismo,
muito menos por engano.

O que eu não quero, nunca mais, é aquele tipo de amor superficial.
O amor que eu quero é daquele de prestar atenção em gestos banais,
Descobrir segredos e trejeitos que só eu saberei decifrar.
Pelo simples fato e por todos os fatos de só ela me cativar.

Não estou muito interessado no que dizem de mim. Sou meu pior crítico e meu maior fã.

Um Dia Você Aprende

Um dia a gente aprende, aprende que, por mais que tentemos não errar, algum dia em algum momento não iremos conseguir. Aprendemos que, por mais que tentemos ser bons para com os outros, um dia eles não serão bons para com a gente, e teremos que perdoá-los por isso.

Aprende que, com conversas, quase tudo se resolve, ou quase nada. Aprende que tem gente que não sabe conversar e que, nessas conversas, as palavras podem funcionar como armas, isso quando não são usadas para ofender e humilhar.

Você aprende que a vida é só uma e que deve aproveitá-la. Você aprende que deve-se pensar duas vezes antes de tomar qualquer atitude, pois pode-se pagar muito caro se mal tomada. Você aprende que relacionamentos levam muito tempo para serem construídos e muito pouco para serem destruídos.

Você aprende que deve aprender com seus erros e aprende que raramente aprende com seus erros. Aprende que deve lutar pelos seus ideais. Aprende que deve sonhar e que deve ter os pés no chão. Aprende que às vezes não se é necessário muito para se fazer grandes coisas, e que às vezes o muito não basta para se resolver algumas coisas.

Um dia você aprende que os outros te julgam e que você não deve julgar ninguém. Que deve-se olhar além das aparências. Mesmo sabendo que continuaram te julgando pelo que você aparenta ser e não pelo que você verdadeiramente é.

Um dia a gente aprende que dinheiro importa, mas não compra tudo. Que o amor existe, mas não dura se não for cuidado. Aprende que, quanto mais você se esforça, mais insuficiente parece ser. Aprende que, por mais que você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

Um dia você aprende que não se deve desistir dos sonhos. Mas que também se deve desistir de coisas que não se consegue depois de tentar muito. Aprende que a vida é curta. Aprende que você ainda tem a vida toda pela frente.

Um dia você aprende que não se deve julgar as pessoas como se elas fossem todas iguais. Aprende que algumas vezes as pessoas são, sim, iguais. Aprende que preconceito e racismo são burrices, e que algumas burrices são apenas falta de sensibilidade. Aprende que quando deixamos de ser sensíveis deixamos de ser iguais, deixamos de ser humanos. Aprende que quando deixamos de ser humanos, deixamos de ter um valor e passamos a ser uma pessoa sem valor.

Aprendemos que devemos deixar as pessoas que mais amamos sempre com um sorriso e com uma palavra de amor, pois pode ser a última vez que a vemos.

No fim, você aprende que tudo o que você aprende chega a um belo resultado: de que sempre é preciso aprender mais um pouco.

Desconhecido

Nota: O pensamento faz alusão a alguns trechos do poema de Veronica Shoffstall, que costuma ser erroneamente atribuído a William Shakespeare.

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Você realmente não quer meu coração, não, você só gosta de saber que pode tê-lo.

Você acha que é inútil porque ele não te ama. Você acha que, porque ele não te quer mais, ele está certo - que o julgamento e a opinião dele sobre você estão corretos. Se ele te joga fora, então você é lixo. Você acha que ele pertence a você porque você quer pertencer a ele. "Pertencer" é uma palavra ruim. Especialmente quando você a usa com alguém que ama. O amor não deve ser assim.
Você já viu a forma como as nuvens amam uma montanha? Elas circulam ao redor dela; às vezes você não consegue sequer ver a montanha por causa das nuvens. Mas você sabe o que mais? Você vai lá em cima e o que você vê? A cabeça da montanha. As nuvens não cobrem sua cabeça. Sua cabeça espia através delas, porque as nuvens deixam; elas não a envolvem. Deixam que ela mantenha a cabeça erguida, livre, sem nada que a esconda ou prenda. Você não pode possuir um ser humano. Você não pode perder o que não possui.
Suponha que você realmente o possuía. Você poderia realmente amar alguém que não seria absolutamente ninguém sem você? Você realmente quer alguém assim? Alguém que cai por terra quando você sair pela porta? Você não, não é? E nem ele. Você está entregando toda a sua vida a ele. Toda a sua vida, menina. E se isso significa tão pouco para você que você pode simplesmente entregá-la, entregá-la a ele, então por que é que significaria mais para ele? Ele não pode te valorizar mais do que você valoriza a si mesma.

Uma filosofia cujas páginas não abranjam os extremos das lágrimas, choro e ranger de dentes e o fragor pavoroso do homícidio social recíproco e universal não é absolutamente uma filosofia.

