Para uma Pobre e Coitada
A folha caiu
levada pela ventania
Tão frágil
Coitada!
Queria agarrar-se ao galho
mas se foi
Chorando a sua dor
A chuva passou lavando tudo
E a roubou!
Lua entre nuvens
Coitada da lua
Perdida entre as nuvens
Baila e flutua
Coitada de mim
Perdida em seus braços
Apaixonada assim
Pobre de ti,
Pensando me possuir
Acabou preso a mim.
Coitada da mulher que envelheceu ,sem ter o mínimo do seu marido,carinho e atenção.
Passou a vida com marido e filhos só tendo preocupação.
Ela pode deixar de ser coitada se tomar uma decisão.
De ser feliz antes de ir pro caixão.
Ela acha o máximo ter um amor de "chocolate", a coitada anda com tanto mal gosto que nem notou que ali tem parafina.
Ele olhou nos olhos dela e disse:
- Coitada da tua mãe ter um fardo desses para levar. - E então se calou, mais foi o suficiente para que a inocencia daqueles olhos sumisse, apenas mais um homem idiota, cheio de sí usando e destruindo a vida de uma garota.
O pensamento não se submete a cárceres
Nem o sentimento à tabela periódica
E a poesia, coitada, não é versada em lógica.
Só os poetas, estes tontos, dizem
o que precisam dizer...
O que eu tenho hoje? é muitíssimo, não sou uma coitada, é DEUS que me transporta, e as bênçãos é tão grandes que eu nem sei medir, calcular e onde começa, e termina.
O pobre de direita se acha liberal mesmo não tendo capital e propriedade. Ele é contra os direitos trabalhistas pois espera um dia ter capital e propriedade para ser um explorador da força de trabalho dos outros. Ele é contra os direitos sociais pois acha que isto irá reduzir os seus lucros futuros, quando ele for capitalista e puder explorar os trabalhadores, sendo que ele é trabalhador mas não se reconhece como tal. Ele é contra o Estado pois acha que quando ele tiver capital e propriedades não vai querer que o Estado estabeleça limites ao seu desejo de ficar rico explorando os trabalhadores.
Um dia me disseram que não dava, que filho de pobre só se ferrava, e que bobeira, eu quase acreditei...
