Pareço
invisível
Estou sentindo um vazio pareço invisível, falo com você mas nem presta atenção nas minha palavras... Como vou dizer que TE AMO, se quando vou dizer que estou com SAUDADE você já foi embora...
Minha mãe dizer que eu pareço foragida porque eu ocupo todos os espaços da casa e cada hora estou em um lugar diferente.
Não me julgue apenas pelo que vê, Posso tirar onda do que pareço enquanto me aproveito do que realmente sou.
Quando pareço frágil
é que mais forte me encontro.
Porque aprendi
a ser meu próprio abrigo
em dias de tempestade;
porque busco nas sutilezas diárias
um abraço de conforto;
porque vou adequando o mundo
ao meus padrões;
pois fui tocada pelo Amor,
e não me deixo esmorecer.
Quando pareço frágil,
é que a força se faz
dentro de mim.
Sou meu próprio caminho.
Destino? Ser feliz!
Eu pareço tão diferente no espelho
Devo ter sido ferida pelo mundo
Meu nome parece desconhecido
Mas espero que ele chegue até você depois do amanhecer
Eu não sou ruin. Mais também não sou bom. Pareço ser alguém, mais no fundo não sou ninguém. É e claro que nem tudo e flores. No fundo do fundo eu sou até compreensivo. Pois sou apenas eu.
_Ass: Claudir H.M
Para amplificar certas dúvidas, fazendo o que não gosto, me pareço menos como um aliado útil, e mais como um ingrato meu!
Não faço uma declaração brusca, e apenas descrevo aqui o que é fundamental para uma vida: viver bem; nenhuma vida consegue viver alienada porque sua existência é de ser livre!
Em certos caminhos, talvez não tenha percorrido tudo, talvez eu só tenha encontrado o insuficiente... delírio foi certas experiências com coisas irreais!
Quando estrelas sonhadas colidem com certas realidades elas se desfazem; assim não me restam muitas coisas para recordar, tudo o que sempre precisei era único... paz!
ESSE FIZ PRA VOCÊ
Realmente me pareço chato e meio que inconveniente as vezes.
Pela minha insistência em te desejar bons dias e dias bons e contra da vida os revezes.
Tenho certeza que nessa vida você merece um melhor Lumiar,
Que combine eternamente com seu lindo e inconfundível olhar
E se esse mesmo olhar revela um incontido sentimento,
E não importa como acontece e nem o momento
Na vida não merece o mal
Pois o que sente, me serve e me mostra o amor real
Estado de Suspensão
Pareço ter nascido em coma,
entre o despertar e o esquecimento,
como quem abre os olhos
sem jamais alcançar a vigília.
Tudo anuncia um princípio,
como a aurora que promete eternidade,
mas, antes que o primeiro passo encontre o chão,
o caminho já se dissolveu.
As sementes ensaiam romper a terra,
contudo, fenecem antes da primavera.
Os horizontes acenam com abundância,
e recuam no instante em que me aproximo.
Nada se concretiza.
As formas apenas simulam permanência.
O futuro veste-se de certeza,
para despir-se em um único piscar de olhos.
Coleciono começos
como quem herda ruínas.
Cada esperança ergue um edifício,
e cada instante o reduz ao pó.
Talvez a vida seja apenas
uma arquitetura de miragens,
onde tudo parece prestes a existir,
mas escolhe permanecer possibilidade.
E sigo...
não entre vitórias ou fracassos,
mas entre o quase e o jamais,
como alguém condenado
a contemplar o nascimento das coisas
sem nunca assistir ao seu florescer.
Entre o Barulho e Deus
Pareço igual a todos, mas minha alma sempre soube: sou diferente. Carrego um silêncio pesado, uma mente que grita verdades que não posso dizer.
E foi nesse barulho secreto que Deus me encontrou.Ele ouve o que ninguém ouviu, cura o que ninguém vê e fez da minha diferença o meu chamado.
Por quê?
Porque onde o mundo vê estranheza,
Deus enxerga destino. Porque aquilo que me doeu era exatamente o que Deus usaria para curar outros.
Porque minha voz nasceu para alcançar
quem sofre no silêncio.
Por isso.
pródigo.
Eu não pareço com ele.
Pelo menos não quando me olho.
Algumas pessoas dizem que sim.
Dizem que existe alguma coisa no meu rosto, no meu jeito, em alguma expressão que faço sem perceber.
Eu escuto.
Talvez elas estejam certas.
Talvez exista alguma coisa.
Mas eu nunca soube enxergar.
Quando olho para mim, não vejo ele.
Vejo a mim.
E talvez seja justamente isso que me faça pensar tanto nele.
Porque, se existe alguma coisa que eu realmente herdei, não foram os olhos, nem a voz, nem o rosto.
