Partir
O sucesso na profissão vem a partir da conexão com a mãe. Parece que quem rejeita a mãe, permanece pobre.
Acho que a gente vai morrendo aos poucos
nos sonhos que deixamos partir.
Nos buracos que os outros deixam em nós.
Nos olhares que não se
encontram mais.
Na saudade que nos consome.
No silêncio que nos sufoca.
Na ânsia de viver vamos morrendo lentamente e não percebemos que caminhamos para o fim.
Se tu soubesses o quanto te amei ( e sempre amarei) e o quanto me doeu te ver partir, não serias rude nem se quer um segundo com meu coração.
"Partir ou chegar são momentos distintos, porém todos têm o mesmo objetivo no nosso viver: mudar de lugar."
Lembre-se que és mortal!
A partir daí, entenderás que só o que nos move é tão somente orgulho, vaidade e egoísmo!
Por isso lembra-te do alerta inicial.
“Que a vida não me encontre distraído quando o eterno vier me buscar; quero partir com os olhos cheios de mundo e a alma transbordando de consciência.”
Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.
Sempre te deixarei partir,
mesmo sabendo que o novo caminho,
pode estar cheio de grandes e ótimas novidades,
o que não me permito,
é te ter ao meu lado,
sem ver em teu semblante,
o sorriso bonito e fácil da felicidade...
Uma estatueta se faz a partir de barro, argila, gesso, resina, mármore, granito, cobre, bronze, prata ou ouro. A medida que se vai subindo melhora.
Um autômato se faz a partir do ferro, zinco, alumínio, chumbo, aço, titânio, diamante, rubi, topázio e esmeralda. A peso que ae vai subindo melhora.
Entre Ficar e Partir
Este ano houve dias
em que existir pesou mais que o corpo.
Respirar parecia um compromisso longo demais
para um coração cansado.
Não era desejo de morrer —
era vontade de silenciar o ruído,
de descansar da própria consciência,
de apagar, por um instante, a dor de ser.
Mas algo — pequeno, quase invisível —
permaneceu.
Uma centelha teimosa
que recusou o fim.
E talvez viver seja isso:
não a ausência do abismo,
mas a escolha silenciosa
de não pular hoje.
A educação só pode ser feita a partir da realidade nua, não de uma imagem real deturpada.
Nossa mente é quem define o que queremos sentir, a partir das interpretações que fazemos da realidade. Essas interpretações são moldadas pelas referências e experiências que acumulamos ao longo da vida. Assim, os sentimentos, sejam positivos ou negativos, surgem da maneira como vemos as coisas. Quando mudamos a forma de interpretar algo, o sentimento relacionado a isso também muda.
