Pe Fabio de Melo Amar
Amor em pé de serra.
Lugar no mundo não há
Melhor com você estar.
Amor eu vo te explicar.
O verde de seus olhos
Confunde o meu olhar.
No meio deste lugar.
Chega a dar calafrio.
Por entre roças e rios
Por entre pastos vazios.
Poder contigo encontrar.
Olhando seus olhos verdinhos.
O canto dos passarinhos.
E no seu colo deitar.
Que sonho, sonhado.
Sonhando me pego acordado.
Sonhando nesse lugar.
Você toda contente.
Sonhando o sonho da gente.
Beijando meu beijo quente.
Faltando só desmaiar.
O sonho não acabou.
O sonho só começou.
Portanto pode sonhar.
Sobrevivi ao fim de tudo... e quem deixava meu mundo feliz morreu, e surgiu desse alguém uma nova pessoa que destruiu tudo que existia de bom e feliz aqui...
A não-violência e a cobardia não têm nada a ver uma com a outra. Acredito que um homem armado dos pés à cabeça seja um cobarde no seu coração. A posse de armas pressupõe um factor de medo, para não dizer de cobardia. Mas a verdadeira não-violência é impossível sem a posse de uma autêntica ausência de medo. (...) A não-violência nunca deveria ser utilizada como escudo da cobardia. É uma arma destinada aos valentes.
(...) A prova de fogo da não-violência está em não deixar para trás nenhum tipo de rancor durante um conflito não-violento e, no final, em fazer com que os inimigos se convertam em amigos.
O homem não é objetivado pelo o que a sociedade prega, mas sim movido pelo que sentem, ou melhor, pelo que possa ser comprando.
.. Hoje eu queria sair. Só pra sair. Ver a rua, as pessoas, os carros, sentir o vento, ouvir meus pensamentos. Talvez até não pensar em nada, mas acho que propriamente isso seria impossível, pelomenos no momento. Sentir a mim mesma. Minha essência.
Hoje, eu queria sair. Ver a rua e me distrair! ...
Muitos ouvem os brados, mas dão as costas para aqueles que dizem o que muitos não conseguem falar perante a peleja da dor.Queria voltar em uma época onde palavras jogadas ao vento eram escutadas, mas o que ouvimos agora são clamores dos mudos.
As vezes e bom flutuar, tirar os pés do chão, sonhar alto, mas acima de tudo saber, que ao por os pés ao chão novamente, saberás oque fazer, para tornar seus sonhos possíveis...
A sua bamba anda meio solta, meio sem pé no chão.
Meio de boca aberta pedindo consolação.
Anda conversando bosta por ai
Convencendo os merdas pra si.
Mas no final... Cara, a sua bamba está um lixo.
Seu remexo tá um porre, seu corpo só corticoide.
Não adianta remexer, quanto mais meche mais fede.
Poupe-me o balancer dos seus calcanhares
Pois moça, a sua bamba anda meio solta.
Cara, a sua bamba? Ah, anda um lixo!
Precipício da verdadeira importância
Quem se importa com os sentimentos?
Quem se importa com os pensamentos?
Poucos, sempre a minoria para pensar no que é importante.
Toda flor apodrecida está no jardim da ilusão
Sim, é verdade.
As borboletas que perderam suas asas estão sem sua mera liberdade.
Nada, nada e nada.
Isto é representação do vazio no sertão do Ceará, será?
Isto é o que eu vejo no mundo de lá
Isto é falta de visão.
Sim, nada mais é representação do vazio em meu coração.
Uns morrem, uns vivem.
Uns odeiam, uns amam.
Uns crescem, uns são diminuídos pela própria espécie e
Esquecem que
A sede pela sobrevivência é a vontade de ser feliz.
A vida é assim
Preocupação com problemas que são facilmente resolvidos,
Preocupação com aqueles que estão em seus próprios quadros pintados oprimidos,
Preocupação com si própria acima de tudo,
Preocupação por nenhuma preocupação
E preocupação por ninguém se preocupar.
