Pede me Perdão
PAZ
Que a paz se faça morada no íntimo e leve a serenidade em harmonia aos corações. Que seja leve como a brisa na natureza. É sagrado cuidar do templo interior e dos feixes de luz que habitam no intrínseco da alma. Que a energia conduzida seja sempre em busca do equilíbrio e o caos "inluz" do outro não afete a luz motriz divina que habita dentro doSER. É importante transformar o depósito de negatividade em fonte de positividades.
A escolha de elevar o padrão vibratório é individual. O perdão segue olhando para frente por entender que não cabe julgar ou apontar o dedo, mas compreender que sempre há uma razão pra quem se perde no caminhar. Quando insistimos, querendo mudar ou ajudar quem não quer ajudar, o problema está conosco. Não podemos nos anular para existir no outro. A paz é uma decisão particular.
É no silencio que a lamparina de força interior propaga a sabedoria da resistência, resignação e resiliência. Acendendo a paz que faz jogar fora os acúmulos de lixos sentimentais, soprar a poeira que impede a visão evarrer do coração as terras que cobrem o perdão. São nos erros próprios e dos outros que ficam as lições de que é preciso cultivar a paz.
Seja você a paz que tanto procura. Não importa o que te dão, mas o que ofereces.
Seres humanos tem a tendência de fazer dos motivos falhos ou das maldades de outros, uma brecha para tirar vantagens, ganhar benefícios, humilhar ou manipular em proveito próprio.
#GRATIDÃO
O segredo da força está na vontade...
De abandonar a má vaidade...
De ver o irmão...
Com o coração...
Se virmos algo de bom nas pessoas...
Devemos compreender que esse bem não estão nelas...
Está em nós...
De forma singela...
A beleza está nos olhos de quem vê...
Deixe esse brilho aparecer...
Enquanto o sábio agradece...
O tolo de tudo reclama...
Não seja trevas para quem lhe chama...
Seja luz...
Frondosa chama...
Às vezes nos fazem crer...
Que nascemos em um mundo...
Que não é bom viver...
Saiba que...
Se assim se sentir...
É chegada a hora de mudar...
Crescer...evoluir...
Encontre a paz...
Mas não a do mundo...
A do universo...
Encontre a sua...
Aguardando por você...
Lá dentro...
Bem no fundo...
Qual o caminho?
Cada um tem o seu...
O tempo não pára...
Mas ele é meu...
Pode ser também seu...
A vida não é sobre o que você tem...
Sobre o que você quer...
É sobre o que você deixa de ser...
Sobre o que você se torna...
Essa é a arte de viver...
Seja seu mestre e faça seu sonho florescer...
Caminhe ...
Faça de sua jornada...
Lindos contos de glórias...
Esqueça suas mágoas...
Conte outras histórias...
Nunca esqueça, nem despreze de onde veio...
E não corra para chegar...
O destino é certo...
E só o amor tudo pode mudar...
O criador não está em templos construídos pelos homens...
Mora dentro da gente...
Quem olha para fora sonha...
Quem olha para dentro desperta...
Quanto mais luz você se permite...
Mais brilhante você se torna...
Se nos julgamos melhores que nossos irmãos...
Como vamos esperar melhores atitudes do que as nossas?
Compreende ?
Encontre a você mesmo...
Suas raízes...
E terá encontrado suas asas...
Construa seus castelos...
Mas nunca se apegue a eles...
Para ser feliz...
Tão pouco preciso...
Assim aqui termino...
Sandro Paschoal Nogueira
#O #VOO DA #MARIPOSA
Ardendo por arder em viva chama...
Sinto, suspiro, choro, colho o pranto...
De inocente olhar, puro e perverso...
Envolto em mistério nevoento…
A mariposa
Soberba...
Confiada...
Bela...
Subiu ao sol...
Cobriu o dia...
Em revoada...
Invadiu a vila...
Sendo desfeita e castigada...
Pela inveja fera de gente má e malograda...
E a multidão dissimulada...
Vivendo tal qual serpente enrolada...
Não lhe deu trégua...
Vomitou ódio pela bocarra...
Tentou compreender a angustiante desgraça...
De ser bela e tão odiada...
Não conseguiu...
E sem entender partiu...
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano...
Também ocultei-me em meu abandono...
Foi tudo uma surpresa... Tudo de repente...
Toda a minha alma naquele momento indiferente…
Hoje...
Diante alucinações de um vinho triste…
Pesadelo hediondo me assombra...
Em tê-la visto perder-se na estrada...
A manhã nasce em muitas janelas...
Quem sabe...
Um dia...
Eu tenha o perdão dela...
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Original é quem se origina de si mesmo...
