Passo
Alice, essa gangorra te mata lentamente.
Nunca sabes o que pode te esperar.
Um passo de sombra,outro de luar.
Não fere quem te ama.
Por trás do olhar doce e sereno,
Há uma fera pronta ao veneno.
Raiva e ódio, veneno que retorna.
A tempestade vem sem dó e sem aviso, deixa as marcas eternas no corpo e no riso.
Franchising é empreender sem começar do zero, é caminhar por um caminho já aberto, mas com passos que ainda precisam ser seus.
Quase sempre a derrota é apenas um sentimento de fadiga. Se respirar e der mais um passo, isso passa.
Ausências..
Foram nas ausências
que nos esquecemos.
A cada calar, era um passo
De volta, estou dobrando
A esquina.
A vida é feita pra ser tocada com os pés descalços
A cada passo, cada compasso e a cada braço
GUILHERME DE ALMEIDA
Indiferença
Hoje, voltas-me o rosto, se ao teu lado passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto. E assim fazemos, como se com isto, pudéssemos varrer nosso passado.
Passo esquecido de te olhar, coitado! Vais, coitada, esquecida de que existo. Como se nunca me tivesses visto, como se eu sempre não te houvesse amado
Mas, se às vezes, sem querer nos entrevemos, se quando passo, teu olhar me alcança se meus olhos te alcançam quando vais.
Ah! Só Deus sabe! Só nós dois sabemos. Volta-nos sempre a pálida lembrança. Daqueles tempos que não voltam mais! Guilherme de Almeida
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Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce
e se desdobra e estala num segundo.
“Ver-se é o primeiro passo para libertar-se. E libertar-se é o início de caminhar com a alma inteira.”
“Cada escolha por ser autêntico é um passo na direção da inteireza.”
- do livro Fractais do Infinito
Para sempre ao teu lado
Dia a dia...passo a passo
Eu posso sentir tua presença
Estreitando o nosso laço
Laço feito de infinito,
Mas que sentimento bonito!
Pai, tua presença é força que impulsiona
Para a vida me direciona
Que Deus sempre o fortaleça e
De mim nunca se esqueça...
Que pela estrada da vida
E por toda a eternidade
Sua mão entrelaçada a minha
Seja a minha estrela- guia
E no barco desta vida
Para sempre me conduza...
Na noite tensa de um passo incerto,
ergue-se o medo, denso e desperto.
No peito, o pulso corre ligeiro,
entre o instinto e o mundo inteiro.
Não busca a guerra quem quer viver,
nem deseja ferir, nem quer sofrer.
Mas há momentos — duros, fatais —
em que a paz se desfaz nos vendavais.
É quando a vida, em risco iminente,
clama por força, firme e urgente.
E a mão que treme, sem desejar,
torna-se escudo para se guardar.
Não é vingança, nem ódio cego,
é o direito de não ser entregue
à sombra fria da injusta mão
que ameaça o corpo e o coração.
Legítima defesa — nome austero,
carrega o peso de um ato sincero:
proteger o sopro que insiste em ficar,
quando tudo parece desabar.
E após o eco do gesto tomado,
fica o silêncio, denso, marcado.
Pois mesmo justo, o ato em si
deixa cicatrizes dentro de quem o ouviu e o fez ali.
”À medida que o tempo avança, liberto-me das algemas da vaidade e passo a transitar com leveza entre ideias e ideais.”
Se negligencio minhas experiências, não supro minhas necessidades.
Se não passo pelo "processo de me permitir sentir ou viver algo", adoeço.
Toda emoção busca ser processada. Ela possui um destino. Ela busca ser satisfeita, sentida, vivida, presenciada, compartilhada.
Será que estamos permitindo isso?
É justamente isso que busca o nosso corpo: a autorregulação organísmica.
Ainda que o tempo nos tire o viço e silencie o passo, a voz do coração jamais envelhece para dizer: meu pai, minha mãe, nossa gratidão é o que nos mantém de pé.
