Paixão Amor
noite fria
de nada vale orelha de cobertor
sem ter companhia...
a companhia do meu amor.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Cerrado goiano, 13 de dezembro de 2015
Resumindo
Poesias, inspiradas, quantas
Quantas da alma pra cantar
Grandes as paixões, tantas...
Nossas vidas, grande alçar
Várias estórias, as santas
Ou não - vale é o poetar.
Fados, pequenos contos
Todos tão pouco pra contar
O tempo, reticências e pontos
Ah, estes são para superar
Quando se olha bem no fundo
Segundo, e tem brilho no olhar
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
13 de dezembro de 2019, 11’05”
Cerrrado goiano
DEIXE QUE VOCIFERE
Deixe que a voz da alma enfim vocifere
Este grande amor que no peito arqueja
Que o olhar do mundo todo então veja
Um afeto que satisfaze e que não fere
Basta de desacertos! Que apenas seja!
Sem medo, sem segredo, apego sugere
E quando eu passe, eu me empodere
Da paixão, e a cobiça morra de inveja!
Sabe: é tão forte dentro desta emoção
Que a afeição desnorteada me consome
De ti sou repleto, e poeto-te com ardor
Ouço a ti em cada canto, canta o coração
Em um pulsar que exalta só o teu nome
Como é bom poder falar do nosso amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19/12/2019, 17’14” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
A Voz do Amor
Nesse coração acelerado e existente
Labirinto romântico e sacro do afeto
De refúgio arcano, piegas e inquieto
A voz do amor, te vozeia, persistente
E quando a tua voz tange na mente
A alma se embebece em um dueto
Com o sentimento, num só soneto
De paixão e ardor, tão ferozmente
Que, o meu olhar se torna cantante
Denunciando ao meu amor sincero
Sua importância de todos os amores
Em um concerto leve e constante
Dos anjos, sem nenhum exagero
És ritmo a vida em todas as cores!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/12/2019, 16’10” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
[...] do Amor
[...] e tão grande, sublime e tão profundo
Chega-te a mim! - adentre no meu amor
Sempre digo: e que se faça mais fecundo
E neste mundo, quero-te mais, aonde for!
Se vício, deixe-me pecar por um segundo
E o meu desejo entrego ao desejo em flor
Preme o meu peito com o teu ser jucundo
E beba-me no prazer... este doce sabor!
Ah! Bendito momento de sua aparição
Se o tempo morrer agora. Que importa!
Já de porta devassada deixaste o coração
Perdoe-me Deus, no sentir já não comporta
Tanto querer, e no olhar tanta a satisfação
Pois, deste amor ao pecado me transporta
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23/12/2019, 05’03”, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Não confunda amar com querer estar perto.
O amor pode ser um sentimento de: Compaixão, carinho, e não necessariamente paixão avassaladora.
Esse gozo interrompido
De paixão reprimida,
Mas ardente.
Essa dor aguda e profana-
Esse querer inquieto-
Que anseia...
Cada parte tua.
Cada sorriso disperso.
Cada atenção desperta.
Quero teu respiro entrecortado,
De palavras sórdidas.
Quando tua razão se esvai,
E só lhe resta a essência.
Humana e carnal.
De me despir por completo
E acalentar teus desejos
Em minhas entranhas.
Prazer cálido, líquido...
Avulso.
Prazer de horas vagas...
Amor de migalhas.
Paixão destruída
Hj estou liberto dessa tentação...
Que me embriagou e desnorteou...
A luz que iluminava hj virou treva...
A guerra incessante hj virou trégua
A voz que encantava hj se calou...
olhar que consumia hj se fartou...
Unicórnio era apenas ilusão...
Apenas um cavalo um alazão...
O preto branco toma o seu retrato..
Não existe mais cores nesse quadro...
O toque sutil que agora não é nada...
A morte chegou não pagou entrada...
A vida segue em busca do tal caminho...
A partir de agora apenas seu amigo...
Ódio e amor paradoxo muito estranho..
Nessa guerra tola não sei o q ganho...
Quero apenas ter a certeza de saber...
Que nunca mais irei pensar em vc...
De mãos dadas
Dois seres,
Conjugados no amor,
Bebem da mesma fonte,
No aperto, na dor, no abraço firmemente.
Brilhos iguais,
Sussurros de beleza ao vento
Cores de uma pátria em acasalamento
De anjos, que se perdem entre corais.
Canção uníssona,
De versos, que trazem a morte do adeus
Doce mel dos olhos meus…
Coração que bate …
Ritmo de carinho e desejo em chama.
Você sabe o que é amor ?
O amor é o idiomas que a alma se comunica com o coração, é a magia que acontece dentro de um corpo que é impulsionado pelo calor que nele se produz.
O amor é a delicia que acontece entre lábios que se mordem, entre corpos que se enlaçam, entre mãos que se apalpam, entre beijos loucos e calientes que embalam em noites cálidas, o amor é o vicio de um coração que não consegue mais deixa de pensar no sorriso daquela (e) que capturou o a sua doçura com o mover de seus olhos, ou com um simples gestos que pra ele (a) se tornou uma serenata de doces canções de ternura.
