Frases sobre Pão
Some a sua vida mais generosidade, divida o pão com que precisa, multiplique conhecimento com quem anda a sua volta e diminua de sua vida lamentações e reclamações. Ame mais, doe mais, seja mais gentil e dê mais atenção com o próximo e ajude sempre que puder. A vida agradece!
Jesus nasceu na simplicidade
Tinha humildade
Dividia o pão
Não fazia acepção
Não cobrava
Pra pregar a palavra
Não adaptava em quatro paredes
Em todo lugar teve
Curava os doentes
Que não eram clientes
Rei que usou a coroa de espinhos
É o único caminho
Que leva o homem até Deus
Alertou sobre os fariseus.
Poema - Traficantes Da Fé
Jesus nasceu na simplicidade
Tinha humildade
Dividia o pão
Não fazia acepção
Quando pregava
Não cobrava
Em todo lugar teve
Não só em quatro paredes
Curava os doentes
Que não eram clientes
Rei que usou coroa de espinhos
É o único caminho
Que leva o homem até Deus
Alertou sobre os fariseus.
Os traficantes da fé
Agem de má fé
Traficando a palavra
Politizando a marcha
Fazendo propaganda eleitoral no culto
Em troca de dinheiro público
Santiago, Macedo, Soares e Malafaia
O número é grande dessa máfia
A outra também denunciarei
O Papa é tratado como um rei
Mas dentro de um império
O dízimo vira mistério
Não é distribuído para os pobres
Aliás, os fiéis tomem calotes.
Comércios disfarçados de igrejas
Dízimo virando lucro dessas empresas
Já dizia Rubens Alves
"Deus nos deu asas
Mas as religiões inventaram gaiolas"
Então te falo agora
Em vez de dar dízimo para as igrejas
Vai ao mercado e compra cestas
Distribui para quem está precisando
De lá em cima ele está olhando
E ficará mais contente
Irmãos espiritismo, católicos ou crentes
Jesus nos deixou o livro bíblico
Nele tá o início.
Jesus nasceu na simplicidade
Tinha humildade
Dividia o pão
Não fazia acepção
Quando pregava
Não cobrava
Em todo lugar teve
Não só em quatro paredes
Curava os doentes
Que não eram clientes
Rei que usou coroa de espinhos
É o único caminho
Que leva o homem até Deus
Alertou sobre os fariseus.
As coisas que eu mais gosto
Nesta vida
São exatamente
As coisas mais bobas do mundo
Gosto do pão sem nada
de ver as crianças brincando
Acordar de madrugada
e sentir a brisa gelada
Enquanto converso
Com as Estrelas amigas
Gosto de procurar
As mensagens que Deus espalha
Nos lugares mais improváveis
E depois
Juntando tudo
Gosto de enxergar a Deus
Como um todo
Gosto de lembrar do passado
e pensar nos amigos distantes
Que nem se lembram que eu existo
Gosto de conversar com mendigos
Gosto de tomar chuva,
Andar descalço,
dar risada sem motivo
sem ter que explicar porquê
Gosto de sonhar,
Gosto de me iludir,
Gosto de confiar,
Gosto de cantar aquelas canções
das quais ninguém nem se lembra
Andar sem rumo e sem pressa
Gosto de olhar
a vela queimando no escuro
E estar na janela
Quando a paisagem não se move
Gosto de dividir
Gosto de gostar de viver
E gosto muito de você
Só não gosto quando me perguntam
O Porquê.
Francamente
Tem coisas que não se explica
A gente simplesmente
Sente
É manhã e eu sou criança
minha mãe mandou-me ir
buscar o pão e depois
servir café para meus irmãos
há fila para comprar o pão
e eu entro na fila
então eu me lembro
que ontem
eu não era mais criança.
há anos nem pisava nesta vila
Eu voltei a ser criança?
Arfa, então, meu peito:
Meu Deus, isso é perfeito!
Meu coração Jubila
meus olhos brilham tanto
de alegria e de encanto
que reluzem, da retina à pupila
meu peito rejubila
olhando a luz do dia
que no Céu cintila
inesperadamente
estupidamente
minha razão oscila
então
eu penso:
Será que isto é um sonho?!
maldito pensamento!
aquele breve e feliz momento
era tão frágil quanto a argila
Eu volto a ser quem era
acabou-se o esquecimento
aquela sensação
deixa alegria e sofrimento
trocaria este dia
por apenas um momento
um momento que havia
recebido
como grata cortesia
por tão feliz que era
fui me perguntar
se era apenas fantasia,
deveríamos sempre aceitar
e nunca questionar
aquilo que nos faz felizes
quem duvida da felicidade
torna-se infeliz
por toda a eternidade
O que vem a ser a vida
Senão um pedaço
de massa de pão
Que o tempo convida
Não a dividi-la
Mas dá-la de graça
Com a mesma graça recebida
O que vem a ser a vida
Senão breve sopro
Que anima essa massa
E que passa depressa
Tão depressa despedaça
na palma da mão
Que o olhar arredio
Não tem tempo ou espaço
Pra dizer com certeza
Se a viu.
