Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
"-Teu amor, minha debilidade mental.
Não vale a pena!
-Com o tempo, você esquece coração..."
☆Haredita Angel
Às vezes o amor não
pergunta se vale a pena,
ele simplesmente fica.
Fica no silêncio que aperta o peito,
no nome que ainda mora na boca
mesmo quando o coração tenta desaprender.
Esperei como quem acende
velas no vento,
acreditando que o frio
era só passagem,
que o gelo nos teus gestos
um dia viraria abrigo
e não essa distância
que corta sem faca.
Perdi horas,
pessoas e versões de mim
tentando proteger algo
que só eu segurava.
Te vi ir, passo por passo,
enquanto eu ficava parada
aprendendo a sangrar sem fazer barulho.
E hoje,
se me perguntam se valeu a pena,
respondo com a verdade que doeu aprender:
valeu para me ensinar
que amor não é espera infinita,
é encontro — ou não é.
A inveja mata. Pena que não justifica.
Mata a alma, mata capacidade de conquistar.
Se todos pararem pra pensar vão ver que não vale apena cobiçar.
"Não sei do que mais tenho pena. Se do 'enorme prejuízo' dos comerciantes que anunciam 'desconto de 80%' (pobrezinhos) ou dos incautos que acreditam em conversas desse tipo (coitadinhos)."
Frase Minha 0353, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Não perca tempo com pessoas que não valem a pena. É melhor, por exemplo, pedir uma pizza. E antes de comer a pizza, dê bom corretivo nas pessoas que não valem a pena e diga que você tem pizza. Todos têm inveja de quem pizza!"
Texto Meu 0908, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Ontem, trabalhei tanto por coisas que não preciso hoje, que estou pensando, se vale a pena trabalhar tanto, por algo que não usarei amanhã."
Afasto-me, desapego de tudo o que valeu a pena e não me preenche mais. A ninguém culpo por não poder me oferecer aquilo que não se tem e agradeço por todo o bem que cada um me proporciona, por pouco que seja. Na minha vida só fica quem soma, dos demais me despeço com desejo sincero de que sigam os seus caminhos e, se possível, herdem somente o melhor de mim.
— Jucelya McAllister
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
Sobre o outro, só um julgamento é permitido, urgente e necessário — vale ou não a pena discutir.
Em tempos de tantos julgamentos, talvez este seja o mais sábio e também o mais ignorado.
Não porque o outro não mereça resposta, mas porque nem toda palavra merece palco.
Há debates que não são pontes, são armadilhas…
Conversas que não buscam entendimento, apenas vitória.
E quando o objetivo deixa de ser o entendimento e a verdade para se tornar o aplauso, qualquer argumento vira figurante de um espetáculo já ensaiado.
Discutir, no sentido mais nobre da comunicação, é um exercício de construção.
É lapidar ideias no atrito respeitoso, é admitir a possibilidade de estar errado, é sair diferente de como entrou.
Mas isso exige uma disposição muito rara: escutar de verdade.
E, sejamos honestos, grande parte das discussões hoje não nasce dessa intenção — nasce da pressa de responder, da necessidade de afirmar, do medo de parecer fraco…
Há um custo invisível em entrar em toda e qualquer briga: o desgaste da mente e da alma.
Cada discussão inútil consome tempo, energia e serenidade.
E, aos poucos, vamos nos tornando aquilo que criticamos — reativos, barulhentos e previsíveis.
Não por maldade, mas por contaminação.
Saber quando não discutir não é aceitação nem omissão; é discernimento.
É reconhecer que nem todo campo merece ser cultivado, que algumas terras não produzem nada além de ruído.
É entender que o silêncio, às vezes, é a forma mais eloquente de inteligência.
No fim, talvez a maturidade não esteja em vencer argumentos, mas em escolher quais sequer valem a tentativa.
Porque há debates que ampliam horizontes — e há aqueles que apenas estreitam o espírito dos que insistem.
E desses, o melhor argumento continua sendo a recusa.
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
Há uma ironia bastante cruel nessa constatação: onde a lei deveria imperar, muitas vezes prevalece a impunidade; onde a lei não existe, ou foi substituída pela força, a punição costuma ser imediata, implacável e até definitiva.