O amor embriaga o coração, faz que aquele que o têm ande pelas estradas ou mares que jamais na vida ouviu falar, mares que a sua embarcação jamais esteve preparado para se lançar, o amor faz que os marujos tome uma posição de coragem e se lance em mares revolto da vida, o amor nos faz ver coisas, nos faz sentir coisas, o amor faz que um indouto, um leigo se transforme em um poeta, faz que um simples camponês se transforme em um lorde para que através de suas palavras e gestos possa encantar a quela que amada pela a sua alma.
O amor nos da asas pra voar, ele faz que os sonhos venham a nos assaltar mesmo quando estamos acordado, faz que os nossos olhos tenham visões em plena luz do sol, o amor destrona os reis, faz que as mais belas donzelas se entreguem a homens de aparência rudes e brutas, o amor não se poe conter dentro da alma, ele não se pode domar como se fosse uma fera vil, não se pode freia um coração que clama por amor, não se poder dizer à um coração que ama pra não se perder em meios aos delírios diurnos, não se poder querer domá-lo lhe mostrando os muitos porquês ou barreiras que podem separar-lo do seu cerne, não se pode tentar cortar as asas que o faz voar, não se pode tentar enganhola-lo. Que delicia é falar do amor!!!!!!
O amor destrona poderosos, da poder e reinos as pessoas que são servos das suas doçuras, faz que donzelas se lance em devaneios no leitos de sua mocidade, já os soberanos se enlouquecem pelas capturas em formosos corpos e faces tão bem delineadas, um cenário do amor, uma proposta ao coração, um altar da doçura posta para todos que se deixam pescar pelas redes dos sentimentos.
Não há quem possa dizer na verdade o que é o amor, não há quem possa dizer como ele nasce, não há quem possa dizer qual o ou onde é a sua fonte terrena? O amor não
é uma semente terrena, ele também não é encontrado aqui ou ali, ele, o amor é celeste, é o próprio Deus que presenteia as almas dos mortais fazendo morada dentro dos seus corpo fracos, somos vasos de barro, portando um tesouro tirado das remaras celeste.
O amor é como o açúcar que adocicar os favos de mel; as abelhas jamais procurariam o mel se ele não tive tamanha doce, assim também é o homem não procura amar uma mulher que não adocica o seu coração e a mulher não fica atrás não mulher que ame um homem sem antes ela sentir que esse mesmo homem é aquele a quem a sua alma deseja pra coabitar, pra se doar de corpo e alma, ela não quer que a cama seja um antro de perdição, ou um aconchego para um sexo feroz, mais um altar de amor onde o prazer explode em resposta a sua feminilidade.
O amor faz que os fracos se transformem em heróis por causa de alguém que o seu coração escolheu para amar e cuidar, faz que um pai deixe de almoçar para dá o seu alimenta aos seus filhos, ele por causa desse amor sofre humilhações, sofre abandono social, sofre pre-jurgamentos, por causa desse amor o pai se eleva a um nível mais baixo para dá a sua prole o que nunca tivera em sua infância, por amor ele se auto abandona , se auto esquece, por amor um pai enfrenta o mundo, a fome, o perigo e a todos por causa dos seus pequeninos, e pela aquela que é senhora do seu castelo. O amor faz que a mulher permite que a sua maravilhosa silhueta seja modificado para que se transforme em um envolucro do ato de sua concepção, mesmo sabendo que os portais da morte lhe rodeia,bem de perto, pronto pra ter a sua vida como um troféu, nem assim a mulher deixa de ouvir a voz do amor que pede pra deixar que a sua semente nasça, e quando o choro rompe o gritos de desesperos, banhado por suor de dores, então vem lagrima como um grito como se quisesse dizer: venci.
Isso que é amor, inexplicável, indizível, por causa de sua força homens e mulheres transpõem barreiras, colocam em cheque o natural, traz a baila o sobrenatural, mostrando que a força do amor superar, a dor, o ódio, o desprezo, a ignominia, faz que a resiliência seja nada, destrona a sabedoria, e humilha os dogmas da ciência seja ela moderna ou não, o amor tem dessas coisas, ele faz que a paixão se ajoelhe e
tome o pó como sua cama, faz que do perigo uma escada a ser vencida, o amor faz que as mentes mais notáveis se percam em debilidades e desencontros do 'eu sou'.
Ele humilhar o nosso eu, ele exaltar o nosso, de modo que os que amam não se atrevem a dizer eu quero, eu vou, eu faço, eu posso ou eu que mando. Isso é mudado pelo o nós; nós queremos, nós vamos, nós podemos, nós fazemos etc..
Ah! isso é o amor, é ele que faz de mim um profetas de suas palavras, é ele que nesse momento inunda a minha alma de palavras boas, ele dirige a minha alma através do seu volante, volante este que chamo: de coração. Ele forma as palavras em minha alma, embriagar os meus dedos, usa os meus lábios, ele toca o corpo da minha amada através de minhas mãos, traz a mim a resposta através de suspiro, o amor é maravilhoso ele é isso e muito mais do que não fui ainda espirado a dizer.
O conselheiro Henrique Silva.