Enquanto isso
Ela passa.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje é dia de juntar as folhas
De fazer o pão, de consertar telhados
Ou talvez de só ficar olhando o céu
Sentar-me no chão da calçada
Arrancar as ervas que crescem nos vãos
Pensar na vida é não pensar em nada
Nada além de esperar que ela aconteça
Hoje é outro dia
E todo dia tem sido assim
Dia de olhar a pluma passar flutuando
Fazer bolhas de espuma, buscar borboletas
De pensar nos medos que foram tolos
Em outros que ainda são
E deixar que eles cresçam
Assim, que nem contar segredo ao beija-flor
E mais uma vez fazer um pedido à estrela que cai
Hoje é dia de ficar à toa, enquanto come o pão
Fazer tocaia pra noite é o que nos resta
Olhar entre as frestas dos olhos
E esperar que outra estrela caia
De pedir ao tempo que ele pare
E aguardar que não seja atendido
Porque ele não para
Tomara, então, que seja bela a tarde
Que o vento traga uma boa mensagem
E que o coração esteja atento e a guarde
Enviar um convite à propria alma
Aguardar que ela apareça
dasabroche e floresça
Como a mais pura e bela verdade
Aquela, pela qual se espera uma vida
E que jamais se escuta, não pela sua ausência
Pedir que permaneça e nunca mais nos deixe
Quando o coração se nega a ouvi-la
E não a procura
A voz da alma se oculta
A mão conserta o telhado
Não deixa passar luz de lua
Mas a verdade insistente
Ela cresce entre os vãos da calçada
Como um sonho de luz que valsa no céu na noite
E prepara outro dia de acalmar o coração
Pra tudo que a Deus pertence
Deixa o tempo passar com a balsa
Como a alma descalça na areia de algum lugar
Não existe o mar do impossível
Hoje é dia de quebrar telhados
De espalhar as folhas
Fazer bolhas de sabão pra botar poesia
Sentar na calçada e dividir o pão dessa vida
Podia ser hoje esse dia.
Edson Ricardo Paiva.
Poema de infância.
Uma folha de papel
Creio eu que era de pão
Nem chegava a ser folha inteira
Acho que meia folha não era
Creio eu que era quase meia
Era infância ainda
Talvez fosse um dia de verão
Creio eu que era primavera
Só me lembro que fazia uma tarde linda
Creio eu que depois choveu
Faz muito tempo aquele dia
E, se é que choveu
A chuva foi mais linda ainda
Era um tempo de paz, talvez
Não existe certeza de mais nada
Hoje eu penso que paz nunca houve
Então eu desenhei um peixe no papel
Me deixem chamá-lo assim, de peixe
Pode ser que fosse um golfinho
Pois não caberia uma baleia
Numa folha tão pequena, diminuta
Que não chegava nem a ser meia
Daquelas que, na alegria da infância
Se cata na ventania
E guarda pra sempre na alma
Com a calma dos anos passados
Mas agora eu compreendo
Que momentos bobos assim
São os que vão ficar eternizados
Uma tarde chuvosa
Num papel amassado
O mesmo sol, que hoje arde no céu
Mas compreenda
Que há tardes em que brilha diferente
O Sol, o céu, o golfinho, a felicidade
Na verdade essas coisas existem
Muito menos neste mundo em que vivemos
E muito mais
Aqui, no coração da gente.
Edson Ricardo Paiva.
"Caserio, que nunca quis ser santo, abalou o império na França. Como profissão, fazia pão. No anarquismo, foi irmão, não dedo duro nem espião."
“Se tens apenas meio pão e, movido pela fraternidade, doas parte dele, pela gratidão em Deus a partilha transfigura a escassez e cada um passa a possuir um pão inteiro.”
O indivíduo que não aprendeu com o amor dos pais, invariavelmente preferirá migalhas em vez de pão.
Se na casa da viúva não tiver bolo para te oferecer, DEUS manda Anjo servir pão quentinho para você comer!
Sou grato, Senhor, pelo pão sobre a mesa,
Pela paz que sustenta minha fortaleza.
Por cada sorriso, por cada cuidado,
Por cada milagre no tempo exato.
Minha colheita, meu pão e meu grão,
São tocados por Tua mão.
Os cestos se enchem, não há escassez,
Pois em Ti eu confio outra vez.
Chegam à vila, o pão é partido,
os olhos se abrem… é Ele, o Ressuscitado!
Mas Ele desaparece, deixando só luz:
Jesus vive, e n’Ele há nova cruz.
Correram de volta com o coração a arder,
“É verdade! Ele vive, é fácil crer!”
E todo caminho de dor e confusão
se torna altar, fé e ressurreição.
