Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Rosto redondo
Oia, eu sou matuto, um home muito simplão
Sou mirde mesmo , i nunca assuntei
De acuntecê isto em minha vida
Eu tava levando minha vidinha de casado
Muito bem com minha véia, mai oia qui
Inté parece coisa di Satanás,
pois apareceu uma tentação
uma guria que é a coisa mai Linda de se vê,
inté parerece uma boneca a princêsa
E eu que sempre gostei di coisa certa
Mi dei de corpo e arma para minha muié
Hoje tou todo perdido no encanto jove
Da voiz suave, dos belos lábios, do zóios lindo sô
e aquele rosto redondo intâo,
que inté da vontade de apertá.
By 2017
Por = Carlos Roberto (Rocha) Rodrigues
Amô Pratônico
Belezura de garota, eu só quero te oiá.
Isso memo, oiá ocê com esse zóio
que a terra há de comê.
Gosto de vê ocê passá, tão formosa como quê,
má não te digo nada, caso de quê cheguei no entardecê.
Apesar da arma jove, no coração tanto amô.
No rosto mostra as ruga de muito outonos que passô.
Má como se diz por aí, não sei se lembra planto
ou lembra prato, tenho um amô pratônico.
Pro cê linda, no lado esquerdo guardado.
By – 2017
Por – Carlos Roberto Rocha Rodrigues
Amnésia Natural
Eu sou o que sempre fui e chamaste-me de senhor.
Com isso me vi ao chão, quando esperava amor.
No seu olhar vi desprezo, mas alguma atenção.
Disseste que velho sou, mas velho não se encontra não.
Tanto que ainda estou, na janela da espera.
E foi você que chegou tarde, ao encontro nesta era.
Com amnesia natural, da nova identidade.
Esqueceu-se das décadas, diferentes na idade.
Como almejo o parar, no tempo um pouco.
No escuro, no claro, estiagem ou na chuva.
Ser chamado de biruta, pândego ou louco.
Mas paciente te esperar, no aclive, declive,
reta ou numa acentuada e perigosa curva.
By. 2017
Por = Carlos Roberto Rocha Rodrigues
Nesta vida, entre idas e vindas, acertos e erros, ainda sou mais eu. Acredito nos propósitos de Deus e sei que cada passo meu foi guiado por Ele.
Ser feliz não é uma escolha, e sim uma necessidade, por isso me recuso a fraguejar diante das adversidades imposta pela vida!
E é assim, grata a Deus, que começo meu dia, com o coração tranquilo e em paz, certa de que estou no caminho certo 🙏
Um dia as lágrimas vão cessar...
As lembranças vão ficar...
E eu vou continuar esperando que numa esquina qualquer, o destino venha me surpreender..."
Eu vou, mas volto!
Eu volto, sem nunca ter ido...
Eu vivo... E viver é esse ir e vir, sem nunca desanimar, sem nunca perder a fé!
Eu te quis e te tive por um curto período de tempo. Eu acho que posso dizer que fui uma pessoa sortuda.
Floresta de inverno
Entre as florestas eu me escondo,
Escondo de meus pecados, e tormentos vazios ,
Eu vejo minha morte entre as rosas brancas,
Eu sinto o ar dos ventos gelados da manhã ,
Em minha alma.
Sempre penso em estar em meu próprio paraíso,
Eu penso que tudo que eu necessito, é de um simples olhar,
Um olhar inocente, mas que seja verdadeiro,
Que seja apenas uma gratidão de amizade,
De uma emoção verdadeira.
Estão cantando as musicas de meus antepassados,
Estou vivendo entre os mortos, entres os vivos,
Estou caminhando em direção a cachoeira,
Estou criando minhas fantasias,
Estou criando meu mundo perfeito.
Estou caminhando para minha felicidade,
Mas ela jamais chegará, com esses obstáculos,
E eu terei que chorar ainda mais pela minha morte,
Na grande floresta de inverno,
Na qual a neve cai, e eu sonhando com meus antepassados.
Nessa floresta na qual espíritos me ensinam um caminho,
Um caminho para a verdadeira vitória,
Espíritos que me protegem de tudo quer eu temo,
Agora eu vejo o que eu sou realmente,
Apenas um espírito que vagará para toda eternidade,
Nesta floresta, esperando minha saída para a felicidade.
