Outros
Quem pode ignorar a verdade? São os verdadeiros cegos, que são guiados por outros cegos, que não querem ouvir a verdade e cai no mesmo buraco.
Hoje em dia, fazer o que você tem vontade virou "loucura" e fazer a vontade dos outros virou "normal".
Meu erro está em seguir o caminho dos outros, mesmo que eu acerte.
Meu acerto está em seguir o meu caminho, mesmo que eu erre.
Quando se faz o que tem vontade, você não cobra nada de ninguém; quando faz a vontade dos outros, você se sente na necessidade de cobrar.
Os "demônios" do passado, embora com outros nomes, continuam a assombrar a vida humana. Antigamente, eram chamados de Lúcifer, Azazel, Belzebu, Behemot, Balaão e outros nomes que representavam as forças do mal, do caos e da destruição. Hoje, essas forças têm novos nomes: Depressão, Síndrome do Pânico, Desrealização, Bipolaridade, Angústias e outros distúrbios que afetam a mente e o espírito das pessoas.
No passado, os "ajudadores" ou figuras de autoridade espiritual eram os padres e exorcistas, que buscavam expulsar esses males do corpo e da alma. Hoje, são os psicólogos e psiquiatras, que ajudam as pessoas a enfrentar esses monstros internos através da terapia, do autoconhecimento e, muitas vezes, de medicação.
E, ainda assim, a "cura" para esses "demônios" modernos muitas vezes exige mais do que apenas tratamento médico ou psicológico. Ela também envolve uma mudança profunda da vida, que pode incluir mudanças de estilo de vida, de valores, de rotina, de relacionamentos e até mesmo da maneira como interpretamos o mundo. A cura, em muitos casos, passa por uma reavaliação das nossas verdades, das nossas crenças, da nossa visão de vida e de mundo, até mesmo da nossa fé. A transformação que é necessária para enfrentar esses "demônios" exige uma mudança de percepção, uma nova forma de enxergar e viver a realidade.
O que permanece é a constante busca pela paz interior, pelo equilíbrio emocional e pela libertação dessas forças, sejam elas com o nome que tiverem.
Estamos em uma fase que boa parte das pessoas quer atenção dos outros, mas, no entanto, não prestam atenção em si.
Faço minhas próprias vontades, não as vontades dos outros, pois as vontades dos outros são dos outros, não minhas.
Ser fluente em línguas não é só saber outros idiomas ou saber escrever corretamente;
É também saber falar várias linguagens diferentes dentro do próprio idioma;
Saber falar algo complexo de forma simples e de fácil entendimento para sua vó, para um favelado, para um universitário, para uma criança, para um grosseiro, para um adulto, para um humilde, para todo tipo de gente. A quantidade de pessoas diferentes que você consegue explicar algo complexo de forma simples revela a especialização da sua comunicação, pois cada pessoa tem uma forma de entender as coisas. É preciso usar os dois ouvidos e fechar a boca para ouvir e entender qual a linguagem daquela pessoa, aprender para depois falar a linguagem dela, caso deseje repassar algo a ela.
Mas, para conseguir falar da forma que a pessoa absorva sua ideia, terá que deixar o ego de lado, pois, caso contrário, só terá conflitos e falta de entendimento, por não ter entendido direito a linguagem da pessoa.
Quem espera não vive, apenas espera.
Quem espera pelos outros, se perde de si mesmo.
Quem espera pelo tempo, perde o tempo que tem.
Quem espera pelos finais de semana, perde os dias que vêm antes.
Quem espera pelas férias, perde o ano inteiro.
Quem espera se aposentar, perde a vida enquanto ela acontece.
E quem perde a vida assim, acaba morrendo arrependido… ainda esperando a morte.
Respeito apenas as minhas próprias vontades, não as vontades dos outros sobre mim. Isso não é egoísmo; egoísmo é quando os outros tentam me obrigar a fazer o que eu não quero.
Não aceito fazer nada que, no fundo, eu não tenha vontade de fazer.
Não aceito trabalhar no que não gosto; aceito trabalhar no que eu adoro.
Não aceito viver de um jeito que não quero; aceito viver do jeito que escolho para mim.
Não aceito ser alguém apenas para agradar os outros; aceito ser sincero, sendo eu mesmo.
Não aceito esperar pelo tempo dos outros; aceito viver no meu próprio tempo.
Não aceito me prender ao superficial; aceito viver de acordo com minha própria essência.
Não aceito deixar de viver; aceito viver completamente.
Porque, no final, a única vida que realmente importa é a que eu escolho para mim. E viver de acordo com o que sou é o maior ato de respeito que posso ter para com minha própria existência.
