Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
“Se eu permanecer neste mundo, temo que meu coração continue se inclinando para aquilo que é mau. Por isso, Senhor, se for da Tua vontade, leva-me daqui antes que eu me afaste ainda mais de Ti e deseje aquilo que não Te agrada.”
Se o meu peito fosse o mundo...
Se o meu peito
Se o meu peito
Fosse o mundo
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas dele mesmo
Só pra um dia
Só pra um dia ela voltar
E se a noite
E se a noite fosse longa
Eu acendia, eu acendia o meu luar
Com as estrelas
Com as estrelas que guardei
Só pra um dia
Só pra um dia ela olhar
Eu fecharia
Eu fecharia os meus jardins
E guardaria, e guardaria o seu lugar
Não por medo
Não por medo de perdê-la
Mas porque
Mas porque não há outro igual
E se o tempo
E se o tempo me perguntasse
Por que ainda
Por que ainda há flores lá?
Eu diria:
Eu diria que certas flores
Não precisam
Não precisam mais voltar.
Pois um dia
Pois um dia os portões fecham
E o silêncio
E o silêncio aprende a morar
Mas o peito
Mas o peito guarda o caminho
Que alguém fez
Que alguém fez para voltar.
E se um dia
E se um dia ela voltasse
Encontraria
Encontraria tudo no lugar:
As pedrinhas
As pedrinhas do meu peito,
E uma rua
E uma rua pronta para ela passar.
Eu estava encarando o mundo
Nitidamente!
Com os olhos fracos e foscos.
O mundo mergulhou no meu olhar
Recuei.
Não tive coragem de subir na passarela.
Fiquei pequena embaixo de um grande vão!
Olhos curiosos me observando e eu ali parada
Entre a passarela e a estrada!
✎ᝰ. ˎˊ˗ Sábado terminado, véspera de domingo, todo mundo querendo ver uma boa série e eu, como não sou todo mundo, estou me iludindo a escrever uma.✮⋆˙ᝰ.ᐟ☕︎
A única coisa que eu sei. Nada.
Diante da realidade que se passa no mundo atual.
Tudo é muito anormal, porém a doida sou eu por buscar o certo.
Livre
Quando eu estou desgostoso do mundo dos mortais, me refugio no meu mundo de abstrações e formas puras. Aí fico flutuando entre as nuvens e os outros anjos, esquentando as asas na luz azul, voando com os pássaros. Eu, tão lacônico e sintético, também posso alongar o verbo e falar, falar. Posso satisfazer o desejo insaciável de novidade, de vida, daqueles que não a conhecem. A tentação é ter piedade pela ignorância do mundo, quando só cabe a compaixão de reconhecer que eu dou valor aos que não se valorizam. Assim, amargo, só posso rir das trapalhadas, do mau hálito, a barba por fazer. Sinto simpatia pelos bajuladores e os violentos. Vejo a graciosidade dos mentirosos e sem educação. Os meus irmãos são os fracos, como eu, os que a hipocrisia impede que falem, aqueles que adoram o dinheiro. Só não tenho piedade pelos loucos, porque eles estão além de todos nós, viventes de um lugar em que existe a liberdade.
Quando o Texto Me Lê
Eu pensei que escrevia
para dizer ao mundo.
Mas escrevo
para escutar
o que ainda não sei.
A palavra sai achando
que sabe o caminho,
desfila segura,
convencida.
Até que eu volto.
Leio.
E o texto me olha de volta.
Ler o que escrevi
é chegar atrasado
a mim mesmo.
Um espelho sem rosto,
só gesto,
só intenção escancarada.
O medo se esconde
em frases longas,
cheias de vírgulas,
com medo do fim.
A coragem aparece
sem alarde,
num verbo simples
que não pede desculpa.
Enquanto escrevo,
defendo ideias.
Quando leio,
negocio com elas.
Descubro palavras
que não eram minhas
apenas passaram.
E verdades pequenas
que se sentaram
e ficaram.
O texto pergunta,
com ironia mansa:
Era isso mesmo?
Às vezes dói reler.
A genialidade de ontem
vira eco vazio hoje.
Outras vezes assusta:
fui eu
que escrevi isso?
Sim.
Fui eu.
Naquele dia.
Com aquele peso.
