Frases sobre Pão
Sem receio o povo chora em busca de pão para os seus filhos, mas, a sua ignorância, os inibi de pressionar quem os governa de garantir dias melhores para os seus filhos sofredores.
Repousa a mulher que marcha pelas ruas em busca de pão para os seus filhos e, num tom inebriante, cantarola em sua solidão, para embalar o seu filho ao colo, cujo progenitor perdeu-se pelo mundo em busca de aventura.
O povo sorri se tem pão a mesa, mas, as lágrimas caem quando o desejo de verem os seus filhos realizados, não parece ser uma certeza numa ÁFRICA instável.
Se nós não nos alimentarmos do pão que desceu do céu vamos acabar comendo das migalhas que “subiram” do inferno
“De que vale o amor, sem o pão e o vinho?”
Essa frase, árida como um deserto, me encontrou no fim do meu primeiro casamento.
Ela expôs meus erros diante do meu fracasso, revelou minha imaturidade,
Como um espelho que reflete mais do que queremos ver.
Agarrei-me a ela como quem tenta decifrar um enigma,
Pensando que o pão — caráter, sustento, proteção —
E o vinho — carinho, prazer, cumplicidade —
Poderiam bastar para sustentar o amor.
Mas o vazio permanecia, como um eco em um coração partido.
Foi então que, cansado de buscar respostas, cheguei à conclusão:
“É possível viver muito bem sem o amor, mas não se pode viver somente dele.”
Essa constatação parecia racional, mas não resolvia a dor que habitava em mim.
Foi então que Jesus, com Sua misericórdia, me encontrou.
Ele me mostrou que o amor verdadeiro não é sustentado apenas por pão e vinho terrenos,
Mas nasce do pão de Seu corpo e do vinho de Seu sangue.
Onde, através da Sua Nova Aliança, o Seu Espírito Santo preenche nossas limitações,
Nos completando dia a dia e imprimindo em nós traços do Seu caráter único.
Na cruz, Ele expôs meu orgulho e minhas tentativas falhas,
E provou o amor mais puro ao se entregar por mim.
Até a morte, morte de cruz.
Um amor que não cobra, mas que redime;
Que não aponta erros sem oferecer graça.
Hoje entendo que o amor verdadeiro não se prende às limitações daquilo que podemos dar.
Ele é paciente como o nascer do sol, bondoso como a chuva sobre a terra rachada.
Não guarda rancores, não exige retorno, não se quebra diante de falhas.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera.
Esse amor, que nunca perece, é maior que as feridas do passado.
É o amor que transforma erros em aprendizado,
Fracassos em novas chances, imaturidade em crescimento.
E, acima de tudo, é o amor que nos completa em Jesus,
Onde o pão sacia a alma e o vinho rega o espírito.
Assim, apresento a você o verdadeiro amor:
Aquele que não falha, que não se esgota,
E que nos sustenta para sempre.
A Bíblia nos ensina em Eclesiastes 11.1: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” E em Mateus 4.4: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.” Juntos, esses versículos ampliam o sentido de Eclesiastes, que tratava de finanças, revelando que o pão também são ministrações e reflexões que o Senhor nos dá. Portanto, lança-os sobre as águas, pois podem ser úteis quando retornarem a você.
Sou grato, Senhor, pelo pão sobre a mesa,
Pela paz que sustenta minha fortaleza.
Por cada sorriso, por cada cuidado,
Por cada milagre no tempo exato.
Minha colheita, meu pão e meu grão,
São tocados por Tua mão.
Os cestos se enchem, não há escassez,
Pois em Ti eu confio outra vez.
Chegam à vila, o pão é partido,
os olhos se abrem… é Ele, o Ressuscitado!
Mas Ele desaparece, deixando só luz:
Jesus vive, e n’Ele há nova cruz.
Correram de volta com o coração a arder,
“É verdade! Ele vive, é fácil crer!”
E todo caminho de dor e confusão
se torna altar, fé e ressurreição.
Se na casa da viúva não tiver bolo para te oferecer, DEUS manda Anjo servir pão quentinho para você comer!
Recebe com júbilo o pão que te oferecem como dádiva caridosa, um ir e vir virtuoso, onde a humildade se serve e é servida, no maior dos banquetes
O homem deve compreender desde cedo que o pão que alimenta o corpo se adquire na finitude, mas o pão que alimenta a alma se conquista na eternidade
A sociedade que não está preparada para partilhar o pão, tampouco estará unida para celebrar a colheita do trigo
Que jamais nos falte trigo, sempre a se fazer presente no pão da terra, sempre a nos levar ao mais alto dos céus
O pão que alimenta a vida é da mão que alimenta a alma; passo largo da acolhida a se fazer presente na caminhada
A pergunta a ser feita não é a quantidade de trigo para se fazer pão, mas quantas bocas são alimentadas pela necessidade em se fazer presente na longa caminhada, em se fazer comunhão
Deus se faz presente nos mínimos detalhes, em forma de migalhas a formar o pão da Terra, em forma de banquete a se transformar no Céu
Quando precisares de Mim sabe onde podes me encontrar;
Ao repartir o Pão sabe quem podes ajudar;
Ao beber do Vinho, meu Sangue Redentor contigo sempre hei de estar
