Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Às vezes eu não sei quem comanda os meus pensamentos,
Parece que há um estranho dentro de mim,
Uma divergência de opiniões dentro do meu próprio corpo,
Mas como pode!
Talvez tudo esteja errado,
Talvez o caminho que eu tenha escolhido não seja o correto,
Talvez a minha felicidade nem seja mais meu objetivo,
Será?
Eu sempre fui uma pessoa decidida, com objetivos definidos,
Sem qualquer medo de amar e ser amado,
No entanto agora eu não consigo traçar objetivos pessoais,
Nem sei se o que eu sinto é amor,
Parece que as coisas ficaram um pouco sem sentido.
O pior de tudo o que passei é o que ainda sinto,
Minha cabeça pesada como um guindaste,
As idéias remoem meu cérebro como um triturador,
Pois sempre acho que existem segundas intenções por trás de cada ato.
Como pode alguém não confiar na pessoa que mais ama?
Como pode a pessoa que mais se ama, de repente de tornar uma pessoa desconhecida?
Porque a vida é assim?
Porque as pessoas não procuram resolver seus problemas, ao invés de fugirem deles?
Porque preferem tomar atitudes que ferem os outros, ao invés de auxiliá-los a encontrar um meio termo que agrade a ambos?
Eu sei, já me disseram,
Que na vida nada é por acaso,
Que tudo tem uma explicação,
Que no final desta fase eu vou entender tudo,
Tomara, porque, até agora eu não consigo entender nada!
Não querer
Eu não quero mais te desejar,
eu não quero mais adorar ficar contigo,
eu não quero mais sentir seu cheiro em mim,
eu não quero mais passar o dia inteiro pensando em ti.
só tem um problema...
eu não consigo!
Eu colheria mais margaridas
É claro que não se pode desfritar um ovo, mas não há nenhuma lei que proíba pensar no assunto.
Se eu pudesse recomeçar minha vida, tentaria cometer mais erros. Eu relaxaria. Seria mais bobo do que fui nesta viagem. Sei de poucas coisas que eu levaria a sério. Eu seria menos higiênico. Iria a mais lugares. Escalaria montanhas e nadaria em mais rios. Tomaria mais sorvetes e comeria menos cereais.
Teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Sabe, eu fui um desses sujeitos que vivem com prudência e sanidade, hora após hora, dia após dia. Ah, eu tive meus momentos! Mas, se eu pudesse fazer tudo de novo, teria mais desses momentos – muito mais. Nunca vou a lugar nenhum sem um termômetro, uma bolsa de água quente, uma capa de chuva e um paraquedas. Se pudesse fazer tudo de novo, viajaria com menos bagagem.
Talvez seja tarde demais para um cachorro velho desaprender os velhos truques, mas talvez um conselho de alguém insensato seja benéfico para uma geração futura. Eu posso ajudá-los a cair em algumas das armadilhas que eu evitei.
Se eu pudesse recomeçar minha vida, daria menos atenção às pessoas que pregam o esforço contínuo. Neste mundo de especialização, nós temos, naturalmente, uma superabundância de indivíduos que gritam conosco para levarmos a sério sua própria especialidade. Dizem-nos que temos que aprender Latim ou História, senão, seremos desgraçados, arruinados, reprovados e fracassados.
Depois de uns doze ou mais desses protagonistas terem exercido sua ação sobre uma mente jovem, é provável que eles o deixem com sérias dificuldades para a vida. Queria que eles tivessem me convencido de que Latim e História eram divertidos.
Procuraria mais professores que incentivassem o relaxamento e a diversão. Felizmente, tive alguns assim, e acho que foram eles que impediram que a minha vida fosse muito pior. Foi com eles que aprendi a colher as poucas e míseras margaridas que colhi pelo caminho ingrato da vida.
Se eu pudesse recomeçar minha vida, começaria a andar descalço desde o começo da primavera e continuaria até o fim do outono. Mataria aula mais vezes, jogaria mais bolinhas de papel nos professores. Teria mais cachorros. Iria para a cama mais tarde. Teria mais namoradas.
Pescaria mais. Iria mais ao circo. Iria a mais bailes. Andaria em mais carrosséis. Seria despreocupado enquanto eu pudesse, ou, pelo menos, até ter alguma preocupação – em vez de me preocupar com antecedência.
A seriedade provoca mais erros do que a alegria. Os atritos da vida familiar acontecem, em geral, mais nos momentos de grande seriedade do que nos momentos de alegria. Imagine quão melhor seria se as nações – para ilustrar meu ponto –, em vez de declararem guerras, declarassem festivais internacionais!
G. K. Chesterton disse, certa vez: “Uma característica dos grandes santos é seu poder de leveza. Os anjos conseguem voar porque dão pouca importância a si mesmos. (…) A gente "se fixa" numa espécie de seriedade egoísta; mas é preciso erguer-se para um alegre esquecimento de si mesmo. Um homem "se afunda" num escritório marrom; mas ele tenta alcançar um céu azul.”
