Pássaro Cativo
Pedir amor próprio para um apaixonado e a mesma coisa que pedir para um pássaro preso de gaiola aberta para ficar...
Ambas nao vão te ouvir
É triste ver meus sentimentos trancados e não poder solta-los,
É pássaro preso que precisa ser solto.
Flor mucha que precisa ser regada.
Pensei que amar fosse fácil!
mais amar e não poder dizer tudo com as palavras certa...
dói mais que uma queda.
É um gosta diferente, gosto do seu sorriso, seus olhos, seu jeito frio.
Acho que foi isso que me fez gosta tanto dele "seu jeito frio que me cativou"
Acho que a palavra certa para dizer a você é "gosto de você meu bem mais seu amor nunca vai ser meu"
Mais tenho ele do meu lado como amigo e vou aproveitar isso é conservar a "nossa" amizade!
Nunca tente prender ou segura, pessoa amada a força. Pois um pássaro preso em uma gaiola, até seu cantar é triste.
Pássaro preso
não canta, lamenta.
Coração acorrentado,
não bate, só vibra.
Roney Rodrigues em "Cativeiro"
PÁSSARO PRESO
Esse pássaro na gaiola
prendido por seu enrola
esta ali sem aceitar.
Todavia ele esta insistindo
e você não dá ouvido
o que ele quer, é só voar!
Essa grade que tu fez
satisfaz, somente a sua vez
e você, não quer escutar.
Passarinho esta diluído
todos seus dias em perigo
já não contenta em chorar.
Passarinho, passarinho...
Eu sou assim como tu
tosaram as minhas asas
e quando eu cai em casa
me proibiram de voar.
Minha vida é brasa em tino
comandada pelas farras
dos carrascos de passarinhos.
Antonio Montes
Pássaro Capturado
Eu
pássaro
preso
vejo da fenestra
a pouca paisagem
meses
a mesma miragem
Eu
pássaro
preso
queria morar
pelas árvores aculá
cantar veras
sem ocultar
o meu lídimo canto
livre pra voar
não existe canções
estas que pensam
pássaro
preso
que cantaria
júbilo, gosto, eufórico.
Hoje encontrei um pássaro preso dentro da minha casa… Estava numa cantoria tremenda. Lindo de se ouvir, despertando os sentimentos mais bucólicos que se pode imaginar. Quando notou minha presença passou a voar de cá pra lá. Aquele frenesi poderia ser facilmente confundido com alegria, aquela inquietude que sentimentos quando estamos ansiosos, esperando algo de bom acontecer. A vida é assim. Muitas vezes somos como aquele pássaro. Nosso “piado” parece ser de felicidade, quando na verdade é de dor, de uma alma engaiolada em si. Frenéticos de cá para lá, aparentando inquietude da animação, quando na verdade é o sofrimento da inamovibilidade.
Sou como um pássaro preso em uma gaiola. Minhas asas foram cortadas. Não posso voar. Minhas asas cortadas representam meus sonhos, que estão desabando, e os vejo cair, me machuco com eles e eu tento quebrar essas algemas que me prendem a esse sonho, mas elas são feitas de tds os sentimentos ruins há que vivi presa tds esses anos e eles construíram essas algemas inquebráveis, eles não, eu! Eu os cultivei, eu sou culpada!
Pássaro preso não chora, lamenta
Sofrimento que alimenta
Foca na missão, desistir não é opção
Pra força divina eu peço proteção.
A cada dia que passa eu me fecho dentro de mim como um pássaro preso na gaiola. Gostaria de voar mas minhas asas foram cortadas e eu jogado num calabouço. Assim somos nós quando nos trancamos dentro de nós mesmos e sufocamos nossos sonhos...
Pássaro Triste.
Sou um passaro preso numa gaiola.
Como posso ser feliz assim?
Vivendo da água e do alpiste que me oferecem.
É pouco. Vivo de esmola.
Privam-me do céu e dos jardins.
Da lua, da mata, tudo culpa do bicho homem.
Roubam-me o direito de amar.
O que de perverso eu fiz ao mundo?
Canto um canto solitário.
Quem me escuta me ver chorar.
Sou um passaro moribundo.
Que alguém acha que tem o direito de ser proprietário.
Da minha prissão vejo-te passar
linda e sorridente,
Quem me dera a liberdade!
Para que eu voasse para os teus braços e morresse de te amar.
Talvez nunca! talvez este carcere seja permanente!
Sou um passaro triste estar é a verdade.
Era um pássaro preso
Vivendo em uma gaiola
Um dia foi lhe dada a liberdade
Porém, não foi embora
Decidiu ficar
Se agarrou a prisão
Pelo menos ali ele não estava só
Sou como
um pássaro
preso em uma gaiola.
E, quando estou perto da liberdade,
eles cortam minhas asas de novo
e me colocam novamente na gaiola,
onde só há
silêncio
e
vazio.
Fazem questão de lembrar
que sou um pássaro que não pode voar,
que também não pode ser livre.
Não me alimento mais do que colocam na gaiola.
Não faz sentido querer continuar insistindo
naquilo que nunca vai acontecer.
Sou um pássaro perdido em um sonho impossível:
o de um dia ser livre para voar
para o mais alto
e mais longe possível.
Um pássaro preso em uma gaiola não é seu.
Apenas será seu quando estiver livre e mesmo assim escolher ficar.
O alpiste com que alimentamos o pássaro preso na gaiola é como que fosse o pagamento pela renúncia da sua liberdade submetido à humilhação do cativeiro, mas que nada o compensa, pois ele já tem o campo como morada e o céu sem limite de espaço para voar.
Há um modo profundo de se ser que fica vivo por baixo de todos os vernizes que nos aplicaram e que nos impede de avançar pelo caminho mais curto já desbravado, balizado e pavimentado?
Há coisas que nos trazem boas e ruins recordações pelos insondáveis caminhos que provocam uma forte inquietação nos alicerces dos nossos sentimentos, estimulando-nos o plasma do delírio, no sentido de tudo querer dizer, ficando tais sensações desses tempos vividos e sentidos em nossas vidas.
Podem me chamar de ingênuo, mas é assim que imagino o meu jardim cultivado de flores raras: quanto mais colorido e perfumado, mais belo será o mundo em que vivemos. E é através da simplicidade que conseguimos o belo que nos enche os olhos e nos leva ao enlevo da vida.
Às vezes, decidimos embalados pelo aplauso alheio e não convictos de que conhecemos o templo da nossa alma, o museu de nossos sentimentos, agindo por emoções de nossas verdades que se escondem por detrás da porta cerrada, muitas vezes sobre os sacrifícios dos mais fracos, vantagem que não nos vale a pena usufruí-la quando obtemos.
