Palavra Triste

Cerca de 27787 frases e pensamentos: Palavra Triste

A palavra que reténs dentro de ti é tua escrava. A que escapa de ti é tua senhora.

Crer envolve dedicação total da vida à pessoa que se crê. Significa honrar a palavra empenhada no compromisso assumido no Altar até a morte.

Lembre-se: Quando chegar a hora de falar, aplique a palavra mais cruel onde vai doer mais.

Ouça os outros.

Os outros talvez tenham o que falta a você no momento.

Uma palavra amiga, um conselho, um aviso, uma voz
ou marcante podem ser o que mais você necessita
para a compreensão disto ou daquilo.

Deus pode falar a você por meio de uma pessoa que o
aprecie, de um colega de trabalho, de um parente
ou até mesmo de alguém que passe na rua.

Analise o que lhe dizem os outros.

Talvez lhe deem um alerta ou lhe ofereçam uma solução.

Quando alguém diz alguma coisa a você,
com boa intenção, é Deus que está falando.

Ao usar a bíblia para diminuir ou humilhar alguém, você não está pregando a palavra de Deus, e sim quebrando os mandamentos.

Ela devia morrer um dia.
Haveria um tempo para essa palavra.
Amanhã... e amanhã... e amanhã...
Deslizam nesse pobre desenrolar
de dia a dia
até a última sílaba do registro dos tempos
e todos os nossos ontens iluminaram para os tolos
o caminho até o pó da morte.
Apaga-te... apaga-te breve vela!
A vida nada mais é que uma sombra que anda...
um pobre ator que se pavoneia e se agita durante sua hora no palco e depois não é mais ouvido.
É uma estória contada por um idiota
cheia de som e fúria que nada significa.
Nada!

A verdade cabe em todo lugar.
Bem como a boa conduta, a elegância e a palavra que ajuda.
Muitos tem razões
Poucos tem sensiblidade
E alguns, menos ainda... o entendimento!

A diferença entre a palavra quase certa e a palavra certa é a diferença entre um vaga-lume e um relâmpago.

Mark Twain

Nota: Na verdade, a essência do pensamento foi criada por Josh Billings.

Toda brutalidade se esvai com uma palavra de carinho.

Hoje estou sensível
a qualquer palavra,
a qualquer gesto
a qualquer coisa.
Hoje me limito a não dizer,
a não fazer,ou entender.
Quero somente que minha solidão,
me acalme e me diga o que melhor fazer.

A palavra dita encanta, fascina
se desfaz no vento e perde a rima.
A palavra escrita se eterniza
resiste ao tempo e ganha mais vida.

Pegue a Palavra de Deus e a lê, e lê, e lê, e a estuda, e se você não entende, não importa, você continua trabalhando nisso porque a sua vida depende disso! Alguns de vocês podem dizer: "Eu não tenho o hábito de ler." É, mas se uma empresa te oferece um emprego pagando 2 ou 3 vezes mais o que você ganha, mas você tem que memorizar um manual de 600 páginas, eu garanto, você vai ficar acordado dia e noite para memorizá-lo. A sua esposa ficaria te dando café e encorajando você porque ela quer reformar o quarto de dormir. Seus filhos iriam dizer: "Hip, hip, vai pai, vai pai!" E nós faríamos algo assim por uma coisa patética como o dinheiro. Para comprar roupas bestas com etiquetas importantes nelas. Que pessoas patéticas. E, contudo, você deixa a eternidade escapar pelas suas mãos sem sequer mover um dedo!

ACEITAÇÃO

Pequena palavra, grande aprendizado!

Às vezes é muito difícil aceitarmos algumas coisas que acontecem em nossas vidas, coisas que não concordamos, que não desejamos, que não esperamos. São coisas que nos deixam com sentimento de impotência perante algo que queremos mudar, mas não podemos. Coisas que nos deixam triste. Perdas, dores, desamores... Tudo aquilo que nos decepciona e desanima, que nos torna fracos e inseguros durante um certo período, e cada um tem seu tempo. Tempo de superação e aceitação de todas as coisas inevitáveis.

Eu uso essa palavra porque nunca tive medo de palavras. Tem gente que se assusta com o nome das coisas.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Em política, um absurdo não é um obstáculo.

A melhor maneira de manter sua palavra e nunca dá-la.

Eu te perdoo pela palavra não dita
Refugiada na solidão dos teus lábios
Entre os beijos que amordaçaste

Eu te perdoo pelo carinho adiado
Tatuado na insônia do teu corpo
Entre os sonhos que não dormiste

Eu te perdoo pelo olhar aflito
Desenhado no deserto do teu rosto
Entre os gritos de silêncio que guardaste

Eu te perdoo pelo abraço apenas imaginado
Sonâmbulo a ansiar o calor dos meus braços
Entre os luares que teus olhos apagaram

Eu te perdoo por sufocares teus desejos
Exilando-os na penumbra do teu coração
Entre os invernos perenes da tua alma

Eu te perdoo pelas vezes que te esperei
Quando teus passos emudeceram
Entre as fronteiras dos teus limites

Eu te perdoo pela tua renúncia
Por amontoares teus sonhos em gavetas
Entre tantos outros estilhaçados pelo tempo

Eu te perdoo por te perderes de mim...

‎Andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo(a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: never.

Por vezes uma palavra, um sorriso amável é quanto basta para desanuviar uma alma entristecida.

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Palavra de hoje!
Pessoas lindas e especiais merecem o meu bom dia, então bom dia, amigos. Bom dia, família e bom dia a todos que fazem parte da minha vida.
Que Deus os abençoe!