Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo

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​"A riqueza invertida é simples: primeiro, eu sou rico de amor e generosidade, e depois o meu mundo vira um trilhão."

"Enquanto você usa sua 'riqueza' para se sentir superior aos outros, eu uso a minha visão para criar um futuro onde a pobreza de espírito não tenha lugar.

Talvez eu encontre equilíbrio no silêncio fino entre me perder e me reconstruir, onde o que dói também me reorganiza por dentro.

Todo o meu tempo sacralizado, eu acordo ao amanhecer com o coração alado pela oportunidade de mais um dia de amor. No meio do caminho, olho o quanto eu já amei. Caminho para a minha casa grata e adormeço, dormindo o sono dos justos. Porque cumpri o meu dia, fiz aquilo que me correspondia, amei. Portanto, tive um dia digno de um ser humano.


Quem vir o rastro da minha vida vai dizer: aqui passou um ser humano. Eu amei.


E depois, quando chegar diante da morte, quem vir o rastro da minha vida vai dizer: eu espalhei amor por onde passei. Busquei a unidade. Busquei o coração de todas as coisas.


Por quê? Porque eu tinha capacidade de encontrar o meu próprio coração e, por paralelismo, fui capaz também de encontrar o coração de todas as coisas.

Um Novo Dia Raiou.


⁠Um novo de raiou
E eu pude contemplar,
as maravilhas de Deus;
ao ver o dia raiar.

Outros não puderam,
ver o dia amanhecer;
porque partiram desse mundo,
e não nada mais, irão ver.

Sou grato a Deus por tudo,
mesmo sem merecer; hoje estou aqui,
Senhor; para te engradecer.

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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA –
TONNY SOUZZA.

Um Novo Dia Raiou.

Um novo dia raiou,
E eu pude contemplar.
As maravilhas de Deus,
ao ver o dia raiar.

Muitos não puderam ver,
o dia amanhecer.
Porque partiram desse mundo e
outros não podem enxergar.

Sou grato a Deus por tudo:
Mesmo sem merecer.
Hoje estou aqui Senhor, para te engradecer.
Pela cura do câncer, pela queda; quando
da escada fui lançado.
Os teus anjos me protegeram; e não fiquei aleijado.


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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

Tu olhas para mim e tiras as suas conclusões boas ou más da minha pessoa, eu estou nem aí 🤷‍♂️

Entendo o seu psicológico está em fase de crescimento 😌

O caboclo e o rio.


O meu pai é caboclo,
Caboclo eu também sou
Amazonas é minha vida
O meu caso de amor.


Esse rio é minha estrada
Que me leva pra lá e pra cá
Em suas águas barrentas
Eu preciso navegar.


Dele eu tiro o meu sustento
E sigo a dança da vida
Conforme o seu movimento.


Na vazante ou na enchente,
O majestoso Amazonas
Comanda a vida da gente.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

O que são palavras e títulos?


Se eu te convidasse para entrar em minha nave e te levasse para um novo planeta que atendesse a todas tuas necessidades existências e essenciais. Preferirias ainda assim seguir a cultura medieval de outro planeta?


Evoluir dói. Mudar processos incomodam pessoas acomodadas, evoluir processos mais ainda. Para pessoas muito rigidez pode ser quase insuportável.


Mas formas mais eficientes de promover uma realidade justa precisam de mudança.


Comportamentos de 1929 já se comprovarsm ineficientes.


O sistema precisa cuidar da experiência humana do onboarding ao offboard.


O trabalho humano já entregou o suficiente para que o essencial seja facilmente produzido e entregue na sua mesa. O acúmulo de riqueza justifica a mão de obra remanescente da adaptação de tecnologias e justa recompensa pela feitoria delas.


O humano não precisa que assinem um papel falando que ele pode construir uma casa com o próprio esforço deles. É uma grande oportunidade de processo para enriquecimento da cultura brasileira e patrimônio humano.


Vamos ampliar as cidades.
Casa para todos!

ADRENALINA


Eu necessito sentir o vento no rosto,
Enxergar nos lados o oposto,
Alterar o cotidiano.
Eu preciso olhar ângulos diferentes
Da mesma rotina da gente
Que a gente passa e não observa nada,
Só o caminho singelo e turvo.
Eu gosto de criar expectativas,
De fugir da monotonia.
De lidar com a correria
E esperar nada mais nada menos
Que qualquer imprevisto reacional.
Eu prefiro agir, mas reagir é bom também.
A mente se assusta,
O coração pulsa e acelera.
Até palpita, a pálpebra se agita,
Os pelos se arrepiam
E o corpo amolece. É fenomenal.
Eu gosto do risco
No papel e na vida;
Gosto das sensações repentinas
Que dão medo e não fazem mal.
Disseram-me uma vez:
Aquele que tudo sabe,
Na verdade, não sabe nada.
Deleito-me em sua fala
E o pouco que sei
Me encantam as coisas do mundo.
Não terei tempo para toda experimentação.
Tenho que ser ligeiro.
Eu gosto do incerto, de certo pensar
Em que não uso a razão.
Eu prefiro a emoção instável
Da minha mente inabalável
Que pode até sofrer,
Mas sabe que se segue de qualquer jeito,
Que não importa o efeito,
Tudo causa reação.
Eu gosto da adrenalina.
Talvez esteja na minha sina
Esse desejo louco de querer sentir
Sempre qualquer emoção.

