Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Eu não nasci pra ficar no anonimato... Ficar calada quando tudo o que eu mais quero é gritar... Silenciar-se diante de uma situação é pura covardia... É tirar do outro o direito de defesa... Do próprio entendimento... Mas analisando bem, de repente é melhor este teu silêncio covarde que palavras vazias... Palavras que não justificariam o estrago causado vida afora... Ou melhor, coração afora... Se não tinha intenção de ficar, nem devia ter chegado... Porque chegar, fazer morada e partir assim na calada da noite, só confirma o quão covarde tu és... Sendo assim, o teu silêncio contradiz o barulho que ele faz...
Será que já não sei mais reconhecer o amor, talvez eu tenha perdido a mão, e me assuste com alguma circunstância nova.
Talvez eu esteja me protegendo do ato de se apaixonar que sempre foi complexo pra mim.
- À TOA -
(Para o fado das Horas)
Se eu morrer de madrugada
Numa cama só e triste
Não te esqueças minha amada
Nem de mim te despediste.
Se eu morrer em noite escura
Numa casa sem janelas
Não te esqueças, com ternura
Junto a mim, põe duas velas.
Se eu morrer em dia claro
Numa rua da cidade
Esse dia será tão raro
Deixarei em ti saudade.
Mas não vou por ti morrer
Quero mais acreditar
Vou esperar, não vou esquecer
A promessa qu'irás voltar.
Se você soubesse quantas vezes eu te imagino comigo. Por que não aparece qualquer dia? Podemos tomar um vinho, jogar conversa fora ou até mesmo bagunçar a cama. Mas aparece. Estou sempre por aqui. Tenho andado um pouco distraído, mas também penso muito em você. Aproveita que amanhã é sexta e aparece. Pensa com carinho.
NAO IMPORTA QUANTO TEMPO SE PASSE OU ATE MESMO A IDADE QUE EU VENHA TER HOJE
EXISTEM AROMAS QUE NOS
TRANSPORTAM LA PARA NOSSA INFANCIA
TALVEZ
POR: José Luiz Mak.
Eu já fui tão longe que não pude voltar, já fui depressa demais, envolvido e entusiasmado, vivi dias por semanas e meses por anos, ganhei, perdi tão estupidamente que não percebi qual era o melhor e qual o pior. Sonhei o que não pude alcançar e alcancei o que não deveria, me entristeci, chorei, gritei, quase desisti, cheguei ao fundo do poço, amarguras, mal tratos, humilhações; não vivi achando que teria vivido, destruí amigos, amores e o meu próprio brilho, foi tudo válido?! Talvez!? experiências ruins, muito tristes e decepcionantes, contestei a Deus, a vida e a mim mesmo, me julguei, me pus na obscuridade, acabou?! Talvez!? mudei de vida, de cidade, de atitudes, fiz novos amigos e novas promessas, cresci na estatura, cresci na puberdade e na maturidade, cresci na mente e na dignidade, ganhei da vida o que eu nunca poderia ter imaginado, ou, sonhado e que nunca poderia alcançar depois de ter perdido quase todas as esperanças, priorizei algumas coisas, abandonei os vícios e os velhos costumes, levantei o mento, me renovei, ouvi os mais velhos e mais experientes, absorvi tudo e qualquer benefício para minha vida e meu caráter, acolhi, ensinei, ajudei, emprestei, até mesmo doei o meu próprio ego, renasci novamente para a vida, perdoei a minha própria alma, fiz o possível e o impossível, acreditei, apostei meus dias e minhas noites, no final das contas valeu?! Talvez!?
Me sentirei realizado caso não realize todos os meus sonhos, mas meu objetivo eu vou conquistar e ponto!
Eu já nem vivo mais
Talvez morri e meu espirito não sei o que faz
O meu corpo anda, mas minha mente parou
Cansou
Desertou
O ar entra pesado, sai sangrado
Porque aqui dentro os órgãos estão todos ensanguentados
De tanto apanhar da realidade
Que faz cada minuto parecer uma eternidade
Doí ficar de olhos abertos
Ver que a morte não é tão ruim assim de perto
É só uma parte do todo
Ou o início do nada
Eles me venderam esperança
A preço do meu tempo
Baixos movimentos
Desentendimentos
Fazem parte da dança
Talvez seja exagero
No fim é só um reflexo no espelho
Metamorfose de gigantes sem amor
Eles guardam rancor
No cofre mais seguro
Para que você deseje ficar no escuro
Não é fácil entender
Que aqui em baixo é ganhar ou perder
Ou mata ou morre
Mas não é sobre tirar vida, é matar a vontade de vencer
Noite ou dia
Tanto faz
A vontade é de ficar na cama
De gritar cada vez mais
Mas quando penso em desistir
Vem o amor
Assim
De um jeito tão fácil
E me faz sorrir
Eu não acredito no amor.
Eu costumo acreditar
Em contos de fadas,
Em criaturas inexistentes
Em tudo o que me contam
Ou deixaram de contar
Eu acreditei nas promessas
Que a moça ali me fez
Eu já me deparei com muros
feitos para serem escalados
Já vi flores crescendo no cimento
Tantas árvores floridas
Já ouvi e vivi sonhos impossíveis
Mas eu não acredito no amor
Porque o amor, é complicado
Os poetas escrevem, os poetas suspiram
Os contos retratam os felizes finais
Mas, hoje em dia, alguém realmente ama de verdade?
Não há
Bastava-me um motivo
E eu sorriria,
Mas não, não havia sorrisos
Muito menos motivos.
Nunca ninguém sorri
Nunca há motivos,
Tudo o que a vida dá
São penitências de fazer santos
E exigências de criar heróis.
Nem com milagres
Nem com promessas
Nem procure sorrisos
Onde nunca antes foi achado.
"Eu só não me perdi...
... porque te conheci.
E sabe o que eu senti?
Que não sei viver sem ti"
Admilson
"Eu não preciso do brilho das estrelas... durante a noite.
E sim!
Basta ter você comigo.
Pois o teu brilho... é tão belo quanto o delas."
Admilson
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