Parece que Chegamos ao fim
É quando chegamos no nosso limite que temos a tendência de avançar mais. E isso ocorre porque é do ser humano querer ultrapassar limites, vencer-se na busca do infinito
A vida se constrói de pequenas conclusões às quais chegamos ao longo dos anos. Dezoito primaveras foram-me suficientes para perceber que tinha razão minha avó quando dizia que mentira tem perna curta.
Chegamos a mais um final de ano, este ano tão cheio de acontecimentos. Esperamos 4 anos para a Copa no Brasil, todos os setores empolgados para as maravilhas, os investimentos e os resultados que poderiam ser auferidos com este grande evento esportivo. Depois do resultado de 7 que levamos da Alemanha, voltamos a realidade, a Copa tinha que ser esquecida, bem como seus prejuízos ao comércio e serviços, os estádios e obras não terminados e já muito superfaturados e a tristeza da derrota humilhante como foi... Mas ficou sim a admiração ou senão inveja de nosso algaz adversário, vencedor da Copa, com aumento de investimentos externos e internos em seu País e com a demonstração de sensibilidade e amor ao próximo de seu povo por meio dos jogadores da seleção. E VIVA ALEMANHA.... um dia chegamos lá!!!
Quando chegamos ao nível de obediência desejável por Deus, entendemos que não temos um chamado especial para ficarmos no conforto.
A vida é perfeita sempre chegamos em algum lugar, então partimos devagarinho em busca de novos caminhos.
Muitas vezes deixamos de viver o hoje fascinado pelo amanha, então, quando chegamos à conclusão que estamos dormindo, compreendemos a necessidade de despertar nossa consciência hoje.
Quanto mais próximos chegamos de nossa vitória, mas dura torna-se nossa batalha. É preciso ser forte, perseverante e acreditar que sairemos vitoriosos.
“Em milênios de estudos, teorias, erros, proposições, aperfeiçoamentos, análises... Chegamos ao século XXI com uma pergunta, um questionamento: haverá uma teoria que explique a realidade em essência, completamente, perfeitamente e unificadamente?”.
Os valores que nos constrói nos faz chegarmos aonde chegamos, mas em algum momento é necessário construirmos os nossos próprios valores.
É quando chegamos ao eterno agora: eu, astronave desconhecida, sem combustível, destino, nem coordenadas para voltar, pedindo permissão para pouso
Chegamos ao ponto em que para encontrar o bem, é preciso garimpa-lo num mundo com tão pouca pratica no garimpo.
Nós chegamos em um período onde desejamos a ética pessoal e não o grupo. E eu, em minha humilde visão, independente do que uns ou outros pensem, quero:
*Igreja sem placa.
*Política sem partido
*Justiça limpa e sem demora
*Religião com base no amor e não em dogmas
*Famílias empenhadas no cuidado e nunca na busca pela separação.
*Divisão justa de renda e diminuição do distanciamento social sem que isso seja taxado de política econômica, mas de direito humano.
Sei que é utopia, mas é o meu direito de sonhar, querer e desejar e sei que meu sonho pode se unir ao teu e juntos faremos acontecer.
-Aqui um valor mais alto se levanta !
Por vezes é preciso parar para perceber como chegamos aqui, como podemos seguir, há um tempo para andar e outro para ficar quieto.
Nós homens, buscamos, pesquisamos,interrogamos,analisamos em busca de saber, ate que chegamos a saber que nada sabemos. E quando sabemos isto, nos admiramos pelo tanto que sabemos.
É de carne e sangue o Caminho pelo qual chegamos a Deus. Cristo, o Caminho, fez de Si mesmo a Ponte, a Porta e o Caminho que temos que passar, entrar e trilhar para chegar ao Pai.
Sem Cristo não existe salvação!
Adrenalina para corpo e alma
Quando se trata de assuntos do coração, nem sempre chegamos a uma conclusão definitiva, pois o destino é o inconveniente que há entre o amor e os amantes. O amor, o verdadeiro amor, em síntese, é um excedente; mas o destino possui os seus princípios, dos quais lança os apaixonados ao abismo profundo, do qual períodos figuram uma eternidade. A teia do destino, por assim dizer, esmaga o coração, causando uma infinita e pungente agonia. A dor de uma separação é avassaladora, quase uma loucura. Existe nos grandes dramas sentimentais exemplos absurdos de psicose passional, histórias que transcendem gerações, tanto na ficção quanto na vida real, afinal a arte imita a vida! O amor nos dá como dádiva a oportunidade para ver a nos mesmos diante da pessoa amada, se não, de que forma entender o turbilhão confuso que o amor nos impõe? A emoção se regenera a cada ciclo, embora tenhamos idade avançada um espírito juvenil se apodera e preenche o enorme vazio que em instantes abunda o coração de fogo lascivo, submissão e desejo. Tudo se torna novo, nova vida e novas perspectivas, essa é a mágica do amor, sentir a influência de outro ser em nossas vidas e o julgar bom, necessário à existência. Algo tão precioso que sem ele a vida perde o real significado. Como um vício agradável aos sentidos, produzindo adrenalina para corpo e alma.