Filho do Norte


Vou navegar na história
Nas águas do rio Amazonas
Esse lugar que eu amo
Nação de bravos guerreiros
Povos nativos, povo brasileiro.


Apurinã, Atroari, Tupinambá,
Parintintin, Mundurukú, Kaxinawá,
Kanamari, Baré, Sateré-Mawé.


Minha terra ancestral
Teus filhos viviam dessa natureza
Os rios e as matas eram sua riqueza
Teu canto de lendas te eternizou
A tua lembrança, meu sonho de amor.


O tempo revela a tua herança
A cultura cabocla eu vou preservar
Eu vivo da mata, eu sou farinheiro,
Eu sou ribeirinho, eu sou pescador,
Caboclo guerreiro, eu sou vencedor.


Sou amazonense,
O meu sangue é tupi
O meu canto é mais forte
Eu sou filho do norte,
Meu lugar é aqui.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

⁠Faço escolhas certas e erradas.
Talvez eu distorça o trajeto,
Talvez aumente ou encurte a jornada.
O que importa é a vida.
E como ela é levada!

A CRIANÇA QUE HABITA EM NÓS - SENSAÇÕES
(Peça para alguém ler para você)
Hoje aqui eu convido você
A viajar comigo nesta história.
Esvazie a sua mente
Feche os olhos e apenas ouça
Minha voz suavemente.
Pronto, voltaste a ser criança.
Aproveite, não há mais ninguém em volta
Só você e sua velha infância
Ali no cantinho, veja!
Quanto brinquedo empilhado.
Há um que você gosta mais.
Dá pra ver.
Vá pegá-lo!
Uau! que bela recordação!
Há quanto tempo você não brincava?
Não recordavam-lhe as boas lembranças?
Sensações de criança
Que se foram e não voltam mais.
Aproveite, ainda estamos aqui.
Quanta inocência e rebeldia!
Você foi travesso um dia.
Quanta calmaria
E ansiedade para brincar
Como se o tempo fosse só seu
E o mundo girasse ao seu redor
Como se não houvesse problemas
E a dor fosse uma só,
A de ralar o joelho,
De arrancar o tampão do dedão,
De bater a cabeça ou levar um escorregão,
Mas não importa.
Tudo passava, você chorava,
Se encantava de novo e ia...
Quanta alegria!
Eu acho que toda infância nos remete a um pé de manga,
A um grupinho de amigos doidos,
A um clubinho, algumas construções vazias
Que serviam de labirinto para brincar de polícia e ladrão,
A uma cozinha pequena, porém limpinha,
A vó gritando e fazendo o almoço,
“Come tudo menino: - ‘tô’ de olho.”
O banho de chuva gelada, na lama ou na calçada,
As brigas com os irmãos,
A bola na casa da vizinha chata,
À noite, a mãe esperando você, com a varinha na mão...
Tudo era maravilhoso e tão simples.
Hoje como a gente aguenta?
Quantas virtudes eu tinha, quão sortudo era eu.
Desculpem-me quem não viveu assim,
Mas, pra mim, foi assim que se valeu.
Que saudade imensa de ver girassóis.
Hoje eu não vejo mais, é como se tivessem sumido,
É como se tivéssemos escondidos
Como a criança que habita em nós.

Filho do Boto


Eu sou filho do Boto
Do Boto eu vim
O meu sangue é de guerreiro
Guerreiro parintintin.


Dos meus desafios
Nunca vou desistir
Pois, cada um deles
Me trouxeram aqui.


Andei de canoa no igarapé,
Na longa estrada
Também fui a pé.


Não temo o banzeiro,
Eu sou filho do Boto
Caboclo matreiro.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Colocarei o Teu nome nas mais altas prateleiras, por simples facto de Tu ser o Senhor e Eu o menor.

As laranjinhas



As laranjinhas estão varrendo
Eu estou vendo de longe
Um lixo no chão tem o meu nome
As laranjinhas estão varrendo
uma avenida gigante
Sem perder a pose de ser elegante
As laranjinhas estão varrendo
Sinalizando com um cone
E o motorista tá no telefone
As laranjinhas estão varrendo
Fazendo aquele monte
Tem muito lixo debaixo da ponte
As laranjinhas estão varrendo
No chão tem um homem
Que passou a noite e ali com fome
As laranjinhas estão varrendo
Uma garrafinha de refrigerante
Quem joga lixo no chão é um ignorante.

A caneta!




Comprei uma caneta,
toda coberta em ouro,
Em um papel eu escrevi:
Querida tu és o meu tesouro.


A sua escrita brilhava,
parecia puro cristal,
em cada traço que eu dava,
mas que coisa genial.


Escrever é um dom,
mas tu és a fonte,
de minha inspiração,
viver sem te, eu não consigo.
Longe de te, perco a razão;
deusa da minha vida,
Mulher; do meu coração.




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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

Eu me aprofundei onde você só molhou os pés… e, ainda assim, fui eu quem quase se afogou tentando te alcançar.

Embora eu viva em um lindo lugar com belas paisagens, as flores mais lindas que já vi, as casas e ruas mais organizadas. Porém, a realidade é como uma vitrine que vc admira, mas não sente pertencida.
Eu vejo e admiro, mas não é meu!

⁠Trago flores no coração🌹, e as pedras eu as deixo no chão🍃 !