Foram os vícios.
Os malditos vícios.
Talvez essa tenha sido a única herança que encontrou um jeito de chegar até mim.
E é estranho pensar nisso.
Porque eu não herdei as conversas que poderiam ter existido.
Não herdei conselhos.
Não herdei lembranças de infância ao lado dele.
Não herdei aquelas pequenas coisas que parecem tão banais até você perceber que passou a vida inteira sem elas.
Mas herdei isso.
E, as vezes, parece que meu próprio corpo conhece caminhos que eu nunca quis aprender.
Eu tento parar.
Consigo por um tempo.
Depois volto.
E quando volto, existe aquela sensação incômoda de que talvez eu esteja repetindo alguma coisa que começou muito antes de mim.
É aí que ele aparece.
Não na minha frente.
Dentro da minha cabeça.
No subconsciente.
Naquela parte de mim que funciona antes que eu consiga pensar.
Uma reação.
Um impulso.
Uma escolha.
E, por um segundo, eu paro e penso:
“Isso veio de mim?”
Ou veio dele?
Eu odeio não saber.
Talvez seja por isso que eu não consiga perdoá-lo.
Não é só pela ausência.
É pelo que a ausência deixou.
Porque é fácil imaginar que alguém que foi embora simplesmente desapareceu.
O problema é quando a pessoa vai embora e alguma coisa dela continua funcionando dentro de você.
Aí você não sabe mais se está tentando esquecer alguém ou tentando arrancar uma parte de si mesmo.
E eu não quero ser ele.
Nunca quis.
Não quero olhar para as minhas próprias mãos e encontrar as escolhas dele.
Não quero reconhecer nele aquilo que existe em mim.
Não quero que os meus erros tenham o nome dele escondido em algum lugar.
Mas talvez eu precise admitir uma coisa.
Talvez algumas pessoas estejam certas.
Talvez eu realmente carregue alguma coisa dele.
Só que não é isso que me define.
Porque eu também carrego tudo o que veio depois.
As pessoas que me ensinaram.
As que me machucaram.
As que eu amei.
As escolhas que fiz sozinho.
As vezes em que consegui ser diferente.
As vezes em que falhei.
Tudo isso também sou eu.
E talvez seja essa a parte que ele nunca vai conseguir tocar.
Ele pode ter deixado os vícios.
Pode ter deixado perguntas.
Pode ter deixado uma raiva que ainda não sei onde colocar.
Mas não pode decidir o que eu faço com tudo isso.
Talvez eu nunca consiga perdoá-lo.
Talvez um dia consiga.
Hoje eu não sei.
E talvez eu não precise saber.
Porque perdoar não pode significar fingir que nada aconteceu.
Nem transformar ausência em presença só porque seria mais bonito contar a história assim.
Ele não esteve.
Isso também faz parte da história.
E eu não preciso inventar outra para conseguir seguir.
Talvez um dia eu consiga me livrar de tudo aquilo que herdei sem escolher.
Talvez um dia eu olhe para algum vício e não reconheça nele nenhuma sombra.
Talvez eu consiga pensar nele sem sentir que alguma coisa dentro de mim se contrai.
Mas, enquanto esse dia não chega, eu continuo tentando.
Não para provar que sou diferente dele.
Mas porque quero descobrir quem eu seria se não precisasse passar tanto tempo tentando não ser.
Porque eu não sou ele.
Mesmo que exista alguma coisa dele em mim.
Mesmo que às vezes eu me reconheça em coisas que gostaria de não reconhecer.
Mesmo que o subconsciente ainda saiba o nome dele.
Ele pode fazer parte daquilo que explica de onde eu vim.
Mas não precisa fazer parte daquilo que eu vou me tornar.
E talvez seja isso que eu esteja tentando aprender:
eu não escolhi o que herdei.
Mas ainda posso escolher o que fica.
Ninguém me entende, sou rascunho com letras ilegíveis, pareço instrumento desafinado, um piano com cordas quebradas, emudecido num canto.
Oii meu amor eu tô escrevendo isso pra vc ver o quanto eu te amo, eu sei que as vezes eu pareço fazer alguma coisa errada, mas eu sou muito fiel a você, eu não te troco por nada e eu quero fazer muito mais coisas pra te ver feliz, te amo ♥️
Pareço de carne e rosto
Porém, meu desgosto maquia meu tanto
Do pranto sei desaguar pouco a pouco
No louco tento me desatar de tempos em tempos
Enquanto minha marcha tropeça nos fardos
Os poemas me vestem de um trapo denso
Pinto-me de vento, distraio-me de branco
Alento, solto traço, ao ponto de morar no beco
Rego o tempo, como quem distrai a biografia do prazo
Pesco teatro, indico fábulas, enquanto vou morrendo...
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