Pecado

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Pecado Gostoso
Helaine Machado
Se beijo na boca fosse pecado…
oh Deus…
que pecado tão gostoso seria.
Pecado é sentir teu gosto
e não querer mais parar,
é perder o rumo do mundo
só por te tocar.
Tua boca na minha
não pede perdão,
não conhece limites,
não escuta razão.
É fogo calado,
é desejo aceso,
é o corpo inteiro
rendendo-se ao mesmo desejo.
Se for pecado, eu confesso…
eu peco sem medo,
peco de novo,
peco em segredo.
Porque tem beijos
que não se explicam,
se sentem…
se entregam…
e nunca se esquecem.
E se amar assim for errado,
então deixa ser…
porque entre o céu e o teu beijo,
eu ainda escolheria você.
Helaine Macha

⁠Para orar:
Senhor Deus...
Perdão por perdemos dos seus caminhos,
por cair em pecado.
Ajude senhor a nos mantermos firme e forte na sua presença.
Se acaso as tentações do mundo vier nos incomodar,
Resgata nos e nos mostre que é o seu caminho que é seguro.
Seja nosso guia para não caminharmos errado.
Seja nossa luz para clarear nossa vida.
Seja nosso suporte para caminhar com
Sua paz, com sua proteção e com seu amor!
AMÉM!

Por Liddy Viana ✍.

A feminilidade perfeita é a perfeição que tem a cor do pecado que desordena todo o meu juízo, ensandecendo minha atitude para com o seu pudor que me anseia pela sua nudez;
Sou teu para sua satisfação, peço-lhe que me domine da maneira que lhe convém e dê-me o que tens para o teu próprio prazer;

Para me entender arrisque-se no pecado carnal e aprenda a viver do prazer colhido
Compreenda-me que para me provocar precisa perder o medo de brincar com fogo
Só queira entrar em meu mundo se conseguir suportar as consequências
Pois das minhas indecências não há de fugir;

Às vezes me sinto como um grão de areia
Um sentimento não tão límpido
No pecado entre veredas;

Mas com um amor imensurável
Sacrificando o meu caminho
pelo amor mais que desejável;

O pecado deu ao Homem o poder de escolher, mas nunca o poder de escolher as consequências.

O perdão

O Deus da lei matava pessoas! Hoje a situação não é diferente! O pecado Mata! Deus permitiu que seu filho morresse pelo nosso pecado! Jesus Cristo morreu e ressuscitou para nossa justificação. Jesus morreu pelo pecado em nosso lugar. Nós pela fé morremos também. Mas de igual modo ressuscitamos, novas pessoas em Jesus Cristo. Quem não crer em Jesus Cristo, também não terá vida eterna, pois o pecado assim permite. Então só há uma saída para o pecado humano. Que é entregar o nosso pecado a Jesus Cristo, para assim termos vida eterna em Jesus Cristo, pois assim recebemos o perdão dos nossos pecados!

Não é o pecado que explica o caos; é a própria estrutura falha do criador.

O pecado original é uma manobra narrativa para culpar a criatura pelos erros do Criador.

Corra do pecado mesmo se tiver pelado

Suas almas condenadas por unico pecado amar a escuridão.
Seus demônios são expostos pela sua fé e seus fantasmas expostos na sua face, toquei no abismo e senti seu coração ainda bater.
Suas almas estão condenadas pelo amor.

Mansões sãos a ostentação ou um cenário fúnebre...
Ostentação apenas mais um pecado da luxúria...

⁠Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.


Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.


Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.


Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.


Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.


Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.


Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.


É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.


Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.


Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.


E que — o Céu é uma escolha possível!


E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.


Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.


Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.


Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.


No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.

⁠Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.


Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.


Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.


E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.


Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.


É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.


É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.


O ódio é sempre uma simplificação…


Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.


Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.


Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.


Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.


No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.


É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.


É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.


E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.

⁠Ao sermos livres do espírito do pecado, herdado de Adão e Eva, o Espírito Santo entra em nós e nos transforma de tal forma que voltamos a ter a Sua imagem; passamos a pensar e a amar como Ele e, assim, podemos santificar o Seu Nome para a Sua glória.

O pecado não só "quebra" o coração, mas também o mancha, endurece e o separa de Deus, tornando a pessoa mais propensa à incredulidade e ao afastamento espiritual.

Cuidado...O Fardo do Pecado é Pesado.

O fogo do pecado é intenso, mas ele é apagado com uma pequena porção de lágrimas, pois a lágrima apaga a fornalha dos erros e purifica nossas feridas do pecado.


João Crisostomo

Julgamos o pecado alheio e pedimos para Deus perdoar os nossos.

Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.