. Inverno
No inverno, as coisas que eu vejo são mais belas,
Ventos e tempestades, acordam os mares,
E em cada canto desse mundo, as lagrimas caem,
No inverno, a vida paira no ar,
Povos se alimentam, e se destrói,
No inverno, o que as vezes se tornam sonhos,
Viram realidades.
No inverno, as crianças brincam,
Seus pais vivem e morrem,
E elas crescem.
Nada se sabe sobre o inverno,
Apenas se sente em nosso corpo,
Como o amor e o ódio,
Nem se sabe se a morte é fria,
Se o que realmente somos é verdadeiro.
Imaginação...
... em todo lugar o vento sopra,
vagando por vales e oceanos,
nas florestas e nas almas da humanidade.
Inverno, tempo e sonhos,
Vagando para todo o lado e espíritos,
Sempre vivendo um sonho de criança,
Sempre gelado como os sentimentos,
Seja ele de amor e ódio.
No inverno as verdades existem,
Cantando em uma singela canção,
Para a verdadeira inspiração,
Para todos os amantes de um só mundo,
De uma só vida.
Inverno é a inspiração
De que mais aprecio,
Inverno, apenas inverno de tempos,
De antigos sentimentos,
De amor e ódio.
E quando penso eu que tudo nessa vida está pedido, e ai que la no fim do túnel eu enchego uma perquena luz
Conte uma doce história quero dormir ouvindo, talvez fique na memória ou eu eu possa acordar sorrindo.
...Entre um pingo e outro,
Esculto a chuva caindo,
Eu apenas lamento...
Com essa chuva que cai...
Senhor nos livra de todo
o mau, nos
livra do olho gordo, da
inveja e todos os invejosos,
Mantém distante da inveja, pois assim como essa chuva cai,
Me Protege do amigo mau.
Lava-me minha alma, e protegem de todo mal...
Eu lembro e esqueço
Todos os dias adoeço
Em pensamentos, me perco
Em palavras eu deito
Eu sinto um vazio
Tão grande e sombrio
Faz falta teu brilho
Me causava arrepios
Eu penso muito, acho, meu cérebro jamais pára,
fico observando o comportamento do ser humano,
o meu inclusive, concluo,
não sou daqui,
como pode alguém perder seus sonhos, vender seus sonhos, agonizar seus sonhos
pelo que o outro pensa, pelo que o outro diz ser certo ou não.
Como pode alguém deixar a intensidade da vida
em nome de conceitos que nada, absolutamente nada agregam ou agregarão um dia.
Como pode o orgulho ser tão mais poderoso do que a singeleza leve que nos faz felizes,
como pode o ser humano vender-se por tão pouco,
por tão nada,
como pode anular-se tanto em nome do medíocre, do banal,
do supérfluo, do carnal, do sem brilho, sem chama, sem movimento.
Como pode o ser humano esquecer tanto de si mesmo,
brigar pelo nada que cria a ilusão do status,
do degrau que não se sobe, não se galga, não se é.
Como pode o ser humano negar o óbvio em nome do que lhe é conveniente ao orgulho tosco
que cria para manter sua própria aparência, que na real, nem existe.
Como pode o ser humano permitir-se tanta perda de tempo na única coisa que importa que vibra,
que é real e dramaticamente finita, a vida.
Como pode o ser humano agarrar-se ao ter,
ao mostrar, ao ostentar, do que ao ser, viver, sonhar.
Como pode o ser humano não perceber que ele é limitado, finito, substituível
e exatamente por isso seus segundos preciosos de vida deveriam ser construtivos,
flexíveis, intensos, urgentes.
Vamos embora amanhã, no próximo segundo ou no próximo século,
mas vamos embora,
tenhamos consciência do que realmente podemos e devemos fazer por aqui,
antes que as cortinas se fechem, a luz se apague a peça termine
sem nem o meu próprio aplauso.
Aprendamos a sorrir para dentro, não para fora,
aprendamos a abraçar os momentos que temos não o que idealizamos,
aprendamos a viver o agora,
o próximo bater do relógio sempre será incerto demais,
aqui é o que temos e é nele que a vida se joga,
todo o resto é ilusão com data marcada para terminar.......
Todos teremos FIM que o espetáculo de nossa existência termine no aplauso,
que nosso comportamento, pensamento, faça jus a platéia, que no final,
possamos terminar com o orgulho das palmas não das vaias.......
Autoria: Anaiá Zaleski.
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