Ovelha
DEIXAR DE SER OVELHA PARA SER LOBA.
Todas as vezes que deixei uma lágrima
Rolar pelo meu rosto por ti me causa
Um profundo arrependimento.
Não mereceste sequer um fungado meu,
Quiçá as lágrimas que me foi doada por Deus.
Amei... Me agarrei a ti como um naufrago a
Uma taboa que flutua num mar de tormenta.
Entreguei os meus dias de juventude e vigor.
Por ti deixei de pensar em mim...
Vivi quase cega por tantos anos que perdi a conta...
Hoje quero viver e amar quem me valoriza e me ama.
Nada de amar por dois, um coração não pode amar
Por duas pessoas.
O amor é entrega mútua.
Vou me dar inteira, mas recebendo na mesma medida.
Não sou mais uma ovelha mansa e passiva, sou uma loba!
"A ovelha saudável conhece a voz do seu verdadeiro pastor, mais a ferida e doente atende a qualquer voz e a qualquer chamado."
O ser humano em sua essência anseia por ser guiado como ovelha em um rebanho sob um pressuposto irracional e sem prova alguma em sua dimensão sensível de realidade.
A ovelha continua perdida porque o pastor não teve tempo de procurar, estava muito ocupado tirando selfie.
posso até ser classificada como ovelha negra da família, mas muitas ovelhas brancas, que são as mesmas que julgam, não são tão brancas e alvas como aparentam ser.
O tempo me fez ver... o quanto se fez necessário para enxergar você!
Nem toda ovelha... é a ovelha negra da família e nem toda Chapeuzinho Vermelho, é inimiga do lobo mau
Nem toda ovelha... é a ovelha negra da família e nem toda Chapeuzinho Vermelho, é inimiga do lobo mau!
Eu sou feito uma ave perdida do bando, na revoada,
Como uma ovelha longe do seguro rebanho,
Eu me perdi no meio da escuridão e da maldade.
Essa história de que a ovelha sabe onde é o aprisco muitas vezes é a desculpa para nossa preguiça em buscar as ovelhas perdidas!
Cadê a Doly
Ovelha artificial.
Essa pecaria.
As filhas da ciência e tecnologia.
Doly, Doly, Doly.
Será que os chips.
Terão sua prole.
Uauauauaua.
Robocop.
Homem de ferro.
A fase dos transformes.
Proteja pai eterno.
Alimentar alumínio.
Chumbo, aço e metal.
Que loucura pelo domínio.
Caminhando para o exterminio.
Sim, o desumano homem mau.
Crianças diferentes.
Observastes minha gente.
Um ar de mistério.
Seria o selo, trombetas, grandes sinais.
Qual a frequência que a criança antecipa o falar.
Quem são as cobaias.
As bestas em experimentar.
Quem robô a natureza.
As ondas, o som do má.
Robou robô, mar má.
Bom pensar.
A frequência de rádio.
A unidade ocular.
Nano já era.
Yocto, iota, pesquise já.
Além da imaginação.
A ciência, temperatura em ebulição.
Sabes o dominio por Espírito.
Diversa religião.
Podem desenvolver o sinal mais eficaz.
O processador mais veloz.
O jogo de sinaps e a energia escalar.
O comando das artérias.
Veia milenar.
Homem feroz.
Algoz.
Que é capaz de produzir vidas em laboratórios.
Usando o próprio homem cobaia, mesmo que precise matar.
Sabe quase, quase tudo.
Do semelhante.
Não sabe amar.
Giovane Silva Santos
No mundo hoje, policial mata cidadão de bem, médico fere, lobos vestem-se de ovelha, e justiça cobre o errado. O mundo está inverso, e ofusca a beleza da primeira criação. Onde está a lei principal? O amor não impera mais? Fim dos tempos.
Elias foi arrebatado ao céu porque além de justo e sincero, havia nele uma ovelha que voava sem saber, e profetizava pela boca de Deus. E a mão direita de Deus o levou para o céu, sem morrer da descrença dos velhos homens de seu tempo.