Com aquela lucidez possível.
O texto não mente:
ele registra o movimento.
Escrever não acaba
no ponto final.
Começa
quando o autor
vira leitor.
Ali,
o texto também escreve.
Aponta.
Ensina.
Cutuca.
Não grita.
Mas fica.
Quem não relê
perde metade da aula.
Porque escrever é falar.
E reler
é escutar.
E quase sempre
é na escuta
que a gente aprende.
No fim,
eu queria ensinar alguém.
Mas o papel, paciente,
me mostrou:
o aluno
era eu.
Quanto mais eu reflito, mais longe do mundo eu fico e mais distante do infinito me vejo por compreender tamanha beleza e mistério, imensidão, na qual me encontro.
Eu não sei nada!
Somos iguais...
Somos todos iguais...
Eu, vc, o mundo...
Padrão? Padrão de quê??
Pra que? Todos somos alma..
Todos somos coração...
Eu respiro o mesmo ar que vc...
Todos merecem respeito...
Somos carne..Somos humanos..
Num mundo preto e branco...
Ha quem nasceu pra ser colorido..
E que mal a nisso?
#todoscontraopreconceito..
As vezes eu só preciso respirar...
Tomar um ar...
Sei lá as vezes esse mundo me sufoca..
Esse padrão que não é meu...dilacera a alma...
Queria poder mostrar realmente quem sou eu..
Sorrir se tiver vontade..
Chorar até soluçar se preciso for...
Vestir o que eu quiser..falar o que eu penso..
Mas são muitos dedos apontados..
E pouquíssimas maos estendidas...
Mas nada vai me intimidar..
Sou tempestade em um mundo de calmaria..
Nessas voltas que o mundo dá..pode até que eu fique tonta.. mas que eu derrubo um bocado de gente má que quer me ver pelas costas..ahhh pode ter certeza, eu derrubo ....
Eu só te pedi que cuidasse bem de mim .. só te pedi que me fizesse teu mundo .. que me envolvesse no teu abraço.. eu só te pedi que fosses meu pra sempre .. mas quem ama de verdade a gente nem precisa pedir nada.. a pessoa por si própria já tem no coração de te cuidar... amar , respeitar, ser teu mundo .. vc não fez... vc não foi ..vc realmente não era pra mim ...
EU! MEU MUNDO.
Eu tenho o meu caminho,
Meu jeito de compreender,
Vejo o mundo diferente,
Mas também sei perceber.
Nem sempre encontro palavras
Pra dizer o que senti,
Mas meu coração conversa
Com tudo que existe aqui.
Eu vejo a luz da manhã,
O desenho do luar,
O canto dos passarinhos,
O vento vindo brincar.
Gosto daquilo que acalma,
Que me traz conforto e paz,
Dos rostos que me acolhem
E do carinho que satisfaz.
Meu sorriso é uma ponte
Que vai do peito ao olhar,
Mesmo quando fico em silêncio,
Tenho muito a revelar.
Olho fundo as pessoas,
Como quem quer conhecer
Os segredos que se escondem
No simples jeito de viver.
Vejo beleza nas coisas
Que muitos não vão notar:
Uma folha que balança,
Uma nuvem a passar.
Tenho o meu próprio universo,
Meu tempo e minha canção,
Um mundo feito de afetos,
Sensações e emoção.
Se às vezes pareço distante,
Não pense que estou sozinho,
Pois carrego dentro da alma
Muitos jardins de carinho.
Eu sou feito de ternura,
De esperança e de calor,
E guardo em cada sorriso
Uma semente de amor.
Meu mundo é grande e bonito,
Mesmo sendo singular,
E quem entra com respeito
Sempre encontra um bom lugar.
Porque eu vejo, eu sinto,
Do meu jeito, sem igual.
Sou um jovem, sou um sonho,
Sou humano, sou especial.
Eu! Meu Mundo.
Um universo inteiro a florescer,
Onde o amor é a linguagem
Que todos podem entender.
Em homenagem a Guilherme Negreiros
QUANDO EU BEBIA!!!
Quando eu bebia
O mundo parecia
melhor
e a dor que me
consumia
essa eu sabia de
cor.
Bebida era doce
sabor
entre tantas
histórias
no peito sentia
calor
na brasa de minhas
memórias.
