Partir
Esse argumento parece partir da ideia de que o trabalhador brasileiro acorda de manhã com uma lista de empregos perfeitos na mesa e escolhe o 6x1 por hobby. A realidade é bem diferente: a maioria aceita porque precisa pagar aluguel, comida e contas — não porque acha a escala maravilhosa. “Se está ruim, troca de empresa” é um conselho fácil de dar quando não se depende desesperadamente do salário no fim do mês.
E curioso como toda vez que se fala em melhorar a vida do trabalhador aparece o mesmo roteiro apocalíptico: “vai quebrar empresas”, “a economia vai acabar”, “ninguém vai sobreviver”. Diziam isso contra férias, jornada de 8 horas, descanso semanal e até contra o fim do trabalho infantil. A história mostra que a economia não acabou — ela apenas teve que se adaptar a limites mínimos de dignidade.
Outra coisa engraçada é tratar exaustão como se fosse frescura. Um funcionário trabalhando 6 dias seguidos, vivendo cansado e sem tempo pra família ou descanso não vira “mais produtivo”, vira só mão de obra esgotada. Depois reclamam de depressão, burnout, afastamentos e baixa produtividade como se tudo surgisse do nada.
E o argumento entra em contradição quando admite que o problema real são impostos altos e falta de apoio às pequenas empresas, mas ainda assim prefere jogar o peso inteiro nas costas do trabalhador. Ou seja: o empresário sofre com o sistema, então quem tem que compensar isso é o empregado abrindo mão da própria qualidade de vida.
No fim, “aceitou as condições” não é argumento moral, é argumento de resignação. Quem aceita algo por necessidade não está dizendo que aquilo é justo — está dizendo que precisa sobreviver. Tem diferença.
Uma pessoa jovem que entre no mercado de trabalho a partir dos anos 2000... quase não tem qualquer hipótese de trabalhar para a mesma empresa nem uma década. Neste mundo as pessoas têm que tomar a responsabilidade pelos seus próprios futuros. Não podem simplesmente contar com a subida numa escada de carreira.
Amei você a partir do momento em que a sua Felicidade passou a ser a minha, e a partir do momento em que o seu Sorriso se tornou o meu!
COMUNICADO!
A partir de hoje não responderei mais cristãos que comentem com ignorância, falas absurdas chamadas de argumentos, tentativa de prostituição do Jesus através da imposição, falas que sugiram ser deles a verdade absoluta, assim como a demonização e/ou desrespeito aos meus deuses e entidades, assim como os deuses e entidades de outras pessoas, além de ofensas e crimes virtuais (e no mundo real). Isso vale para todas as pessoas, na verdade. O mesmo quando se trata de política ou qualquer outro tema.
Essas discussões não levam a nada, e adotarei outra estratégia para combater as coisas que tenho como missão pessoal. Esses comentários serão guias de temas para novos vídeos, e me ajudarão com a criação de conteúdo, porém utilizarei o tempo que passava discutindo, estudando, lendo, aprendendo, criando conteúdo, compondo, escrevendo, cuidando da minha vida e traçando meus objetivos.
A partir de agora, os comentários citados acima serão ignorados, apagados e/ou denunciados.
Da mesma forma, seus autores serão ignorados ou bloqueados, a depender da situação e da minha paciência.
Não quero mais toxidade nos comentários dos meus vídeos e posts. Tenho muito a fazer, e isso definitivamente não inclui bater boca com abusadores espirituais, donos da verdade e pessoas que sequer tem argumentos ou capacidade de interpretação. Dito isto, diálogos inteligentes, honestos intelectualmente e respeitosos sempre serão bem vindos. Há diversos caminhos para chegar ao sagrado. Há inúmeras trilhas para a iluminação. Todos podemos discordar, até porque opiniões e visões diferentes nos enriquecem, porém opinião é diferente de crime. Discurso de ódio, fake news descaradas, desonestidade intelectual, abuso espiritual através da tentativa de imposição de uma fé ou divindade e ofensas gratuitas NÃO SÃO OPINIÃO! Racismo, LGBTfobia, misoginia, intolerância religiosa, racismo religioso, etnofobia, abuso religioso, machismo, fascismo, etc NÃO SÃO divergência de pensamento.
Essas coisas são, em sua maioria, crimes, e o que ainda não é, deveria ser. Essas coisas destroem e até levam vidas a serem perdidas. Essas são algumas das coisas que entram no paradoxo da tolerância.