O mal existe porque o lobo continua vestido de ovelha e o bem insiste acreditando que ele conseguirá ser alguém melhor.
QUANDO SE QUER SER MAIS QUE UMA OVELHA DO REBANHO
Com a internet, atualmente, é possível pesquisar-se rapidamente sobre qualquer tema, incluindo figuras públicas naquilo que afirmam, permitindo que as pessoas verifiquem por si mesmas a veracidade das informações em tempo real. Existem hoje plataformas especialmente dedicadas à verificação de fatos que contribuem para desmascarar fraudes e desinformação, tornando mais difícil o trabalho de charlatões que se dedicam ao desvirtuamento de realidades visando emprestar um clima de credibilidade às suas teses.
Muitos fóruns e redes sociais já permitem que as pessoas compartilhem experiências e possam discutir posicionamentos pouco confiáveis, criando uma rede de apoio que lhes permita tirar conclusões mais realistas. A crescente conscientização sobre a importância da “alfabetização midiática” vem ajudando pessoas a separar informações confiáveis de fontes duvidosas. O aumento do ceticismo e do pensamento crítico nos grandes círculos urbanos faz com que mais pessoas questionem e investiguem alegações, antes de aceitá-las como verdadeiras. Assim, a checagem de informações não apenas esclarece os indivíduos, mas também promove um ambiente onde a verdade e a transparência passam a ser valorizadas, livrando-os de serem transformados em “massa de manobra”, e tornando mais difícil a ação de charlatões que as manipulam em prol de benefícios próprios e objetivos que não possuem vínculo algum com o bem comum.
Mas o que se percebe, no entanto, é que essa lógica só não tem se mostrado tão eficaz na política e entre grupos organizados especificamente para dar apoio a causas que não passam pelo pensamento crítico. Muitas, em sendo analisadas, não encontrariam respaldo no pensamento mais simplório por infringir regras elementares da lógica e da sensatez. Entre as razões mais comuns para que isso aconteça estas se destacam:
1. O distanciamento gradual de referências de vida por parte de indivíduos que, com a idade, vão perdendo amigos e se tornando cada vez mais isolados pela própria família devido a dificuldades econômicas ou de mobilidade, impedindo-as de acompanhar seus círculos de contato num mesmo nível de interação.
2. Uma crescente polarização política fazendo com que as pessoas se identifiquem fortemente com suas crenças e ideologias como forma de não se verem alijadas do convívio social. Isso pode leva-las aceitar informações e discursos que não passariam por qualquer análise mais cuidadosa e responsável, ainda que se mostrem suspeitas ou claramente falsas.
3. As redes sociais tendem a criar "bolhas" onde seus usuários são expostos principalmente a opiniões que já compartilham entre si, levando-as a reforçar suas próprias crenças equivocadas e criar barreiras a informações verdadeiras apenas por contrariar aquelas a que já se converteram.
4. A fragilidade crescente de alguns segmentos humanos – como o de idosos ou pessoas em vulnerabilidade social – desenvolve nelas uma busca ansiosa por ambientes em que possam se sentir mais seguras e protegidas, com é comum de se encontrar em espaços religiosos e/ou ideológicos. Sentir-se acolhido, nesse estado de coisas, assume um caráter de alta prioridade sobre todos os demais valores, inclusive os de natureza moral, legal, e até a lógica que dá sustentação ao ordenamento social. Essas pessoas não integram grupos de objetivos escusos porque buscam intencionalmente levar prejuízo à sociedade, mas porque aquele seu momento de vida é visto como irreversível, e seu único foco agora é sobreviver a tudo o que as está assustando, o que é legítimo enquanto indivíduos em grau elevado de vulnerabilidade, mesmo não o sendo pela ótica da sociedade que têm como hostil e permanente ameaça por abandoná-las à sua própria sorte. Raciocinam como moscas se debatendo num pote de mel até que o último fôlego se esgote.
