Pensadores Alemães
Sem esperança a vida é insuportável.
Como escreveu Viktor Frankl, citando Nietzsche: "uma vida sem sentido fica insuportável".
Eu proponho que vivemos no 'Sentido' da 'Esperança', até quem está seriamente depressivo.
Eu gostaria de lembrar o que esqueci, assim eu seria um sábio. Mas, segundo Friedrich Nietzsche perderia algo bom para a vida - diversão: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.”
Nietzsche, no livro “Humano, Demasiado Humano”, incorreu em uma falácia de equívoco ao afirmar que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez” porque bem sabemos que na realidade ter péssima memória pode ser uma desvantagem que ocasiona várias vezes um sofrimento com as mesmas coisas ruins como se fosse a primeira vez.
... somos
frequentemente tolerados
por nossos erros, divaga
o sempre cáustico Nietzsche;
embora, brutalmente julgados por
nossas distintas virtudes...
E porquê?
"Os sonhos são como cartas que o self nos escreve a cada noite, dizendo-nos para fazer um pouco mais disso, um pouco mais daquilo. Encarando a vida como um todo. Como se o self tivesse um plano para nós, uma espécie de destino."
"Todos os dias a chuva cai sobre justos e injustos, mas molha mais os justos porque os injustos lhes roubam os guarda-chuvas."
Na Europa, nas antigas civilizações, os contos de Fadas constituíam uma forma de entretenimento tanto para crianças como para adultos, contadas principalmente entre as comunidades agrícolas, na época do inverno, chegando a dizer-se que "os contos de Fadas representam a filosofia da Roda de Fiar".
> (Marie-Louise Von Franz em "A Interpretação dos Contos de Fadas"; citada por Bárbara Vasconcelos de Carvalho em "A Literatura Infantil - Visão Histórica e Crítica")
"O homem é sempre o homem; a parcela de inteligência que possa ter raras vezes conta, ou não pode ser admitida em absoluto, desde que suas paixões se desencadeiem e ele se veja acuado nos extremos da sua humanidade."
Havia um inseto no meio da calçada, passou um homem e gritou: Ei garoto, mata-o! Mata-o! Pensei: porque eu faria isso? É apenas um inseto na calçada; onde mais ele poderia está?
Que não se venha a cometer nenhuma covardia contra as próprias ações! Que não as abandonemos em seguida! O remorso é indecente.
Todas as coisas que duram muito tempo de tal modo se impregnam aos poucos da razão que a origem que tiram da desrazão se torna inverossímil. A história exata de uma origem não é quase sempre sentida como paradoxal e sacrílega? O bom historiador não está, no fundo, incessantemente em contradição com o seu meio?
