Pai e Mae Importancia na minha Vida
um vicio
uma poesia
uma arte que e só minha
" E viu a vida
sendo, sendo
ate que a vida foi...
e foi tarde
e arde
saber
querer
e não ter
porque
quando teve não viu
vai entender
perceber
ate ver
e reconhecer
que a vida e assim
e vai
sendo e sendo..."
Tem um sabor amargo em minha boca, de um palato desgostoso, algo que infecta o corpo e a alma, uma repulsa pelas pessoas medíocres, um enjoo dos donos da verdade, um nojo dos hipócritas, não cansei do jogo, só que já me saturaram os jogadores, não quero saber mais dessas pessoas que dão gosto ruim a vida.
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
Com o tempo, percebi que a minha liberdade é o paradoxo entre a natureza independente e a prisão ao mundo. Afinal, ser livre é estar preso à vida!
Nos caminhos da vida...
eu sigo sem nenhuma despedida,
minha mochila é levinha, levinha,
não me pre-ocupo,
não tenho problemas,
do medo, arranquei as algemas.
Pelo mundo afora,
sem preocupação,
estou sempre no aqui e agora
pra bem viver é essa a solução...
ou não...
Talvez, vou pensar, quem sabe, pode ser...
não fazem parte do meu dia a dia
sim ou não - eis a solução:
sou sempre adepta ao 'sorria, sorria'.
Sou pura consistência, inocência...
paciência...
ou não.
Não tenho tempo pra esperar,
o mundo sempre a rodar,
o vento a mudar
e eu vou me calar?
Comigo... é tudo agora.
Pra depois? Já fui embora.
Então: sim ou não...
não demore pra decidir,
neste momento já estou pronta pra partir...
minha vida seguir.
Vivo o agora.
Viva o agora!
Amanhã!? Bem, amanhã...
posso ser displicente
ser diferente
ou talvez eu me reinvente...
mudando pra sempre...
afinal, já falei... sou consistente
e vivo o presente...
e cada dia é diferente... concorda?
Cansou!? Então não me dê corda ;)
No meio do caminho da minha vida
me encontrei tão perdida...
uma selva tão escura
sem entrada, sem saída.
Estão pálida, esquálida...
debilitada, depauperada...
enfraquecida... desiludida
desisto desta vida.
Quero em outros ares procurar
tudo aquilo que aqui não consigo achar,
uma vida com um sentido
pra minha vida quero dar.
Sentado aqui te vejo. Vejo minha vida, o futuro espelhado num denso brilho de olhos lupinos. A grande beleza de um pequeno ser.
E me pergunto se não é a vida novamente me preparando uma cilada: voluptuosa cilada! As marcas de um triste passado me faz temer o incerto futuro. Ah, o amor! Diga-me, porque não podes ser verdadeiro se quem me diz que é verdadeiro verdade não fala? Serás que realmente existe? Ou é simplesmente um sentimento criado para suprir a necessidade de não se estar sozinho?
A certeza que tenho se torna incerteza quando penso que ti tenho e ai vejo que já não tenho mais nada...
E se segue, a tortuosa e incógnita estrada da vida.
Não devo reclamar e nem me entristecer com a vida. Afinal tudo o que acontece nela é fruto das minhas próprias decisões... Então que venha logo o tal do: "o que tiver que ser, será!"
Agradeço a Deus por todas as dificuldades que a vida traz... Elas transformam a minha vida me dando tantas coisas boas que a facilidade com certeza não daria.
Escrever não é ofício para mim...
Não relaciono este ato a obrigação,
Está relacionado a minha alma e a incontáveis pequenices...
Não é profissão, é sentimento,
É vício que me vence e domina...
Chega quando quer e vai-se quando quer
Não sei onde mora
Tampouco de onde vem
Ou a que vem
Sou um turbilhão de palavras num dia e noutro acordo vazia
Não sou poetisa, não passo de uma simples “escrevente”
De um ser descontente que vive contente
De uma alma que grita e implora a liberdade da vida
Acontece que o sol se escondeu e em outros ares me encontro agora, sabia eu a minha condição, a contradição me apavora. Sai da contramão desdizendo a lei que eu mesmo criei, incitando meus erros como humano e transcendendo sobre a teoria da verdade que sempre imaginei. Tal vida desaguada em carros envenenados a rachar, em vias perigosas e mortalmente lindas, alguém deveria se machucar. Se não eu, com meu gosto por perigo, nem tu que como as outras vive a se aventurar, se não na velocidade no jogo devasso da conquista que tão bem atiça somente para provocar. Já não quero ser teu jogo, pra ser sincero eu nem me lembro tanto assim. Minha realidade é tão retorcida, que embaralha a vista e não desce pro coração! De domingo a domingo vivo a minha vida e nela quase nunca me sinto só, tenho vários amigos, dentre eles alguns inimigos que adorariam me ver na pior. Tendo muitas vezes compreender o motivo dessa impaciência toda. Se for para perder tempo, prefiro me afastar! se for para crescimento farei de tudo para não vacilar. São tantos calos no pensamento que predomina a fração de momento onde meu sorriso diariamente está. Não peço para que me entenda, nem eu, no mais louco questionamento consegui essa façanha alcançar. Talvez na morte minha voz será ouvida, não sei se compreendida, de certo lembrada. É com retrógradas da vida, que o por do sol é a minha despedida, até um novo ciclo começar.
Nem começo nem fim, nem dentro nem fora, nem antes e nem depois. A minha definição atravessa e entrelaça a sua. E é nesse enviesamento contínuo que eu existo e nós nos percebemos.
Você foi grudando em minha vida
Você foi juntando os pedaços em mim, meu amor
Foi tirando o que havia de ruim em meu ser
Foi me moldando em teu ser
Guiando-me em teus braços macios
Você foi revirando todo o meu ser
Preenchendo os espaços desse corpo estremecido
Com cuidado pra não me ferir o meu coração
Colorindo os meus passos com a tua presença em minha vida
Você foi ficando em mim com muito prazer
Se moldando à minha pele inteira
Removendo antigas feridas, pois você é meu presente.
Abrindo portas e frestas de amor e prazer em lutar cada vez por você
Você foi me dando raiz para permanecer lutando por esse amor
Foi curando meus cortes profundos da vida
Deixando-me feliz e mais forte em amor por você
E a cada dia quero viver mais esse amor....
Lutar
Lutar é minha vida, é meu destino
É minha busca, meu despertar
Em querer ser divino
Nessa vida tão solar
Que a vitória seja certa
E a derrota improvável
E de força impetuosa
O triunfo seja inabalável
Mantenha a fé firme e a mente aberta
Ande pela Terra, mas olhe para as estrelas
E busque sua glória que outrora foi encoberta
Confie em ti e somente em ti
Lute pelo que ama e defenda seus ideais
No fim, o resultado será belo como um Diamante.
Não se faz um guerreiro sem batalhas, e na guerra da vida, jesus é meu escudo e a bíblia é minha espada.
Escrever faz parte da minha rotina e da minha vida, acho que é meu jeito de divagar em silêncio sobre as ideias que me arrebatam.
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