5. Um sentimento de desesperança e sofrimento incuráveis envolvendo pessoas ávidas por algo que as anestesie – como revolta pelo passado ou medo do futuro – se sobrepondo ao “mero” aspecto da confiabilidade. Narrativas criadas para provocar esse tipo de emoção encontram clima ideal para serem compartilhadas sem resistência. Fake news, como sabemos, são projetadas para ser sensacionalistas e alarmantes, cobrando uma ação imediata que não espere por análises. Integrantes desses grupos identificados com movimentos populistas, portanto, são estimulados a desconfiar da mídia tradicional e das instituições, tidas como suspeitas e não confiáveis, o que os leva a buscar informações em suas fontes internas, que muitas vezes não são minimamente informadas ou confiáveis.
6. Notícias falsas são criadas e disseminadas intencionalmente para manipular a opinião pública, influenciar eleições ou desacreditar adversários. Isso é frequentemente conduzido por grupos organizados ou indivíduos com objetivos próprios e sem vínculo com qualquer princípio que norteiam a sociedade. Isso explicaria a frequência de lideranças que se apresentam como “outsiders” (contra o sistema), e a instigação destes para a política do “nós contra eles”.
7. O acesso fácil à informação pela mídia eletronica, ao contrário do que seria o esperado, não proporciona a educação midiática e o pensamento crítico justamente pela predominância de conteúdos rasos ou até fraudulentos, transformando essas duas habilidades em privilégio que poucos possuam dominio. Isso dificulta a capacidade das pessoas de avaliar criticamente as informações que consomem mas, principalmente, que disseminam, contribuindo fortemente para que mais e mais pessoas acabem imersas num oceano de versões fantasiosas que não se sustentam, direcionadas unicamente por um instinto irracional de sobrevivência, por mais absurdas que se mostrem.
A disseminação de fake news na política, portanto, pode levar a consequências muito sérias por parte dos grupos sociais atingidos, tais como:
• Fragilização gradual da confiança nas instituições democráticas e na mídia, o que acabará por afetar a todos, incluindo seus promotores.
• Intensificação da polarização, levando os conflitos a extremos que fujam ao controle estendendo-se a toda a sociedade.
• A prática das fake news definindo a forma como as pessoas exercem o voto, abrindo um espaço cada vez maior a gestores despreparados ou mal intencionados.
Por conseguinte, a luta contra a desinformação se apresenta como um desafio permanente, porquanto mais polarizado se mostre o ambiente político, quando então a busca por fontes confiáveis e o incentivo ao pensamento crítico se fazem fundamentais para que a informação se apresente minimamente plausível e merecedora de crédito.
Ovelha branca...
Ovelha que pastas a meu lado…
Estou grato pelos encontrões, pelas pisadas e safanões que me destes…
Vêm de negras ovelhas
Ou de lobos traiçoeiros, disfarçados de carneiros e armados com tesouras!
Tesouras que cortam e ensinam...
São as melhores professoras, as facas e tesouras!
Cortam lã e agasalho, mas dão calo e sabedoria pra tosquiar o que escurece:
As cinzentas ou negras, as que não dão leite ao pastor nem aconchego à ovelha do lado…
E aprendi...
A dar leite como o pastor ensinou e fugir da faca que o lobo espetou...
Sou ovelha com lã de aço, cascos refinados, lábios mais calados…
Quero pastar em campos de altos muros,
Onde lobos ficam de fora, tesouras não cortam e facas não espetam...
Sou ovelha solitária…
Sangro onde as bandarilhas dos lobos toureiros espetaram...
Mas não morri, renasci...
Esperando pela ovelha branca
Para lhe apontar o melhor pasto…
Até este acabar...
Antes um pastor equivocado do que uma ovelha obediente. A ele sempre caberá o mérito de errar pela própria cabeça; já a ela resta a covardia de não ter que escolher entre erros e acertos.
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