Que encara o abismo que o chama...
Que sendo de toda a parte
não é de lugar algum...
Que planta e colhe a própria sorte...
Que faz do choro o riso...
Que amplia seus horizontes...
Tendo o céu como limite...
Não se cansa...
E se cansa...
Segura o peso e segue adiante...
Original é quem enche os copos...
Sem perder o juízo...
Que tal como um gato possui sete vidas...
Não desprezando nenhuma em qualquer esquina...
Original é aquele...
Que foi expulso do paraíso...
Que lavra o coração...
Fortalece os sentidos...
Que acima de tudo não esquece...
Mas se compraz no perdão...
Original é aquele...
Que desce às ruas...
Como se fizesse amor...
Que em madrugadas solitárias e frias...
Encontra em si mesmo o próprio calor...
Original é aquele...
Que percebe as mentiras...
Mas que com elas não se deita...
Que enfrenta os medos e as dores...
Que não perde as rédeas da vida...
Que mesmo sendo sofrida...
Cultiva o amor...
Sandro Paschoal Nogueira
Relevar. Verbo que aprendi a conjugar com maior frequência e que tornou a paz de espírito mais constante desde então.
Já gritei ao vento, pedi atenção,
sonhei com o mundo ouvindo meu coração.
“Ah, se o mundo inteiro pudesse me escutar...”
Mas hoje, só quero a mim me escutar.
Não busco aplausos, nem multidão,
preciso é silêncio, encontro, perdão.
Me ouvir nas pausas, me entender sem pressa,
reconhecer minha alma, que ainda recomeça.
Antes queria ser vista, agora quero me ver,
antes buscava no outro, hoje volto a me ter.
Não é mais o mundo que preciso convencer...
É a mim que eu preciso pertencer.
Como erramos muitas vezes por estresse ou infelicidade! Sabedoria e amadurecimento ajudam a reconhecer os erros, pedir desculpas e melhorar o comportamento.
#bysissym
"Vislumbro-te minha deusa das perdições.
Olhar-te é perigo, é se lançar aos leões.
E teus olhos me prendem em doces sonhos e alucinações.
Aquele que, por milésimos te vislumbra, é certo, fica preso em seus grilhões.
Ah mulher!
Se tu fosses música, é certo, seria a mais doce das canções.
Encanta-me teu corpo, a mais bela das tentações.
Coleciona em tuas mãos, daqueles que te admiram, os corações.
Poço profundo, onde afogo falsos amores e antigas paixões.
As mais belas palavras, tornam-se vazias, ao tentar narrar as inenarráveis sensações.
És dos erros os perdões.
És me luz nas escuridões.
És me companhia nas solidões.
Se fosses uma flor, seria a mais bela dos vales, das campinas e dos sertões.
Ter-lhe em minha vida é a mais doce das ilusões.
Liberte-me desta prisão, traga-me emoções.
Peço por favor, liberte-me dos seus grilhões..."
Eu devo estar louco.
Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo.
Passo sufoco.
As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco.
Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro.
Me sinto um tolo.
Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço.
Não me perdoo.
Por deixar-lhe voltar de novo.
Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo.
Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto.
E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...
"E hoje eu já não sei se é realidade ou uma ilusão.
Sei as verdades do meu mas, não sei as verdades do seu coração.
Existe amor longe dos seus olhos, do teu abraço, dos teus beijos ou do teu cheiro, minha paixão?
O que eu sei; longe de você só me existe solidão.
Creio eu que, não pode tudo ter sido em vão.
Foi o teu olhar que me tirou a razão.
É só no seu beijo que encontro minha calma e perco o meu chão.
Eu tento resistir mas, fraco que sou, caio na sua tentação.
No fim, se errei, o que me resta é pedir-lhe perdão..."
"E do rosto dela, escorreu uma lágrima.
Não entendi muito bem o porquê de, naquele momento, ela voltara.
Não sabia ao certo por que me chamava.
E do rosto dela, eu sequei uma lágrima.
Olhava em meus olhos, não entendi o porquê chorava.
Uma vez que, foi ela quem decidiu partir pra longe de mim, não quis ser minha morada.
E do rosto dela, escorreu uma lágrima.
Por perdão ela implorava, me dizia que estava arrependida, até ajoelhara.
Me disse que estava mudada, que só de mais uma chance precisava.
E do rosto dela, eu sequei uma lágrima.
Talvez ela tenha visto em mim algo divino que, seria capaz de perdoa-la.
Não consegui abrir mão das minhas mágoas, ela estava enganada.
E do rosto dela, escorreu uma lágrima.
Nessa noite ela partiu aos prantos, jurando que não mais voltara.