Odeio-me por odiar algumas pessoas
Queria ser mais dócil e gentil
Só que minha maneira de ver o mundo e as pessoas que vivem nele é diferente.
Decepção é o que eu tenho de mim mesma
Só queria ir... E fugir, nunca mais voltar...
Para quê defender as pessoas? Se quem se prejudica sou eu...
São as tais consequências dos meus atos
Sei que fingir não é a melhor opção
Odeio isso, odeio odiar e odeio...
Quero sair desse espaço limitado
E ir além.
"Vestiu-se de bonitezas,
calçou aquela sandália de alegria
que não aperta no pé,
e saiu por aí a espalhar
sorrisos pela estrada,
levava nos braços as
cores que colorem todos os segundos,
cabia num abraço
todo o amor que
cabe no mundo..."
* Mesmo contra tudo e todos, eu lutei todo esse tempo. Seis meses se passaram e para meus amigos, pelo menos os verdadeiros, foi uma tortura. Toda vez que me procuravam eu estava em algum cantinho chorando ou com o pensamento longe, e todos sabiam onde se encontrava os meus pensamentos. Nas vindas do colégio, olhar a janela era torturante, me levava para o passado com uma rapidez assustadora. Quando estava na sala de aula qualquer coisa me distraia, e até mesmo ouvir a voz dele, mesmo eu estando dentro da sala, me fazia chorar de parar a aula. Durante todo esse tempo fiquei incapacitada de frequentar os lugares que antes frequentava com ele. Nossas fotos até hoje nunca apaguei, nem o álbum do facebook eu tirei. Meu caderno já cansou de guardar seu nome e junto minhas lagrimas. Isso tudo estudando no mesmo colégio. Minha mãe já mandou eu desencanar.
* Hoje graças a Deus me curei de tudo isso, vivo minha vida na boa, frequento os mesmos lugares que ele. E ele, após seis longos meses sem nem ao menos dizer-me um 'oi', voltou a fazer parte da minha vida, não como namorado, mas como amigo. E sinto que algo em mim reacendeu. Já tentei de mil modos conversar com ele sobre uma possível volta, mas ele insiste em me querer como amiga.
* E, é de me deixar irada pensar que depois de tudo que passei por causa dele do nada ele volta e ao invés de reparar os erros que cometeu mas não, prefere me ter como amiga. Mas mal sabe ele que nasci pra ama-lo e vivo para faze-lo feliz. E tudo que eu mais queria era poder cuidar dele como sempre cuidei...
Era tão perfeito que "Noooossa..." pensei, e pensei mais uma vez "noooossa, coisas perfeitas não existem". 15 minutos depois eu acordei.
Ter pé no chão, não que eu não queira voar e até mesmo me pegue quase sempre voando em pensamento. Ir devagar, sempre com aquela sede de querer concluir, terminar, chegar a algum lugar bem rapidinho. Me perder no tempo e me encontrar " Putz, se passaram 2 dias e eu aqui/ali... em qualquer lugar que não me levou a canto algum, decisão alguma. Normal!(ou não...). Ser a “Dona razão” e descobrir que a razão é tão coração que as vezes não se sabe quem manda verdadeiramente nessa P*. Olhar pra trás... Nossa, quanta coisa boa/ruim. Aliás, de quantos arrependimentos são feitas as pessoas, mesmo? Dez, cem, mil, milhares... Talvez! Os erros,sei lá... E as vezes que eles deram a quase certeza de que estava sempre tão certa? Complicou. Envolvimentos errados, caminhos errados, decisões tão,tão erradas... É muito erro pra pouca vida ( bem ou mal vivida) que faz aprender, quando me perco no tempo ,aquele que me encontro, a saber aquilo que eu não devo, aquilo que eu deveria, o que não posso e aquilo que mesmo que não queira, eu sei que preciso fazer, eu preciso.
Não importa para aonde você vai, se vai a pé, de carro, moto ou na primeira classe do avião. Não importa se vai pra longe ou só "até ali". Leve roupas, casacos, biquinis, sandália de dedo e muito salto alto,mas não esqueça de carregar a bagagem principal: humildade. E essa, tem gente que abandona na primeira parada.
