Para a mãe que ganha um bebê
Ei doidão
Novamente a terra bebe o sangue da mais um irmão
Mais um que atravessa precocemente
Cansei de ver as ruas virarem absorvente
Carnaval chego
O galo canto
A multidão apeteceu
E eu não estava lá
Você não estava lá
Porque será
A culpa e de quem assina
Ou de quem assassina
Quem são os culpados
Os manuseados
Ou os principados
Certamente não são os decapitados
Ei doidão.
Entre Passado e Futuro
Sempre que você come este pão e bebe este cálice, proclama a morte do Senhor até que Ele venha. - 1 Coríntios 11:26
Quando pensamos no que Deus fez por nós no passado, podemos avançar com confiança no futuro. Isso era verdade para o povo de Israel quando viajavam do Egito para a Terra Prometida.
No capítulo final de Gênesis, lemos que, quando José estava morrendo, ele fez seus irmãos jurarem que levariam seus ossos para a terra que Deus havia prometido a Abraão (50: 24-26). Mais de 300 anos depois, Moisés levou os ossos de José quando os israelitas deixaram o Egito (Êx 13:19).
Pelos próximos 40 anos, o povo carregou a arca com as tábuas da lei e o caixão com os ossos de José. Os ossos serviram como um lembrete de seu ontem. A arca apontou para o seu amanhã, pois as tábuas da lei antecipavam o relacionamento que deveriam ter com o Senhor na Terra Prometida. A arca e o caixão eram lembretes de que o Deus que os estava levando adiante estava trabalhando no passado. Garantia e esperança foram realizadas juntas.
Hoje, como povo de Deus, podemos ter essa mesma perspectiva quando nos reunimos para celebrar a Ceia do Senhor. Lembramos com certeza que Jesus morreu por nós (1 Cor. 11: 23-25), e esperamos com confiança a Sua volta (v.26). Essa esperança viva nos encoraja a viver todos os dias por ele.
Tu és o pão da vida, ó Senhor, para mim,
tua santa Palavra, a verdade que me salva;
Dá-me para comer e conviver contigo,
ensina-me a amar a tua verdade, pois és amor. —Lathbury
Lembrar a morte de Cristo nos dá coragem para hoje e esperança para amanhã. Haddon W. Robinson
O bebê cresceu
Você chamará o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles. - Mateus 1:21
Até os cristãos podem perder o objetivo da história do Natal se não forem cuidadosos. Halford E. Luccock alertou sobre esse perigo em um ensaio instigante. Ele escreveu: “Podemos ficar tão encantados com a história de um bebê que ficamos sentimentais com isso. Não pede que façamos algo a respeito; não exige nenhuma mudança vital em nossa maneira de pensar e viver.
“A grande questão para nós é a seguinte: o nosso Natal ainda é apenas uma história sobre um bebê, ou é mais, uma história sem morte sobre uma pessoa na qual o bebê cresceu, que pode resgatar o mundo de seus pecados e que nos chama em parceria com Seus grandes e poderosos propósitos? ”
Quando o anjo do Senhor apareceu a José, ele disse: "Você chamará o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt 1:21). Somente quando vemos o nascimento de Jesus à luz de Sua crucificação e ressurreição é que conseguimos compreender todo o significado da vinda de Cristo.
Com os olhos bem abertos neste Natal, responda a Deus com amor e comprometimento pelo presente de Seu Filho. Concentre seus pensamentos, ações e motivações para honrar o bebê que cresceu e morreu por todos os nossos pecados.
Cristo Salvador nasceu!
Quando olharmos além da manjedoura
Para a cruz do Calvário,
saberemos o motivo pelo qual o Natal
traz tanta alegria para você e para mim. —DJD
A missão da cruz está oculta na mensagem do berço. David C. McCasland
A Poesia
A poesia caminha pelas ruas
em noites silenciosas:
insone!
Bebe da lua e circula as luzes,
brincando com as mariposas
que não têm nome.
Se senta na calçada e observa
- como um bêbado –
a embriaguês do mundo.
Como a dor e o amor,
a poesia está em tudo.
Basta sentir e olhar para o lado,
basta estar apaixonado.