Quando eu bebia
Viajava por entre
mundos
parecia tudo magia
desejos assim tão
profundos.
Era rodeado de
amigos
que riam de
felicidade
antes fossem
inimigos
perante minha
fatalidade.
Não queria ter
sofrido
tamanhas e cruéis
experiencias
mas depois de
acontecido
pude ver as minhas
demencias.
Quando eu bebia
Tudo era pura ilusão
amigos dessa grande
monotonia
queriam ver-me
jogado ao chão.
Perdi-me entre
tantos caminhos
achando que eram
reais
vivia por entre
espinhos
que podiam ser tão
fatais.
Hoje quando olho
pra trás
sinto forças e
grande alegria
desse mal eu não
bebo jamais
histórias que
conto... Quando eu bebia!
João
Batista Barbosa.
Eu cansei de ser forte o tempo todo.
Cansei de ser aquele que todo mundo procura quando alguma coisa dá errado, aquele que resolve, que segura, que ajuda, que tenta não deixar ninguém cair.
Por muito tempo eu fiz isso em silêncio.
Sorri quando estava cansado. Continuei quando queria parar. Cuidei de todos, mesmo quando por dentro eu também precisava de alguém.
E talvez essa seja a parte que mais dói:
ninguém percebe quando quem cuida de todo mundo também está desmoronando.
Eu também tenho medo.
Eu também tenho dias ruins.
Eu também preciso de carinho, de atenção, de alguém que olhe para mim e diga:
“Agora deixa comigo. Você não precisa ser forte hoje.”
Porque a verdade é essa:
eu estou cansado de carregar tudo sozinho.
Eu também preciso que cuidem de mim.
Cuidado com as voltas do mundo. Um dia, minha vida também foi mais confortável, quando eu ainda tinha meus pais. A vida muda muito rápido. Deus tem uma grande habilidade de colocar as pessoas no lugar daquelas que julgaram, quando lhes falta empatia.
Janine kelle
Cigarros, amor, madrugadas e fugas
As vezes eu gostaria de me desligar do mundo,sabe? Fugir das minhas responsabilidades por pelo menos uns 3 dias e quando voltasse,teria milhões de mensagens do meu chefe perguntando por que eu não enviei aquela droga de relatório.
Queria dizer também que eu te amo numa dessas fugas,aliás queria dizer eu te amo enquanto estou bêbada,porque ai sim eu teria coragem,talvez eu saisse de madrugada,com a mente em outro mundo,um distorcido,iria para bares onde só gente que perdeu a esperança e a vontade de viver frequenta,subir nas mesas enferrujadas aquelas bem clássica e recitaria alguns versos de poesia que eu escrevi umas noites atrás pensando em você.
Queria também,enquanto não estivesse presente,falar de todas as pessoas que eu já amei,enquanto a fumaça do cigarro que eu peguei escondido do meu avô queima minha garganta e fazem meus olhos arderem,não é um vício,eu fumo quando eu estou doente,doente de alma e ultimamente eu ando ficando doente demais.
Eu fumo contando sobre todas as pessoas que passaram na minha vida,aquelas que eu deixei ir por medo,hoje talvez elas me odeiam,mas eu levo os traços delas dentro da minha bolsa todos os dias,nas minhas noites mal dormidas.Eu escolhi ser ausente,mas talvez,Talvez, se você estivesse naquele bar,
entre as luzes fracas e as mesas tortas,
me ouviria recitar seu nome,você riria,com aquele sorriso meio triste,entendendo que eu já estou perdida e enlouquecida.
Talvez um dia eu pare de fugir pelas madrugadas a fora,talvez eu conte fale de você para os perdidos de alma em meio ao bar,talvez algum dia eu tenha coragem de te dar uma flor sem precisar estar com algum tipo de droga na mão.
Mas por enquanto,vou continuar fumando,te escrevendo poesia bebada,recitando ela na sua janela numa quarta feira a noite enquanto só os desgraçados e os apaixonados madrugadam e me escutam.
Mas no meio dessa minha ausência,fumacae loucura,vc eo único lugar que eu realmente queria voltar. No final tem
"Eai talvez eu finalmente entregue o maldito relatório"
altora: virginia dossi
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