Paradoxo
PARADOXO
É a contradição
A resposta na minha mão
A verdade no final da piada
Nos olhos do crocodilo a lágrima
É o estranho no espelho
O término sem meio
É o progresso para a morte
Azar na sorte
O fim da estrada
O desfecho sem sacada
Mil olhos cegos
Pasmados e alertos
É a lavagem das mentes
Canto dos malditos em coro de contentes.
Eu tenho um segredo indecifrável pois o guardei em um paradoxo que coloquei dentro da caixa de pandora e a joguei em um buraco negro
Paradoxo
Vou, mas permaneço aqui
Paradoxo de vida, sei lá.
Deixarei meu “eu “em cada canto
Estarei no pó que sai da terra
E na gota de chuva
Estarei morrendo na partida
Para renascer na chegada
Façamos de conta que é só um tempo ruim
Uma pequena ausência minha
Quando tudo passar, renasço das cinzas
É só um morrer na dor da solidão
E um viver depois, no cio da própria vida.
Precipício paranormal propaga parece peculiar sem permissão força primitiva como um paradoxo sem força de processar um problema paralelo talvez apenas perverso patético pretexto poético
parecia um vírus na pandemia...
Pesei explica com uma parábola portanto me perdi
preceito que não procede e perplexo promovi esta e pleiteava
estas plácidas precisão sem muita pesquisa perceber as falhas?
Sem prosperidade proferir perfeito erro pensei em protelar
sem querer parabéns mais fico a postular tiver preletor ruim
perdurar a profunda parceria com a preguiça
possamos logo a projeção propagar a proposta do professor propício seria sua presença permitir desfazia este percalço...
precisar proposta perfazer o que é patriota verdadeiro propenso ao erro precípuo nunca pacífico previsão psíquico bom paciente de algum lugar fechado que finge proteger mas sempre a preterir
e algo ficando pendente com sua parvoíce de guarda em pernoite
fine ou é putativo e proativo do mesmo percurso que faz parte
as pungente eu já tinha predição de presumir a paquera agora e vi a puérpera já sem dor deixei tudo no prefácio sem profanar a promoção prendada
ele era rico ela um princesa pirralha e logo gastar a profusão
de noite profunda o provedor cara de paisagem que provocar
as vezes paridade a proteção como promessa a procurar precípua prostrar provavelmente sem provação sempre paixão pioneiro
pilantra primeiro perturba perverso prejuízo de sonhos
precário de amor produzir pirralhos papagaio programa logo um patrício préstimo nunca um paladino profecia sem príncipe
poluição de mente projetar a injustiça
Sem prebenda um profano!
e o puro...
E eu um projétil de ciência possessa vulto palanque perplexo deste protesto
vejo ao voo panapaná e sua progênie largada lagarta permeado da minha prognose errada
possesso palestra são meus pensamentos em placidez propagar palavras que partilho de um conceito de parasita de postagem
são pródromo mas pertence ao pobre o progresso mas eles prossegue fingindo se os produtores
sou fraco na prosódia para definir eles parentes pertença não estou aqui para perjurar mas são tantos padrinhos no mundo populoso de picareta solto
E eu preso no polígono vou publicar as vezes a mente primata mas prometo não ser polêmico como posposta. parei cansei
O grande paradoxo do franco-libertário é o de se descobrir aprendendo mais e mais ao mesmo tempo em que se percebe menor, quanto mais avance em conhecimento.
Viver um paradoxo incompreendido é,
sou vida que respira morte,
ou morte que ainda pulsa em vida,
Sou sentido que não se explica,
sou pergunta que ninguém responde, tudo é parte de um tudo onde ninguém conhece o mistério da vida.
Há um mistério, um enigma, um paradoxo,
as flores, belas e amadas, encantam os olhos,
mas ninguém se importa com os galhos nem com as raízes
que, carrega o peso das flores e alimenta a vida que floresce.
Dizem que a esperança é a última morrer, neste paradoxo confronto a ignorância tola, onde está o túmulo da esperança.
Tem momentos na vida vivida que vivemos neste paradoxo,
ontem a ida foi igual volta foi tão igual que até o caminho parecia estar no mesmo lugar.
O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.
Paradoxo do Amor
Meu Deus, me explique, por favor, Senhor.
Como pode o amor nos fazer tão felizes e, ao mesmo tempo, tão infelizes? Ser dois corações que batem juntos, na mesma respiração.
Ser a cura da dor e, ainda assim, se tornar a própria dor.
Como pode o amor mexer tanto com a nossa cabeça, bagunçar tudo ao redor, nos tirando, às vezes, da realidade?
Queimando em nosso peito, fritando a nossa mente, ardendo quando ausente e quando os corpos se encontram.
Como pode ser tão frio e, ao mesmo tempo, pegar fogo?
Ser tão quente e intenso, esse sentimento?
Compreendo e não entendo: por que o AMOR machuca tanto os corações dos apaixonados?
Quando nada mais será novo, o mundo será um paradoxo, ficando entre a cibernética ou algo mais moderno e o tacape.
Vivemos em um paradoxo de liberdade!
Uma dádiva de poder escolher a maneira a qual sofreremos, passamos a vida escolhendo o que não podemos pensar, falar e principalmente fazer.
Uma liberdade cativa, por nossas traiçoeiras decisões.
O amor é um paradoxo de liberdade é querer ser livre em pensamento alheio, porém preso em seus desejos!