O Estado Paralelo não precisa de tribunais legais, recursos ou códigos escritos.
Impõe suas próprias regras, estabelece seus próprios julgamentos e executa suas próprias sentenças.
Não há presunção de inocência, direito à defesa ou possibilidade de contestação.
Há apenas o poder de quem manda e o medo de quem obedece.
Ali, a Sentença pode ser a morte, e o julgamento, uma formalidade dispensável.
Já o Estado legítimo, aquele que deveria garantir a lei e a ordem sem sacrificar a justiça, parece, por vezes, preso a uma contradição que corrói sua própria autoridade: possui leis, instituições, tribunais e instrumentos de coerção, mas frequentemente falha em transformar tudo isso em consequências concretas para quem viola as regras.
A demora se torna rotina, a reincidência parece um detalhe estatístico e a impunidade, antes uma exceção vergonhosa, passa a ser percebida como parte do funcionamento do sistema.
É preciso, contudo, distinguir justiça de vingança.
A força de um Estado não se mede pela quantidade de pessoas que pune, muito menos pela brutalidade de suas penas, mas pela capacidade de investigar, julgar com imparcialidade e aplicar a lei de maneira efetiva, proporcional e igualitária.
A justiça não precisa ser cruel para ser respeitada; precisa ser confiável para não ser desprezada.
O problema começa quando o cidadão percebe que o criminoso teme mais a sentença de uma Organização Criminosa do que a resposta das instituições públicas.
Nesse momento, não é apenas a autoridade do Estado que se enfraquece: é a própria ideia de que a vida em sociedade pode ser organizada por regras comuns, e não pela vontade arbitrária de quem detém o poder.
E há algo ainda mais grave nessa inversão: quando o Estado deixa de ocupar os espaços que lhe cabem, outros poderes os ocupam.
Onde falta segurança, instala-se o domínio pelo medo.
Onde falta justiça, surge a justiça privada.
Onde falta presença institucional, cresce a autoridade paralela.
O vazio deixado pelo poder público raramente permanece vazio por muito tempo.
A sociedade, então, passa a conviver com duas realidades igualmente perturbadoras: de um lado, um poder clandestino que pune sem direito; de outro, um poder legítimo que, quando falha sistematicamente em responsabilizar, transmite a sensação de que o direito existe apenas no papel, e nem sempre alcança a realidade.
A questão fundamental, portanto, não é por que o Estado Paralelo consegue ser tão implacável, mas por que o Estado de Direito tantas vezes parece incapaz de ser efetivo.
A resposta não está em abolir garantias, naturalizar a violência ou desejar que o Estado se transforme naquilo que deveria combater.
Está em exigir instituições que funcionem, leis que sejam aplicadas e uma justiça que não seja nem instrumento de terror nem sinônimo de impunidade.
Porque uma Sociedade Civilizada não pode escolher entre o medo da execução clandestina e a descrença na justiça oficial.
Precisa ter o direito de confiar em uma terceira possibilidade: a de que ninguém esteja acima da lei, mas que ninguém esteja abaixo da proteção que ela deve oferecer.
Quando o Poder Paralelo mata, revela a tirania de quem se julga dono da vida alheia.
Quando o Estado se omite, revela a fragilidade de quem recebeu a responsabilidade de protegê-lo.
E quando ambos passam a coexistir sem que a sociedade consiga vislumbrar a autoridade da lei, o que está em julgamento já não é apenas a segurança pública: é a própria capacidade do Estado de justificar sua existência.
Ser diferente é normal, pena que a sociedade sempre temeu aquilo que não entende pois quando entenderem todos os diferentes poderão talvez ser aceito por essa sociedade arrogante e ignorante.
Pena que não podemos mudar o passado portanto não gastemos o nosso tempo em corrugir os erros do passado porque o futuro nos aguarda.
“O que não vale a pena não precisa ser substituído, esvai-se por si só, diluído e consumido pelo tempo.”
Descobri... que não vale a pena se Estressar...
... Prefiro Sorrir, cantar, lutar, cair e levantar...
Eu tenho a Marca da Promessa o que quero mais?!
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
