Pecado
O pecado venceu a força do forte — não porque era mais poderoso, mas porque o forte escolheu não resistir.
“Sansão.”
Por amor a Jônatas, Deus honra a promessa.
Por amor a Davi, Deusperdoa o pecado. Mas
por amor a Si mesmo, Deus salva o homem.
(2 Sm 9:1 • 2 Sm 12:13 • Is 48:11)
Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.
Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.
Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.
Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.
Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.
Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.
Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.
É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.
Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.
Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.
E que — o Céu é uma escolha possível!
E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.
Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.
Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.
Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.
No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.
Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.
Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.
Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.
E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.
Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.
É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.
É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.
O ódio é sempre uma simplificação…
Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.
Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.
Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.
Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.
No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.
É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.
É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.
E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.
O pecado é igual a um blecaute que nos tolhe, priva totalmente da luz que nos guia, ilumina, abençoa!
Meu medo não é o de morrer
Sim, em algum momento me render
Ser alguém sem escrúpulo
O Pecado é a chamada pro túmulo
Já que a maça é para muitos o fruto do pecado!
"Original de Adão e Eva"
Vou usar o artifício da "Branca de Neve"
No teu beijo acordar!
"Meu amor eis tao linda.
Tens a cor do pecado,
seria eu a maior pecadora,
pois quero me perder entre seus braços."
Pecado maior que o homem cometeu foi ter deturpado a imagem verdadeira de Deus, que, desde o início, sempre foi e é belíssima. O homem é que a corrompe.
A Chave Aquarela
Na tentação do desejo
olho pela janela do pecado
pensando no azul que será
quando o acaso vier a nosso lado
riscando as ruinas escuras
com o brilho de tanto amor
contradizendo o que fora escrito
recriando um unico destino imutavel
utilizando assim cada particula de vontade
que um dia ficou armazenada
na timida ausencia de decisão
irisar a luz desses sonhos em um branco papel
inundando o medo em um beco sem saida
acreditando em cada momento que fora
desacreditado pela ignorãncia de virtude alheia
assim vivenciar uma nova meta de vida
pontuar as linhas rabiscadas e dar um novo começo
acreditar na palavra amor quando lhe vier em sua direção
agindo com polidez , sendo culto , civilizado e cortez
olhar com novos olhos a policromia que a vida ofereçe
tirar da frente a nevoa que ilustra o orgulho
assim imergir o que a de bom em sua existênçia
tornar visivel cada sentimentos , mostrando ao mundo
esqueçer o medo em cima de uma pedra no alto de uma montanha
deixando assim alienado ao vento que forte derrubara
então assim expulsar essa energia negativa aos céus
vitalizando o seu timido ser com forças divinas
desprendendo do receio que te prendes
concretizando as paredes fracas da confiança
fortalecendo seu ser interior com a palavra fé
arrebentando com as teias da ilusão
que te priva de teus sonhos
olhar a escória que existe em todo lugar
compartilhando paz , com um gesto de carinho
realizando talvez o pouco desejo do proximo
mergulhando de vez na crença do poder superior de Deus ,
verás novos frutos nascer com intensidade
seras então a resposta do que procuras
o inverso do que te fez sofrer , o carisma viras a ti
um novo mundo recomeçaras , que Deus te abençoe . Amém
Eis que te mostro a serpente do pecado, aquela que nunca venceu nenhuma batalha. Eis que agora te mostro o Rei da Glória aquele que trás consigo todas as vitórias infinitas… e você tem em suas mãos a escolha óbvia entre vida e morte.
O que faz a diferença não é o pecado que te chama, mas o caminho que você trilha rumo ao propósito do Deus que lhe cobre de graça.
Todas as pessoas possuem trevas. Trevas não quer dizer pecado ou maldição, apenas. Trevas significam ausência de luz ou de entendimento. Qualquer situação em que você não sabe como agir é um tipo de trevas. Ao pedir para Deus derramar luz, você está pedindo entendimento para saber como resolver a situação obscura.
"Por que todos nos pecamos? Porque o pecado é o alimento da imperfeição humana, ele é irresistível a alma, desejo aos olhos e o desfalecer da carne."
O pecado é uma tormenta de quatro direções sem tempo aonde parar e sem vínculo empregatício com ninguém.