Num mundo em que todos parecem obcecados pela gravidade da situação, eu me levantaria para glorificar a leveza da situação. Pois eu concordo com Will Durant que “a alegria é mais sábia do que a sabedoria”.
Mas duvido que eu cause muito dano com a minha crença. A oposição é bem forte. Há muita gente séria tentando fazer com que todo o resto do mundo fique sério também.
Escuto por aí alguns, dizerem,
"eu perdoo, mas não esqueço".
Então, não houve perdão.
O perdão se dá quando a ofensa não é recebida, é entendida!
Não é creditada ao sujeito.
Compreendida apenas como um ato falho de uma raça em evolução.
Mas...corrigida, reeducada, e jamais punida.
Como ser eu se eu não sei quem eu sou ?
Eu só deixo o meu eu dizer. Irritado, feliz, grosso, estressado, ansioso... Eu não sei, depende do momento, do dia, da pessoa, do clima, da música, do olhar, do som... Eu não seguro os impulsos, não me reprimo, eu só me deixo ser quem eu preciso ser.
Mas como ser eu se eu não sei quem eu sou ? Talvez a única resposta possível é: Sendo livre...
Estou eu aqui novamente, embriagado a questionar "Deus" sobre minha solidão!!!! Hoje não pertenço mais ao viés sádico do desafio! Tento entender é puramente libertador
Eu não tenho rótulo para o que escrevo,
escrevo e pronto.
Pego a caneta e rabisco no papel
o que me vem, e como me vem.
Sei que penso demais e nesse exato momento
estou pensando que isso não te interessa.
Necessito que não me leia, mas me sinta.
Sou uma maldita escritora amadora,
que não me conformo em
deixar na cabeça tudo o que ela pensa.
Rabisco tudo, e tudo parece tolo demais
para outro ser humano me ler.
E também minha letra é um amontoado de rabiscos
Não sei o que pensaria se visse.
Não tenho a escrita preguiçosa, eu só acho que
minha cabeça é rápido demais para uma mão alcançar.
Sou uma escritora amadora
e por agora não quero mais falar.
Ah! Pudera eu ser presenteado com a sua adorável companhia. Mas se por acaso falar-me não... Ainda assim suplicarei aos deuses do amor por sua presença... E talvez seja convencida sublimemente a dizer-me um sim.
toda vez que olho meu relógio,
o tempo me diz o obvio
os minutos não vão correr
para eu poder te ver
Eu sou feita de uma alma intensa, e não tenho paciência para meias verdades, meios amores ou meias palavras. Comigo é tudo ou nada, fogo, brasa,incêndio ... comigo é olho no olho e pele na pele...como é quer ou racha fora...
sim eu me perdoei pelos meus erros de meu passado
mais isso não me faz um bom homem
isso apenas depende do que você enxerga e sente por mim
mais a minha mudança está muito clara.
Ah, filho! o quanto amo-te, quisera eu não precisar sofrer por ti, quisera ter a liberdade de apenas sorrir com pensamentos de ti, ainda espero ver-te paciente e amável como dantes, ainda espero ver-te aos pés da Cruz de Cristo a caminho da salvação.
Eu sinto tanta saudade, mas já insiste tanto em algo que não era pra ser, algo que me machuca. Isso me faz repensar no que estou sentindo.
“Eu grito e ninguém me ouve, talvez seja porque não emito sons, apenas pensamentos, a pressão é tão grande que se transforma em lágrimas, que transbordam os limites da liberdade, alcanço apenas os murros pelos meus que me fazem sonhar, o anjo vira, sei que vira, de terno e gravata para me salvar do inferno que hoje aprisiona minha alma em meu corpo.” Thiago Oliveira – Direito Penal.
Eu costumava sentir falta da pessoa que eu poderia ter sido. Não sinto mais. Porque é o dia do juízo final e uma chamada à oração.
vida muito louca
uma hora eu me sinto lá em cima
e outra hora me sinto lá em baixo
não sei onde me encaixar
e onde eu devo estar
ou talvez eu tenha nascido apenas para falhar.
Se eu lembro da banda Roupa Nova
Te cantando pra ser a minha Dona,
Meu esforço você não sanciona
E de pronto a ação você reprova.
Eu sou visto tal qual um Casanova
Ou alguém de atitude fanfarrona,
Mas te quero pra ser minha madona
Se quiseres a ti eu mostro prova.
Se me deres um pouco de espaço,
Te devolvo-o dobrado em doçura
Embrulhada em pacotes de abraço.
Abra mão dessa sua armadura
Que sequelas não deixa meu amasso
Pois o laço que faço é com ternura.
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