Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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A razão também tiraniza algumas vezes, como as paixões.

Pouco dizemos quando o interesse ou a vaidade não nos faz falar.

Perdoamos tudo a nós próprios e nada aos outros.

Não falar para o seu século é falar com surdos.

O pensamento da morte engana-nos, pois faz-nos esquecer de viver.

A fé é a consolação dos miseráveis e o terror dos felizes.

A força dos governos é inversamente proporcional ao peso dos impostos.

Os mais arrojados em falar são ordinariamente os menos profundos em saber.

Os filhos seriam, talvez, mais caros a seus pais e, reciprocamente, os pais aos filhos, sem o título de herdeiros.

O interior das famílias é muitas vezes perturbado por desconfianças, ciúmes e antipatias, e enganam-nos as aparências de satisfação, calma e cordialidade, fazendo-nos supor uma paz que não existe; poucas há que ganham em ser aprofundadas.

A vida é demasiado curta para que desperdicemos uma parte preciosa a fingirmos.

A dor é sempre menos forte do que a lamentação.

Pela forma como trabalha se avalia o artista.

O apetite do privilégio e o gosto da igualdade, eis as paixões dominantes e contraditórias dos franceses em todas as épocas.

O remorso é a dor da alma.

A verdade é tão simples que não deleita: são os erros e ficções que pela sua variedade nos encantam.

Se não estás disposto a matar aquele a quem pretendes odiar, não digas que o odeias; estás a prostituir tal palavra.

Os empregos que por intrigas e facções se alcançam, por facções e intrigas se perdem.

O homem não é apenas um ser que sabe, mas é também um ser que sabe que sabe.

Teilhard de Chardin
A Aparição do Homem

A igualdade repugna de tal modo aos homens que o maior empenho de cada um é distinguir-se ou desigualar-se.