Não podemos ser tolerantes com a intolerância, ou ela prevalecerá. Crime não é opinião. Discurso de ódio não é opinião. Discriminação não é opinião. Imposição de crença, fé ou divindade NÃO É OPINIÃO! Abuso não é opinião! Opinião é cor preferida, time de futebol, estilo de música e filme, etc.
Era isso o que eu tinha a dizer. Um abraço a todos, todas e todes! Por um mundo mais justo, com justiça social, equidade, paz, solidariedade, direitos garantidos, respeito, tolerância às diferenças, conhecimento, sabedoria, e intolerância a intolerância e a discursos de ódio!
Por um mundo melhor para todas as pessoas!
- Marcela Lobato
"Aos meus poucos e verdadeiros amigos: quando eu partir, não tragam lágrimas ou flores que murcham. Tragam vinho, cerveja e histórias. Que a minha despedida não seja um luto, mas o último brinde à vida que vivemos intensamente."
— Ginho Peralta
"Dói ver o que amamos se partir, mas a rocha não se quebra com o vento; ela apenas se molda. Mantenha sua essência intacta. Quem hoje ignora o seu valor, amanhã buscará na sua firmeza o porto seguro que o mundo lá fora não oferece."
— Ginho Peralta
"O mundo continuará girando no dia em que você partir, indiferente aos seus projetos deixados pela metade. Se a finitude é a única certeza, que a sua vida seja a única prioridade. Não apenas exista entre compromissos; aprenda a respirar, a sentir e a viver agora."
— Ginho Peralta
Desistir é renunciar à chance de partir. À chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que pensávamos ser possível.
As coisas da vida podem ser mensuradas a partir da paciência, da persistência e do tempo investido para serem conquistadas.
A Nave do Bem
Respire sempre antes de pronunciar um palavrão;
Avise quando for chegar ou partir;
Cultive clichês de amabilidade e empatia;
Ofereça, com frequência, teu ombro amigo;
Manifeste, com sinceridade, teus ideais;
Leia livros até sobre temas banais;
Adormeça sempre pensando em boas-novas;
Fale baixo, alto ou apenas quando necessário;
Permita-se iludir, mesmo sabendo;
Escute, vez ou outra, as músicas do vizinho;
Mergulhe de cabeça, ainda que sem proteção;
Ilumine o dia de um ranzinza;
Mantenha a calma e evite inutilidades;
Seja secular, mas também ponderado;
Evite a gula, ainda que esporadicamente;
Assista apenas ao final de alguns filmes;
Tolere um pouco mais;
E mantenha sempre sintonizadas as coisas boas.
A relação entre psicanálise e semiologia pode ser delineada a partir de uma interrogação central: como os signos revelam dimensões ocultas da subjetividade? Para Freud (2010), o sintoma é um substituto de algo recalcado, um signo que aponta para um conteúdo inconsciente. Do lado da linguística, Saussure (2006) inaugura a semiologia como ciência geral dos signos, compreendendo o signo como a união entre significante e significado. A articulação entre esses dois campos demonstra que a subjetividade se constrói na e pela linguagem, e que toda manifestação sintomática pode ser lida como signo.
Do artigo :A Linguagem do Inconsciente: Interfaces entre Psicanálise e Semiologia
“Toda repetição dolorosa pede uma pergunta: quem em mim ainda observa a vida a partir da mesma ferida?”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A Bíblia não inaugura o sagrado; ela reorganiza o sagrado a partir da experiência histórica de um povo ferido e resistente.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quem fala sempre a partir da ferida acaba oferecendo à dor o direito de nomear o futuro.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A verdadeira felicidade chega com a maturidade.
A partir de certa idade chega a maturidade e, começamos a entender que não é mais a euforia da felicidade que se busca, mas a paz.
E talvez essa seja, na verdade, a forma mais profunda e duradoura de ser feliz.
Já não se quer mais amores intensos que machucam, amizades que cobram demais, nem conquistas que custam a alma.
A prioridade muda.
Queremos silêncio que acolhe, presença que acalma, rotinas que confortam.
A paz vira o bem mais precioso, e tudo o que ameaça isso simplesmente deixa de valer a pena.
Não é desistência da felicidade, é maturidade.
É perceber que o brilho do momento não compensa o peso que deixa depois.
Quando a paz chega, ela cura, organiza e dá sentido.
E é aí que você entende que a verdadeira felicidade não está no que brilha lá fora, mas no que permanece tranquilo aqui dentro.
Amanhã, seu coração pode parar. Mas o pior fim não é morrer... é partir desta vida sem ter se arrependido enquanto Deus ainda te chamava.
