Pecado
O poder e a eficácia da morte de Cristo consiste na abolição do pecado e da morte, e também da lei, que é o escrito de dívida que nos é contrário.
Um ato que é inevitável por causa da determinação de qualquer decreto, não merece o nome de pecado.
Não evite pecar somente por temer as consequências do pecado, mas evite pecar prioritariamente por seu amor e gratidão a Cristo.
Por mais que você tente enterrar o seu pecado, este tornará a aparecer mais cedo ou mais tarde, se não for apagado pelo Filho de Deus. Se o homem nunca conseguiu fazer isso em seis mil anos, é melhor você e eu desistirmos de tentar.
Teologia Arminiana
Se Deus expulsou Adão do Éden por causa de um pecado, como é que podes tu esperar entrar no paraíso com os teus?
Teologia Arminiana
O avivamento é uma renovada convicção do pecado e do arrependimento, seguida de um intenso desejo de viver em obediência a Deus. É entregar a vontade a Deus em profunda humildade.
Quem busca Deus de verdade sempre inquieta aqueles que transformaram a convivência com o pecado na ilusão de que Deus continua aprovando seus caminhos.
Quem usa a hipocrisia dos outros para abandonar a comunhão faz do pecado alheio a justificativa da própria distância.
O pecado raramente se impõe de uma vez; primeiro é cometido, depois explicado, mais tarde defendido, e por fim normalizado na alma.
Todo pecado segue um caminho: prática, justificativa, defesa e acomodação. Quando você percebe, já fez paz com ele.
O Evangelho revelou que meu pecado é mais profundo do que eu imaginava, mas que o amor de Cristo é infinitamente maior do que eu poderia compreender.
O mundo atual aplaude escândalos e normaliza o pecado, e é por isso que o mundo nunca deixará de cancelar a Igreja de Cristo.
Vivemos em uma sociedade que chama o pecado de virtude e a virtude de intolerância, exatamente como Isaías denunciou: ‘Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal’ (Isaías 5:20).
O regenerado não vive na prática do pecado; a transgressão torna-se um acidente e não o seu estilo de vida.
A cruz não é apenas o lugar onde Deus resolveu o problema do pecado; é o lugar onde Deus revelou, de forma definitiva, quem Ele sempre foi: amor que se entrega sem deixar de ser justiça. Em Jesus, Deus entrou na nossa dor, assumiu a nossa condição e carregou sobre Si tudo aquilo que nos afastava da vida. Na cruz, o perdão deixou de ser um discurso e tornou-se um acontecimento; a reconciliação deixou de ser uma esperança distante e passou a ser um convite presente. Quem crê em Cristo descobre que a cruz não anuncia condenação, mas graça; não celebra a culpa, mas a libertação; e aponta para a ressurreição como a vitória da vida sobre toda forma de morte.
Na Cruz, Deus revelou Seu amor sem reservas. Em Jesus, o pecado foi vencido, a culpa perdeu seu poder e o caminho de volta ao Pai foi aberto. Quem crê encontra perdão, reconciliação, esperança e a vida que nem a morte pode interromper.
O Evangelho de Cristo resplandecerá soberano por toda a eternidade, ainda que as trevas e o pecado o oprimam neste mundo caído.
