Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Eu sou assim:forte como uma leoa e frágil como a borboleta.A palavra desistir não faz parte do meu vocabulário.Sou teimosa e persistente;recuar quando preciso,desistir nunca.Como leoa defendo os que amo dos predadores,e borboleta quando deixo toda a emoção fluir em forma de amor,carinho e afeto.Assim sou eu,mulher, mãe,amiga e companheira.
Não escondo meu passado, não nego minha sina. Absolutamente tudo faz parte do que eu sou e eu passo longe de ser perfeita, deixo claro. Sim, sempre tive tendência a gostar de quem não sabia ou queria gostar de mim. Sempre fiquei um pouco mais quando isso era um desafio, nunca entrei em portas abertas. Fugi de coisas boas, porque eu banco a minha dor, mas morro quando machuco outro alguém. Me conheço e recuo. Um passo pra trás pelo bem deles, nunca por covardia minha. Sempre tive uma certeza estranha de que, quando fosse pra acontecer, nunca ia precisar de tempo pro amor nascer. Eu ia sentir, desde o começo, eu ia saber. Já me achei um tanto quanto sadomasoquista, já admiti meu vício em sofrer, já tinha me acostumado com todo esse estrago que, bem ou mal, era tudo que eu tinha e o que eu sabia fazer. E eu não vou dizer que era infeliz, porque isso eu nunca fui. Uma vampira de mim mesma, talvez. Mas eu sou tudo isso há tantos anos, não conhecia outro gosto. Muita coisa me faltava, mas eu me bastava, mesmo que de um jeito torto e com válvulas sujas de escape. E não posso esconder as cicatrizes. Não posso controlar um impulso ou outro, meus reflexos de autoproteção. Porque eu tive que me proteger a vida inteira, de muitas formas e falhei muitas vezes. Já doeu muito, não queria que doesse descontroladamente outra vez. Então me desculpa e me entende. Te amo, confio em você, acredito na gente. Me expus, deixei você entrar em todos os espaços, me joguei de verdade. Nunca quis tanto ficar, nunca fui tão feliz, nunca me doei tanto pra alguma coisa dar certo. Mas se me quer inteira, é isso. Venho sem jeito, com passado, medos, cicatrizes e um amor puro, sem fim. Fica quem quer. Me entrego, pago pra ver e você resolve se me encara assim. Fica quem puder. Corro o risco, faço minha parte e você quem decide o que quer de mim.
Gostemos ou não, aceitemos ou não, você e eu fazemos parte da LEI da CEIFA, de acordo com a Bíblia.
1. Você ceifará o que semeia (Gl 6.7-9);
2. Você ceifará de acordo COMO você semeia
(2º Co 9.6);
3. Você ceifará MAIS do que semeia (Mt 13.31-32);
4. Você ceifará SEMPRE (Gl 6.9).
parte 3
Touro e Leão
- Não! Eu fui leal! Disse o leão enquanto rugia.
- Eu quem fui! Rebateu o Touro enquanto bufava.
Touro, lidera a manada, enquanto leão é o rei da selva!
Leão e Touro são leais aos seus pontos de vistas e orgulhosos na mesma proporção.
Quem ganha ou perde…
Nem eles mesmo saberão…
Os dois mais fortes do zodíaco, abrem mais d e uma amizade de outra dimensão!
.::
A parte mais bonita da fé está na certeza de que eu não preciso pedir que Deus cuide e zele de mim o dia todo, porque eu sei que ele já está fazendo isso mesmo antes de eu acordar.
Eu não sei quem você é, apenas conheço a parte que faz questão de demonstrar.
Caráter não se resume ao que você é na frente das pessoas, mas sim ao que faz quando elas não estão presentes.
O coração tem facetas boas e ruins, a maldade pode ser escondida quando há interesses escusos.
Uma mente sortida faz estragos por vezes irreparáveis.
O que saí de sua boca é o que está em seu coração, fique atento.
Pensamento de Islene Souza
Não sei bem em que parte do caminho, até você, que me perdi de mim mesmo.
Eu só sei que parece não ter mais volta. Você é minha única direção.
Me espera! Estou indo.
Espero que quando me esquecer não me desligue da tua vida como se eu nunca tivesse feito parte dela...
Espero tão somente que quando me tirares da tua mente, eu seja aquele pensamento bom, e não o peso que vc pretende deixar no passado
Sobre a beleza de ser pai… Primeira parte!
