Paródias de Amor
Oh destino maldito, que tirou de mim o amor,
Cruel e implacável, levando embora o que era meu valor.
Tu que te entrelaças nas teias do tempo, tecendo dor e agonia,
Por que me fizeste sofrer, lançando-me nessa melancolia?
O amor que florescia em meu peito, agora se foi,
E em seu lugar restou apenas a solidão que corrói.
Destino impiedoso, que brinca com as vidas e seus destinos,
Por que escolheste machucar meu coração e meus sentimentos?
Ah, destino maldito, como és cruel e inescrupuloso,
Arrancaste de mim a felicidade, deixando-me no fundo do poço.
Mas saibas, ó destino traiçoeiro, que meu espírito é resiliente,
E mesmo na dor e na desilusão, encontrarei uma saída ardente.
Que o destino se curve diante da força do meu ser,
Que eu possa superar essa tormenta e voltar a renascer.
Pois mesmo diante de tuas investidas, destino ingrato,
Erguerei-me com coragem e seguirei adiante, sem recuar um passo.
Não me renderei ao teu capricho, destino desalmado,
Encontrarei a luz em meio à escuridão, num caminho restaurado.
E se um dia, porventura, o amor novamente bater à minha porta,
Saberei acolhê-lo com sabedoria, sem temer sua força e sua jornda.
Destino maldito, tu não terás o poder de me subjugar,
Pois sou dono do meu próprio destino, com força para lutar.
Que tuas teias se desfaçam diante da minha resiliência,
E que eu encontre a paz e a felicidade em nova existência.
POESIA CELESTIAL - UMA PRECE POÉTICA PARA UM NOVO AMOR
Oh, universo infinito, ouça minha prece,
Que ela voe aos céus, alcance o que merece.
Derrame suas bênçãos sobre esse meu ser,
Para que um novo amor possa florescer.
Em versos e rimas, expresso meu desejo,
De encontrar um amor sincero, sem ensejo.
Que seja um encontro de almas, profundo e verdadeiro,
Um sentimento que me preencha por inteiro.
Que esse novo amor seja como uma canção,
Que embale meus dias, traga inspiração.
Que seja um refúgio, um porto seguro,
Um oásis de ternura, onde eu me conjuro.
Que esse amor seja leve, como uma brisa,
Que acalme as tormentas, que afaste a indecisa.
Que traga consigo sorrisos e risos,
E faça dos meus dias verdadeiros paraísos.
Oh, universo grandioso, guie meu caminho,
Atravesse o tempo e me mostre o destino.
Que eu encontre alguém que me faça vibrar,
Que caminhe ao meu lado, sem hesitar.
Que esse novo amor seja como um renascer,
Um presente divino, difícil de descrever.
Que traga consigo a paz e a plenitude,
E seja uma fonte constante de felicitude.
Oh, universo sábio, escute minha prece,
Guie-me na busca por esse amor que me aquece.
Que eu esteja aberto, pronto para receber,
Esse novo amor, que tanto desejo ter.
Que essa prece seja ouvida e atendida,
Que o amor chegue em minha vida, sem despedida.
Que seja um presente, uma dádiva sagrada,
Que ilumine meus passos, como uma estrela amada.
Assim seja, assim se faça.
"Caminhos do Amor" - MÚSICA
Verso 1:
Na estrada da vida eu encontrei,
Um amor que jamais imaginei,
No compasso do coração, bateu forte a paixão,
Era o destino mostrando o caminho.
Refrão:
Nosso amor é como a chuva no sertão,
Que faz brotar a flor da emoção,
Caminhos do amor, trilhando a dois,
No balanço da viola, somos nós.
Verso 2:
Nas curvas da vida, enfrentamos provações,
Mas juntos, seguimos em todas as direções,
Com a fé que nos guia, não há despedida,
Somos almas sertanejas na mesma canção.
Refrão:
Nosso amor é como a chuva no sertão,
Que faz brotar a flor da emoção,
Caminhos do amor, trilhando a dois,
No balanço da viola, somos nós.
Ponte:
E no clarão da lua, dançamos a valsa,
No calor do abraço, o tempo não passa,
E assim seguimos, lado a lado, de mãos dadas,
Na estrada da vida, nossa história encantada.
Refrão:
Nosso amor é como a chuva no sertão,
Que faz brotar a flor da emoção,
Caminhos do amor, trilhando a dois,
No balanço da viola, somos nós.
Final:
E assim, seguimos juntos, sem fim,
Na melodia do sertanejo, nosso destino assim,
Amar é nossa sina, nosso destino traçado,
No compasso do coração, sempre apaixonado.
O Enlace das Estrelas: Um Conto de Amor e Magia
Em uma terra onde a magia florescia,
Surgiu um conto amoroso que emocionaria.