Rogo para que, ao menos, tais juras não sejam falsas, pois minhas verdades, são amargas.
E do meu rosto, eu sequei uma lágrima..."
"E eu fitei-a.
Fitei-a não porque queria fitar.
Mas porque em seus olhos, achei que poderia encontrar um lar.
Encontrei no seu negro olhar muitas coisas, mas perdi o ar.
Desaprendi o significado da razão e aprendi o significado do amar.
Mesmo sem um sorriso, ela sabe me alegrar.
Mesmo sem um toque, ela sabe me ganhar.
Mesmo em ausência, ao seu lado, eu queria estar.
É impossível esquecer e mais ainda, me controlar.
O abandono, por vezes é fácil perdoar.
Te vejo ao longe, me falta chão e falta à minha noite, um luar.
Me falta também um coração, pois o meu eu lhe dei, para amar.
Naquela noite eu fitei-a, mas não porque queria fitar.
Eu fitei-a, porque em seus olhos, descobri o que é amar..."
É um misto de emoções que me consomem por inteiro.
Nesse oceano de sentimentos, me afogo, não tem jeito.
A cada maré, algo de ti me domina, com total efeito.
Maré vem, amor. Se vai, ódio.
Maré vai, desprezo. Vem, desejo.
O todo me confunde, mar é rio.
Já não sorrio.
Rio profundo, que me inunda de saudade, solidão.
Rio se torna um ofurô, onde me banho no fervor da sua paixão.
Companhia minha, em sua ausência, se tornou a solidão.
O meu sonho, mesmo sem erro, é o frescor do seu perdão.
Sinto o toque frio do vento, infelizmente, não é sua mão.
E novamente, por inteiro, me consome, a emoção.
Emoção é o amor, amor é perdão.
Perdão é desejo e desejo é paixão.
Paixão de um só, infelizmente, é solidão.
"O meu eu, ateu, fez de ti um templo de adoração.
Eu que não tinha divindade, faço de ti hoje, meu único motivo de oração.
O meu eu, inexorável, frio, por você, abriu alas ao diálogo e ao perdão.
Fez-me sentir o calor e o aconchego da paixão.
O vazio que trazia eu no peito, quando sinto seu beijo, se preenche com chamas, meu coração.
As noites, com seus ventos gélidos, já não me causam o apavoro de outra ocasião.
Hoje tenho seus suspiros e abraços para afastar de mim a solidão.
As palavras não foram em vão.
Quando se trata das palavras, o meu eu, ateu, agora só lembra daquela nossa oração.
Quando a cada beijo e abraço, aquele "Eu te amo" se traduzia em uma forma redimir-me junto à minha religião.
Fiz de ti muitas coisas; o meu eu pecador fez de ti perdão.
O meu eu, ateu, fez de ti minha religião.
Fiz do teu corpo, na noite, meu templo de adoração..."
"A noite vem e com ela me torno um poço de indagação.
O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão?
O que seria dos poetas, se não existisse a solidão?
Será que por ti, palpitaria, se eu tivesse, mais um coração?
Existe, mesmo que ínfima, na loucura, um pouco da razão?
E a loucura, quanto existe dessa, na emoção?
O que é mais assustador, o silêncio da indiferença ou o estrondo de um trovão?
O que me cega mais, o brilho dos seus olhos na escuridão ou da manhã, o primeiro clarão?
É possível ser grato pela ingratidão?
Por quem bate seu coração?
A noite vem e aflora em campo fértil, minha imaginação.
Eu que era poço, na madrugada, sou um oceano, de indagação..."
"Você quer se dividir entre o seu ego e a razão.
Infelizmente, você não acresceu o mais importante, nessa equação.
O coração.
Quer viver uma vida de aparências, uma vida de solidão.
Uma vida de amores rasos, criou para si, a própria ilusão.
Verás que não se pode confundir amor, com uma simples paixão.
Toda face que você olhar, lá estarei, jamais escapará, desse grilhão.
Se tivesse pedido, haveria perdão.
Se torço por sua felicidade? Óbvio que não.
Primeiro, deves pagar a sua penitência, a sua expiação.
Depois que sua alma sangrar como a minha, cogitarei tal questão.
No jogo do amor saí e sempre sairei derrotado; no jogo da indiferença, sagrei-me campeão.
Você se afogou no seu ego, o que poderia te salvar, você abriu mão.
De mim? Não.
No pecado, não existe salvação.
Abriu mão de nós, da nossa felicidade, da sua própria razão..." - EDSON, Wikney
A estada no inferno diminui toda vez que conseguimos ainda nesta existência reparar parte do erro, da infelicidade e do mal que causamos a outrem por amor com convicção de que só o bem em verdade liberta na mesma direção.
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