Paisagem poema
Amo viajar, trocar de ares, paisagem, pessoas novas, cultura diferente...pegar a estrada , colocar a mochila nas costas... isso me da prazer muito prazer... Contudo, a viagem que mais me tira o fôlego é, a que acontece dentro de mim.
Aquela paisagem de verão, parecia como um reflexo que a maneira mais útil de conservar a Terra era burlar a timidez e encarar a vida com sorriso estampado. Os ares do mundo se colocavam perto da janela e o mar parecia mais azul naquele dia, em especial. Talvez seria a maneira toda louca que as pessoas caminhavam pelas calçadas, toda gente se concentrava para aquela vida instável e consumista, ao mesmo tempo inútil e egoísta, lutar pela Terra era construir caras novas naquela gente descrente. Pensava e refletia, olhava para o céu, dirigia a mente para pacatos ideiais de cidade pequena, ponderava e pensava com otimismo que a poluição não é um problema eterno e que o homem é capaz de acabar com tanto mal,que praticou contra a vida. As descargas dos automóveis, o barulho dos carros, o engarrafamento do trânsito me tirava do sério, me coloca num ambiente de pura negligência espiritual, pensava na ganancia humana e sentia aquilo era tão desnecessário e sem sentido. A ganancia acabaria com toda a vida, destruiria o sonho de paz e fraternidade colocada no seio do sonhador. Mas ainda há um grito de mudança soprando nos corações, que permite as pessoas ver o céu menos poluído, o mar mais azul, os homens mais felizes e a terra mais sã.
A paz branda, contente, chega de mansinho fazendo afagos na alma, mesclando as cores da paisagem, repousa os sonhos num abraço e dorme, ela está nos seus olhos, esses olhos tão tristes, renovando-se sempre após um temporal, observe que o pôr do sol faz moradia aí dentro, e a cada lágrima que cai é o prenúncio que um arco-íris irá surgir.
Eu sou a imagem abstrata que a tua precária visão não enxergou; e a paisagem secreta que você, na sua parca e limitada imaginação, nem sequer encontrou, nem tampouco desvendou...
A chuva na janela traz pingos de saudade, uma paisagem pode render lágrimas em nossos olhos, saudade é vontade de reencontro, minúcias convidam a recordar que a felicidade é justamente o que na vida não pode faltar, isso me faz imaginar porque será que demoramos tanto, para valorizar as pessoas ao nosso lado, me parece burrice reservar o amanha quando podemos ser feliz hoje, é tolice achar que a felicidade vai esperar a conclusão das frustrações de uma vida inteira, é incompreensível a interrupção do certo pelo duvidoso, é inaceitável conformar-se com coisas piores a ponto de não enxergar coisas melhores, chega a ser desumano desperdiçar o tempo, não aproveitar os dias, esperar que as coisas boas aterrissem do céu, infelizmente a surpresa virá em pingos variantes de chuva, o tempo aos poucos dirá que o importante é se importar com a presença dos que estão ao nosso lado, e não dos que gostaríamos que estivessem.
Das mínimas coisas que aprendemos sobre a vida, ser feliz é primário, por mais que custemos a entende que amar é secundário.
E no momento de maior fúria, recolha-se e espere o dia seguinte. Você notará que a paisagem emocional interior se modificará depois de uma noite de sono, mesmo que não muito harmoniosa.
Quando a primavera chega mais tarde, as árvores e flores crescerão numa paisagem da cidade tão incrível e maravilhoso.
O sol da felicidade não combina com a paisagem fria do individualismo.
Doe-se para que você não conheça a solidão.
Não é bloqueio criativo se você escreve sempre no mesmo lugar
É a necessidade de mudar a paisagem que irá te colocar no seu lugar .
Cada palavra tinha sua magia. Eram como pinceladas pintando a paisagem da cidade, cada uma ajudando a construir uma imagem do todo.
A natureza é o quadro esplendoroso que Deus nos agracia, maravilhosa paisagem, revelando a Sua exuberante criatividade, inspiração inesgotável -- dia após dia, sem adiamentos, retoques, nem borrões, interrupções, tampouco, pausas; contínuo pincelar o Seu amor doador, perpetuador de graça sem medida, contenção ...
Até quando se torna eficaz a permanência de uma paisagem, pois durante o avanço dos ventos e da intensa chuva, qual a garantia de que o mesmo orvalho chegará a mesma folha no porvir, pois que valor tem o orvalho em folhas caídas, o mesmo pois para as que permanecem será absorvido, nada é mais importante do que o vivido projeto da permanência, pois vale mais a permanência da rocha do que a facilidade do solo arenoso, tal como a réstia se achega ao descançado e o faz levantar, é a nova esperança presente no
"Crê no senhor Jesus, e será salvo tu e sua Casa".
Maldita essa tristeza que tem o poder de acinzentar a paisagem, materializando-se em forma de um pé rapado fog! Visguenta melancolia, que grita arrependimentos lançando culpas na minha cara, empurrando lágrimas de inconformação aos olhos da minha alma aprisionada por uma lassidão, por não existirem meios de voltar atrás. A minha extrema necessidade dá voltas em meu cérebro, puxada pelo corcel do imediatismo que de rédeas soltas, não me deixa enxergar nada além daquilo que me fez feliz um dia e hoje se mostra tão distante, tão inacessível! Maldito eu, que, bêbado pela felicidade não percebi que ela é uma planta rara e que exige contínuos cuidados para que não feneça! Hoje aprisionado numa inútil saudade, vivo como se pudesse ter de volta, o que um dia se foi da minha vida.
odair flores
Não se pode modificar ou alterar o visual, a paisagem de um pôr do sol, mas nem é necessário, pois a natureza é sábia.
Sei que não bela porém sou aquela com pincel e aquarela ,pinta uma bela paisagem para uma linda viagem .
Não adianta ter paisagem de estantes lotadas de livros, se a cabeça continua vazia e sem leitura transformadora.