É a diferença entre você e eu
É que cê bebe pelo que perdeu
Eu tô brindando
Porque me livrei
Pior que nem fui eu
Que terminei
Ei bebê
Hoje o mundo ta terrível
E não da pra entender
E as vezes você pensa
Que o errado é você
E que a felicidade já passou da sua porta
Ei bebê
Hoje em dia não importa
Se você é branco ou preto
A covardia te acedia
E pra você restou o medo
Não tem mais oque fazer
A não ser virar as costas
Levante a cabeça
escute o coração
Não aceite a fraqueza
Não é certo não
Não tem ideia
Como isso machuca
Não desconte em você
Não é sua culpa
Ei bebê
Se hoje eles te apontam
E falam do seu jeito
Tudo isso tem um nome
E se chama preconceito
Não é bonito de se ver
Muito menos praticar
Mas quem vai entender
Esse jeito de julgar
Ei bebê
Eu vejo os moleque
Apelando pra morrer
Deixa marcas pelo corpo
Porque não tem mais joque fazer
Peço a tu pra deixa disso
E tua vida vai viver
Bebê
Estava pensando aqui: falta pouco pra saber o seu sexo; falta pouco pra te chamar de sobrinho (a); falta pouco pra te pegar nos meus braços e dizer que você agora é da Tia.
"Bebe até ter coragem de mandar ver e depois continua bebendo para sua rejeição inevitável não doer tanto"
Da poesia embriagada estou
parece que é um vinho especial
sempre em goles que a mente bebe
numa tênue taça de cristal...
Dissolvida em seu copo com uísque e gelo, você bebe, mas não lhe causa efeito algum.
E eu que, solúvel, me dissipei em você.
Juras de morte
O amor bebe em minha taça.
Senta à minha mesa.
Não antes de adocicar minha bebida
Predileta
E temperar minha comida
Com pimenta malagueta.
Que arrebenta em ardor
De fogo que acalora tudo em volta
De mim.
Meu corpo e minha alma
E brinda à minha medida
De alegria. Enorme.
Esquenta a minha voz
Quando canto solto fagulhas e
Brasas incandescentes.
E fico nesse êxtase por que
Não me dá trégua.
Refugia-se em meu leito
Refestela-se em minha cesta
Tem nome e sobrenome
Impressos na página da minha vida
Em letras garrafais.
Fiz pacto de sangue
E juras de morte com o amor
Assim:
Ir embora daqui quando ele se for
De mim.
A vida até aqui...Simples assim.
Sabe quando você é apenas um bebê, não percebe muita coisa, quando está com fome, simplesmente chora, e alguém lhe dá o que comer, quando está doente, simplesmente chora e alguém lhe dá o remédio certo, quando está com as fraldas sujas, simplesmente chora e alguém as troca, você não faz nada apenas chora, mas simplesmente alguém ama você.
Sabe quando você é apenas uma criança, percebe pequenas coisas, quando está com fome simplesmente pede e alguém faz algo para você comer, quando está doente, simplesmente diz o que dói, e alguém lhe dá o remédio certo, quando esta apertado, simplesmente pede, e alguém leva você ao banheiro, você não faz muita coisa, apenas pede, mas simplesmente alguém ama você.
Sabe quando você é um adolescente, percebe varias coisas, quando está com fome, simplesmente vai até a geladeira e pega algo pra comer, quando está doente, simplesmente vai até a caixinha de remédios e pega o que precisa, quando está apertado simplesmente vai até o banheiro, você faz varias coisas, mas ainda assim apenas vai e pega, mas alguém simplesmente ama você.
Sabe quando você é adulto, percebe todas as coisas, que durante toda a sua vida não existiu simplesmente alguém, existiu uma pai e uma mãe que simplesmente amaram você, você faz inúmeras coisas, mas simplesmente precisa deles, e as vezes quando percebe, é tarde, simplesmente não adianta mais chorar, pedir ou tentar ir buscar em algum lugar, simplesmente eles não estão mais aqui...e o aperto na garganta que fica cada vez que lembra deles, esse..não é tão simples assim.
Bebe quatro litros de água por dia, mas não ingere líquidos durante as refeições. O sono também é tratado como prioridade.
No tempo da "criação" o Criador simplesmente foi esquecido.
Como um bebê que arrastava na sua inocência, suas vergonhas, te carreguei no colo. Como vale escuro e sombrio se tornaste, pois abandonou o que primeiramente aprendeu para afastar-se da perfeita e simples trajetória. Quando era para calar-se, falava; quando era pra atentar-se, despercebidamente viveu.
Desde que nascemos deixamos muitas coisas, menos o choro, o único mecanismo de defesa de um bebê, que permanece quando adulto, sem o cuidado, carinho e amor adequado choraremos.
No inicio da dor de uma magoa, o insensato bebe os conselhos das cisternas rotas não percebendo que o seu fim é apenas um lamaçal de tristezas, amarguras, e depressões...
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