Eu nunca estive pronto pra ser pai, não fiz planos para esse “fim”, mas, vejo que a tarefa que me foi dada cumpri com maestria, sim, estou falando sem modéstia alguma, eu sou um bom pai.
Meus filhos herdaram características minhas que são essenciais para que eles caminhem rumo a seus objetivos.
A melhor delas… Sorrir, não sempre, não de tudo, até porque parafraseando os compositores de “amor pra recomeçar”: Não podemos esquecer que rir é bom, mas, rir de tudo é desespero.
Das demais características eu colocaria humildade, capacidade de servir, não que todos eles sejam cópias fiéis de mim, mas, os adjetivos vão se formando, os defeitos também.
Por fim, me vendo pai, abracei a ideia e me comprometi a ser leve, a ser o amigo, o que indica o melhor caminho, o que fala palavras duras e ao mesmo tempo alivia a jornada.
Tenho um carinho muito grande pelos meus filhos e eles sabem, mas, sabem também que eu sou “antiquado”, “metódico”, “sistemático”, falante.
Estou nesse caminho de ser pai, mas, volto e lembro noites em claro, sorrisos e choro, balanços e sonetos, viagens, brincadeiras, cantos e encantos.
Talvez eu seja o pai mais falante que exista, mas, também sou o pai mais romântico e amante, mais brincalhão e bobo, mais carinhoso e cheio de direcionamentos que indicam onde Jesus está.
Essa é Jhulia, a risonha, brincalhona, resenhista e emotiva, a pediatra da família.
Amo-a como quem ama a si mesmo, com a mesma intensidade e despreparo do pai que me torno todo dia.
Sobre a beleza de ser pai… Segunda parte.
Já falei antes que não me via sendo pai, eu continuo assim, o aprendizado que se colhe ao longo do caminho, é feito de cuidados, de carinho, amor, carões e dias indigestos.
Mas, isso faz parte do processo, não atoa essa tarefa vem abarcada de outras situações externas.
Saber lidar com isso é uma tarefa árdua e pensante, a medida que os filhos vão crescendo, nossa responsabilidade aumenta.
Nos vemos mais protetores, nos vemos mais cobradores, e a saga se repete, dia a dia, como se “chronos” nos fizesse reviver o mesmo dia, várias vezes.
Mas, passa, a ideia de juventude e de liberdade que a sociedade prega nem sempre é a que queremos para nossos filhos.
A inquietante dor que nos pega e nos sacode como um vendaval é somente o nosso corpo buscando formas de defender aquele filho.
Relativamente alinhado ao “nosso querer” estão as vontades deles, opostas nesse caso.
Como fazer, como indicar o caminho sem ser “chato”, antiquado e as vezes bravo? Como orientar no caminho que se deve andar, se ela já escolheu trilhar seus próprios caminhos.
Continua a tarefa, continua a peregrinação na busca do aprendizado que ser pai requer.
Ainda estou me remontando e criando expertises para ser o melhor pai, o melhor amigo, a melhor companhia, o melhor parceiro que um filho deve ter.
Essa é Mirla, de sorriso largo, mas, nem sempre pronto, de olhar discreto, reto é contraponto, ela é como ela é, a modelo da família.
P.S: Ela vai dizer que a foto não ficou boa.
Que eu envelheça... tudo bem, faz parte da vida.Em minha pele surgirão rugas,já não terei a força que tenho tido até agora, tudo mudará. Mas, que em meu coração, jamais fique marcas de sentimentos ruins, só quero que o amor permaneça.Que eu nunca, nunca perca a oportunidade de demonstrar um gesto de ternura e uma palavra de incentivo.
O casulo não é prisão
É só parte da transformação
E eu te espero florescer
No tempo que for pra acontecer - Frase da música viver algo novo do dj gato amarelo
Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo
Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.
Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.
Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.
Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.
Fiquei parado. Não consegui seguir andando.
Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?
Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.
Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.
Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.
A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.
E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.
Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?
Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.
E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?
Ysrael Soler
Dizem que cada átomo no nosso corpo alguma vez foi parte de uma estrela, talvez eu não vá embora, talvez eu vá para casa.
Eu não conto história, eu fiz história, escrevi e vivi a minha, fiz parte da história de muitos, aliás da maioria fui o ator principal, pra alguns sou uma lenda e para outros fui um dublê que assumiu e fez muitas cenas perigosas e comprometedora para manter a integridade física e moral de certas pessoas, e para Deus sou apenas grato por ter me dado a importante participação como figurante nesse grande espetáculo chamado vida.
Obrigado meu Deus🙏
Crislan Antônio
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
