Pecado
Às vezes me sinto como um grão de areia
Um sentimento não tão límpido
No pecado entre veredas;
Mas com um amor imensurável
Sacrificando o meu caminho
pelo amor mais que desejável;
O perdão
O Deus da lei matava pessoas! Hoje a situação não é diferente! O pecado Mata! Deus permitiu que seu filho morresse pelo nosso pecado! Jesus Cristo morreu e ressuscitou para nossa justificação. Jesus morreu pelo pecado em nosso lugar. Nós pela fé morremos também. Mas de igual modo ressuscitamos, novas pessoas em Jesus Cristo. Quem não crer em Jesus Cristo, também não terá vida eterna, pois o pecado assim permite. Então só há uma saída para o pecado humano. Que é entregar o nosso pecado a Jesus Cristo, para assim termos vida eterna em Jesus Cristo, pois assim recebemos o perdão dos nossos pecados!
Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.
"É fascinante como a engrenagem da revelação funciona com tanta precisão: enxerga o pecado do fiel comum em alta definição, mas sofre de uma súbita cegueira espiritual quando o erro veste terno e gravata no púlpito."
Antes que o pecado entrasse na história humana, o propósito redentor de Deus já estava estabelecido.
... o pecado
visto como uma afronta ao
senso comum, por vezes, esconde
um ato de coragem na superação dos
próprios vícios e crenças — uma vez que a espontaneidade é fruto doautoconhecimento
adquirido, jamais refém de regras
estabelecidas!
Entre a Queda e Deus
Quantas vezes pedimos a Deus que nos livre do pecado, enquanto nossos próprios passos continuam procurando os mesmos caminhos?
Pedimos força, mas alimentamos as fraquezas. Pedimos que Ele nos afaste daquilo que nos destrói, mas permanecemos próximos demais daquilo que sabemos que pode nos fazer cair.
Talvez essa seja uma das maiores contradições do ser humano: queremos que Deus mude aquilo que nós mesmos não fazemos esforço para mudar.
Há vícios que não moram apenas nos nossos hábitos. Estão impregnados na pele, escondidos nos pensamentos, acomodados nos desejos e, muitas vezes, profundamente enraizados na alma. Tornam-se tão familiares que começamos a tratá-los como parte de quem somos. Dizemos: “Eu sou assim. Não consigo mudar.”
Mas será que não conseguimos ou simplesmente nos acostumamos a não tentar?
É mais fácil pedir um milagre do que enfrentar a disciplina da mudança.
É mais confortável pedir que Deus retire as pedras do caminho do que aprender a olhar onde colocamos os pés.
E quando caímos novamente, olhamos para o céu e perguntamos: “Deus, por que não me ajudou?”
Talvez Ele tenha ajudado.
Talvez tenha colocado diante de nós a consciência, o discernimento, os sinais e até aquela pequena voz interior dizendo: “Não vá por aí novamente.”
Mas ainda assim fomos.
Deus pode mostrar a porta, mas existem portas que somente nossas mãos podem decidir atravessar.
A fé não deveria servir para retirar de nós a responsabilidade pelas escolhas. Pelo contrário: talvez a verdadeira fé comece justamente quando compreendemos que pedir ajuda a Deus também exige disposição para ajudar a nós mesmos.
Não somos perfeitos.
Caímos.
Erramos.
Repetimos erros que juramos nunca mais cometer.
E talvez o problema não esteja simplesmente em cair, porque a queda também pertence à fragilidade humana. O verdadeiro perigo está em transformar o chão em morada.
Uma queda pode nos humilhar ou nos ensinar.
Pode nos enfraquecer ou nos tornar mais conscientes.
Pode ser apenas mais um erro repetido ou o instante em que finalmente olhamos para dentro e perguntamos: “O que existe em mim que continua me trazendo até aqui?”
É preciso coragem para vigiar os próprios pensamentos.
Coragem para reconhecer nossos desejos antes que se transformem em atitudes.
Coragem para admitir que nem toda culpa pertence ao mundo, às circunstâncias ou a Deus.
Há batalhas que acontecem dentro de nós.
E talvez sejam justamente as mais difíceis.
Por isso, quando cairmos, que não desperdicemos a queda.
Que ela nos ensine alguma coisa.
Que levantemos mais atentos, mais fortes, mais conscientes daquilo que somos e, principalmente, daquilo que ainda precisamos transformar.
E então, sim, olhemos para Deus.
Não apenas pedindo que Ele nos carregue para longe dos nossos erros, mas pedindo sabedoria para reconhecê-los, força para enfrentá-los e humildade para assumir nossas próprias escolhas.
Porque talvez Deus não esteja distante quando caímos.
Talvez sejamos nós que, algumas vezes, desviamos os olhos enquanto caminhamos.
E voltar para Deus pode começar com algo profundamente simples e profundamente difícil:
olhar para dentro de nós mesmos, reconhecer nossos passos e escolher, verdadeiramente, um caminho diferente.
“Amar o nosso próximo não significa chamar o pecado de virtude. Significa amar o pecador o suficiente para não abandonar a verdade que pode conduzi-lo ao arrependimento.” (Tito 3.8)
Aqueles que estão vivendo no pecado, sem arrependimento, muitas vezes fogem da Palavra, porque ela é luz, e a luz expõe as trevas.
"E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más."
(João 3:19)
Meu pecado, Ele tomou.
Minha culpa, Ele levou.
E agora, quando me vejo fraca,
é quando mais posso ver
a força da Sua Graça.
O pecado não suporta a verdade,
Pois ela rasga a falsa liberdade.
Quem não quer mudar desvia o olhar,
Pois sabe que a Bíblia vai confrontar.
Mas quem se rende, quem quer ser sarado,
Mesmo ferido se achega quebrantado.
Pois a Palavra não veio condenar,
Mas curar, lavar, restaurar.
Pecado escondido adoece a alma,
corrói em segredo, mata em silêncio.
Mas o arrependimento é chave da vida,
e a confissão abre o rio da graça.
Melhor despir-se diante da cruz,
do que ser exposto no dia final.
Melhor chorar agora aos pés do Cordeiro,
do que ouvir d’Ele: “Nunca vos conheci”.
“O pecado que o homem esconde, Deus expõe; mas o pecado que o homem confessa, Deus perdoa.”
Provérbios 28:13 – “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.”
O pecado afasta. Ele exila o homem da comunhão. Ele interrompe o fluxo da presença, endurece o coração e obscurece o entendimento. Adão, ao pecar, escondeu-se. Caim, após sua desobediência, foi lançado fora. Judas, após trair, se afastou da comunhão. O pecado sempre nos empurra para longe do sagrado.
O pecado distancia, mas o arrependimento aproxima. O pecado corrompe, mas o arrependimento regenera. O pecado fere, mas o arrependimento cura. O pecado nos afasta da glória, mas o arrependimento nos conduz de volta à Graça.