Era um lugar de encantos e sonhos,
Onde o amor semeava os mais belos ramos.
No coração daquelas paragens,
Dois seres se encontraram em miragens.
Ela, uma deusa de beleza infinda,
Ele, um trovador com voz tão linda.
Seus olhares se cruzaram na noite,
Como estrelas cadentes em voo afoito.
Nasce ali uma chama de intensa paixão,
Que arde em seus peitos com fervor e emoção.
Eles dançam nas brumas da madrugada,
Enlaçados em um abraço de alvorada.
O mundo se torna um mero coadjuvante,
Quando seus corações se tornam amantes.
Os dias se tornam um doce encanto,
Compartilhando risos, sonhos e pranto.
Passeiam por campos cobertos de flores,
Afagando suas almas, exalando amores.
Nas margens de um rio sereno e calmo,
Eles trocam juras de amor com desvelo e almo.
Seus lábios se encontram em doce melodia,
Em um beijo que cura, em pura sinfonia.
Mas a vida, em sua imprevisível sina,
Prepara desafios para essa rima.
Ventos sopraram em direções diversas,
Separando os amantes com tristeza dispersa.
Distância física, mas não dos corações,
Pois o amor verdadeiro queimava em brasões.
Em noites de saudade e estrelas a brilhar,
Ambos sonhavam com o reencontro a se realizar.
E, assim, o tempo seguiu seu compasso,
Até que o destino trouxe o tão esperado abraço.
De mãos entrelaçadas, sorrisos reencontrados,
Eles seguiram unidos, como os fios entrelaçados.
Agora, juntos, caminham pela vida,
Compartilhando sonhos, lutas e partida.
O conto amoroso, repleto de poesia,
Ensinou que o verdadeiro amor não conhece agonia.
E assim, essa história mágica nos envolve,
Revelando que o amor é a essência que se dissolve.
Em cada verso, em cada estrofe que se conclui,
O amor é o enredo, a razão que sempre reluzi.
“Quando o amor se espalhar na imensidão do universo, todos serão um só coração pulsando em Amor Universal, e aí não mais se perceberá a dualidade, e a humanidade estará trilhando plenamente o caminho da perfeita unidade.”
Tirania Infantil
Com medo de perder o amor dos filhos, pais renunciam ao seu pátrio poder, entregando-se ao jogo sutil e hostil da tirania infantil, tornando-se frágeis e subservientes.
Colocados no trono por pais sem firmeza, sem voz, reféns de uma culpa atroz, acreditam que não dedicaram tempo e atenção suficientes para esses rebentos algozes.
Infantes exigentes, pais obedientes, autoridade enfraquecida, valência perdida, tirania fortalecida na culpa assumida.
No lar, o caos reina, pais sem direção, remorso que nutre em vão, jovens onipotentes em ascensão determinam o refrão.
Transfigurados em pais dos pais, esses pequenos tiranos comandam cada vez mais, numa inversão de papéis onde os filhos mandam e os pais apenas obedecem.
Se tivermos fé, podemos mover montanhas. O que poderíamos fazer com o amor — que é maior que a fé?
(Mateus 17:20, 1 Coríntios 13:13)
Somos todos 'UM'
Unidos por um só amor, por um só caminho e por uma só aliança.
Somos fortalecidos pelo propósito de sermos "UM TODO"
Nem toda história de amor tem o " felizes para sempre", mas não significa que não tenha sido especial e única... Fácil nunca será dizer adeus querendo ficar... Ouvir: "não dá mais" com uma mala repleta de planos... Sim, páginas de bons livros também são arrancadas pelo vento... Sonhos só são chamados assim porque um dia a gente desperta... Novas histórias podem acontecer, melhores ou piores, mas igual a nossa ... Nunca.
O amor especial brota onde a nossa amargura termina. Se alimentamos as mágoas nunca amaremos e nunca perdoaremos aqueles que nos feriram! (Alcindo Almeida)
O amor nos faz perdoar ao invés de guardar rancor! O amor nos ajuda a olhar para o outro com graça, perdão e humildade! (Alcindo Almeida)
Por que os relacionamentos acabam?
Os relacionamentos chegam ao fim quando:
A falta de amor dá lugar às críticas.
A falta de confiança abre espaço para o ciúme e a desconfiança.
A falta de reciprocidade gera indiferença e insensibilidade.
A ausência de cooperação leva à rivalidade e à competição.
A falta de bondade se transforma em descaso e apatia.
A paciência escoa, dando lugar à intolerância e impaciência.
O perdão se esvai, cedendo espaço à amargura e ao ressentimento.
A humildade se perde, dando lugar ao orgulho e à soberba.
O domínio próprio se exaure, abrindo caminho para a hostilidade e agressões desmedidas.
