Pensamento de Solidão
a noite vai morrer
quando o dia for único
a morte será plena....
dentro de copo de veneno
suas lamentações são julgadas,
num instante a morte parece bela.
e quando sentir que tudo está perdido
será um novo amanhã.
dentro de novas expectativas
a morte será outro dia
melhor para você.
a luz do universo se expande
num sentido acrônico
te vejo num poema solto,
toda liberdade de expressão
se torna a prisão de ideias e apologias retrogradas,
a alienação habitual dos ditadores,
a democracia perde espaço num mundo escuro,
neoliberalismo parece nunca existir...
a lei de cabresto...
facções que devoram almas livres...
Quando somos jovens, pensamos tudo saber, mas nada sabemos; quando velhos, assumimos que não sabemos nada, mas na verdade um pouco sabemos: que quem sabe tudo são as crianças, elas sabem que não sabem, e mesmo quando fazem de conta que sabem se divertem enquanto aprendem o que os adultos não lhes ensinam...
Eu pensei que o amor estava nas drogas
Mas quanto mais eu usava, mais me era tirado
E eu nunca usava o suficiente
Eu pensei que o amor estava no palco
Entrega-se a estranhos
Você não precisa ter medo
Então ele tenta encontrar um lar
Com pessoas ou quando estou sozinha
Fragmentada e encarando o seu telefone
É mais fácil pegar um atalho, do que respirar fundo e retomar o caminho trilhado de uma vida. Afinal o novo é sempre melhor opção.
Será?
O caminho antigo você o conhece nos mínimos detalhes, mas, o novo atalho, pode ser uma caxinha de surpresas.
Será que vale apena pagar o preço pelo desconhecido?
Eu juro que
Eu deixaria tudo se você ficasse
Meus sonhos, meu passado, minha religião
Depois de tudo, estás fugindo dos meus braços
Deixando o silêncio dessa solidão
Não sei mais o que eu faria
Desejos, loucuras, todas fantasias
Nada tenho a perder
Diz pra mim
O que mais você quer da minha vida?
A ela
É desejo de quem ama
Se entregar em um abraço
E para sempre ali ficar...
Nesse amor que me completa
Parte dela em mim está,
Só não deixou parte de mim
No coração dela se abrigar...
E como veio um dia foi,
Só não se foi sublime amor
Que a ela ei de entregar.
Edney Valentim Araújo
1994
minha face na escuridão,
você voa sobre meu coração,
nunca espere viver até te conhecer,
sempre pairo pela cidade,
entre laços da perdição...
perpetuo meus pensamentos,
descubro que a vida apenas começou,
passando por cada momento
esperando que os dias morram
para que a noite seja perpetua.
A perda da inocência...
morda me
me beija,
sinta se morta
diante seus sentimentos.
nada mais tem um sentido,
gravo com sangue seu nome...
na minha alma perdida
pelo amor o desespero
torna se algo simples de aceitar...
moralmente somos alternativos...
para se ter um pouco de esperança.
Eu sou aquela mancha na roupa colorida, aquela gota gelada em um banho quente, aquele fio rebelde de cabelo que insiste em ficar em pé... Solitária em tantos termos, por muitas vezes me senti assim... sozinha, me julguei e me culpei e ás vezes ainda me culpo. Mas será mesmo que a culpa é minha? Amar sozinha, ser amiga sozinha...
Mergulhe na escuridão
tendo a certeza que a dor
foi apenas uma espectadora
mesmo com contradições dessa vida,
vultos são penas desejos
súbitos na madrugada...
compreenda meus sentimentos.
são procurados mais num mundo vazio...
na voz do silencio, tens uma recuperação
entre olhos mergulhados em divergências...
BOM DIA!
minha querida,
salve seus segredos,
sobre minha pele
desculpa-me...
foi a primeira vez
arranquei memórias
tão dolorosas...
quando tentei chorar
não tive essa opção...
num momento te dei meu coração,
sobre minhas mãos...
cortes tão profundos
e esquecido no ápice
das mágoas te deixei morrer.
todos te adiciona em um grupo...
todo parece ser bom e convidativo,
então te excluem falam mal de você,
você nem sabe porquê...
assim continua somos amigos...
ela seduz em momento entre tantos...
coisa abstrata...
se diz maldizente em um algoz atroz
perdidos que deferem num esquema ambiente do amor acho estranhamente.
Embriaguez...
No breu das madrugadas,
no silêncio das coisas,
teimo te encontrar e divago...
...e do passado te trago
e em saudades naufrago...
...e em versos de amor me alago
e neles, ainda te venero e afago...
...e no silêncio das coisas,
de vãs e tolas esperanças
então, me embriago...
(ania)
a dor me fez ver quanto te amo...
quando dia amanheceu
senti que ia morrer com o peito em chamas,
nunca foi um sonho...
sempre foi real...
num momento mais feliz de todos,
tocou minha alma em profunda tristeza,
tudo pode satisfazer quando é lindo...
o amor perto do infinito é nada num imenso vazio.
Já olhou pro lado e não enxergou absolutamente ninguém, ninguém pra te dá uma palavra amiga ou simplesmente te dizer o que é certo ou errado a fazer ? Simplesmente você sai correndo sem parar até encontrar alguem pra dizer que tem que parar ?
Solidão tem um gosto amargo que o sabor lembra liberdade !
( Palavras de um apaixonado )
tantas estrelas sangram no peito,
tentei sentir teu amor,
seus jogos me deixaram na loucura,
criei tantas ilusões...
a noite caiu ninguém sabe...
o quanto desejei ter seus desejos.
navegue pela madruga
perca sua inocência,
descobrindo que o amor foi uma noite,
mergulhe tão fundo que pode esquecer da vida.
Eles dominam sua vida bem antes de você nascer...
escolher algo que já está definido
não importa acorde para realidade...
seja a diferença... eles anda vão ser a elite...
mas seremos muitos eles serão mesma porcaria.
dominam este mundo, podemos mada los aos cacos...
estaremos rescrevendo o futuro.
Anjos caídos
a luz não controla
as vozes do céus
são apenas ordens
com todo sofrimento
não somos controlados
entre as trevas sentimos
o gostos da morte,
como em uma cena
ainda morremos diante
as ordens que caiem dos céus,
nunca senti tantos desejos
e prazeres negados pelo
simples dom estar entre eles...
somos anjos simplesmente.
Todas as razões para se refletir
Nada demais...
Dentro do horizonte...
Sentimentos sempre
evaporam-se
Nos últimos fragmentos
Muito bem maldiz que lhe dava
As sombras da maleita...
Ousadia semelhante aos olhos
Semelhante tua alma na abadia
Sendo saudades dos quais se foram...
Meros pelo amor em pura Solitude.
celso roberto nadilo
