Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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A verdade literária nunca poderá ser a verdade da natureza.

As obras de caridade que se praticam com tibieza e como que a medo, nenhum mérito, nem valor têm.

Para não corar diante da sua vítima, o homem, que começou por feri-la, mata-a.

Para os doentes, o mundo começa na cabeceira e acaba no pé da sua cama.

Não emprestes, não disputes, não maldigas, e não terás de te arrepender.

Uma boa recordação talvez seja cá na Terra mais autêntica do que a felicidade.

Ao bater com a cabeça contra as paredes, apenas conseguiu «galos».

Face aos grandes perigos, só a grandeza nos pode salvar.

O segredo da ordem social reside na paciência dos outros.

A ignorância dócil é desculpável, a presumida e refratária é desprezível e intolerável.

Morte, que mistérios encerras?... Ninguém o sabe... Todos o podem saber... Basta ir ao teu encontro, corajosa, resolutamente, que nenhum mistério existirá já!

Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.

Há tantos vícios com origem naquilo que não estimamos o suficiente em nós, como no que estimamos mais.

É mais fácil cumprir certos deveres, que buscar razões para justificar-nos de o não ter feito.

A razão destrói nos homens as criações da sua própria imaginação.

A imperfeição é a causa necessária da variedade nos indivíduos da mesma espécie. O perfeito é sempre idêntico e não admite diferenças por excesso ou por defeito.

A própria virtude precisa de limites.

Os homens são sempre mais verbosos e fecundos em queixar-se das injúrias do que em agradecer os benefícios.

Torna-se indispensável manter o vigor do corpo, para conservar o do espírito.

Parece, na verdade, que nós nos servimos das nossas orações como de um jargão e como aqueles que empregam as palavras santas e divinas em feitiçarias e em efeitos de magia.