⁠Sem sonhos, nós não alcançamos nada. Sem amor, nós não sentimos nada. E sem Allah, nós não somos nada.

Não espere que as pessoas entendam seus sentimentos. Espere, no mínimo, que elas apenas os respeitem.

Creio que a não violência é infinitamente superior à violência, e que o perdão é bem mais viril que o castigo...

Eu posso não ser muito, esperto, mais eu sei o que é o AMOR!

Um homem bom é livre, mesmo quando é escravo. Um homem mau é escravo, mesmo quando é rei. Não serve a outros homens mas a seus caprichos. Tem tantos senhores quantos vícios.

As pessoas reclamam que estão sozinhas, mas também, né. Não sabem abrir o seu coração com sentimentos puros e verdadeiros, principalmente pensar com reciprocidade. Querem ter alguém ao lado e, ao mesmo tempo, querem curtir aleatoriamente outras situações que não convém a um relacionamento. Escolha o que realmente quer para si antes de entrar na vida de alguém.

Tem semanas que me sinto totalmente inútil. Me deixei cair na rotina de não fazer nada. Nada que amo, nada que me completa ou me faz ser feliz durante as horas do decorrer do meu dia. Me sinto refém da minha própria vida. Sem propósitos. Tem dias que estou cansada, mas de nada, porque nem cheguei a me esforçar, apenas puro sedentarismo que tomou conta de mim. Um ser tão saudável. Ainda lembro dos meus planos de 3 anos atrás: Terminar os estudos, passar para comunicação social e viver a minha vida da melhor forma e possivelmente ter alguém pra chamar de "meu". Ok. O lance de ter alguém não é bem uma ideia fixa, porém todo o resto era. Estou totalmente decepcionada comigo, com a minha vida. Ninguém me leve a mal ou achem que é drama, mas aos 19 anos você acaba tendo uma crise de identidade terrível. Essas coisas do que é certo, com quem andar, o que falar, o que sentir e como se sentir em relação as pessoas e o mundo ao meu redor. Daqui a pouco cansarei de pensar. Enfim, vou descansar aqui, pra mente não parar de vez também. Possivelmente novas promessas surgindo, promessas para cumprir dessa vez.

O AMOR DE DEUS EM MIM

Se estou de consciência tranquila, nada me tirará a paz!
O perdão não me deixa carregar o peso do passado, vivo com leveza!
Aprendi com as experiências que só não vivi e fiz as coisas melhor porque não sabia!
Hoje, mais sábia, me perdoo pelos erros passados. O que me importa mesmo é errar cada vez menos. Hoje, procuro ser mais coerente e assertiva.
Na medida que me conheço, melhor me relaciono comigo e mais cuidado tenho com os outros!
Foi preciso a vida me proporcionar momentos de solidão, confesso que, de início, o confronto comigo foi difícil, sofredor, o que me fez fugir de mim durante algum tempo e aceitar a companhia de pessoas que não conseguiram trazer para a minha vida a felicidade que eu buscava!
No fundo da minha alma, buscava a mim própria, e hoje posso dizer que sou a minha melhor companhia, o meu melhor caso de amor!
Quando entrei no meu interior e fui me descobrindo, a alegria foi grande ao encontrar Deus me esperando, dizendo... amo-te, minha filha!
As lágrimas secaram e deram lugar ao sorriso!
Nenhum amor pode se comparar ao amor divino, eu acredito que muitas pessoas saberão do que falo e sinto...
Por exemplo, enquanto caminho por estas pedras, Ele me mostra felicidade nas coisas mais simples, é o muito fácil amá-Lo...

Eu não tô triste não, Zé ! Eu só não tô feliz.. é meio diferente..

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Lembrai-vos também de que na luta contra o Homem não devemos ser como ele. Mesmo quando o tenhais derrotado, evitai-lhe os vícios. Animal nenhum deve morar em casas, nem dormir em camas, nem usar roupas, nem beber álcool, nem fumar, nem tocar em dinheiro, nem comerciar. Todos os hábitos do Homem são maus. E, principalmente, jamais um animal deverá tiranizar outros animais. Fortes ou fracos, espertos ou simplórios, somos todos irmãos. Todos os animais são iguais".
George Orwell, in A revolução dos bichos

“Não basta o que a vida ensina, pois como mestra a vida ensina mal: é demorada, insuficiente, especula com os dados de seu interesse imediato e muito se inclina a acomodar-se. Ela por si não larga segredos. O fundamental consiste em que cada um aprenda como as coisas são. Nesse aprendizado, sucessão de atos de coragem e dureza, principalmente coragem de fechar as portas ao erro que foi verdade, encontra-se a justificativa mais ilustre da existência humana”.