Ouro
Amigos, quem tem? Valem mais que ouro, incalculável é o valor, amigos verdadeiros valem o preço do amor.
O Córrego Rico, outrora foi muito abastado, porém muito explorado. Hoje, sem ouro, sem prata e sem água... mergulha na mais profunda pobreza da sua história. É o fim do mundo!
Quando dentro d'alma há cicatriz
Há uma lenda que diz
Costura com fio de ouro
Prateado ou branco
Conta os segredos pro vento
Enxuga o ter sido pranto
Tece uma colcha de fuxico
Linda!
Une os retalhos acetinados
Ainda...
Remenda o que foi rasgado
Com nylon d' ouro
Não esquece viver é risco presente
Mas se há morte
Finda.
O presente.
Eu vejo Jesus em tudo!
Regra de OURO – Velha Aliança
Faça ao seu irmão o que você gostaria que fizessem a você.
AME SEU IRMÃO COMO A TI MESMO!
(Mateus 7:12) Portanto, tudo quanto quereis que as pessoas vos façam, assim fazei-o vós também a elas, pois esta é a Lei e os Profetas.
Regra de PLATINA – NOVA ALIANÇA
Faça ao seu irmão o que ELE GOSTARIA QUE O FIZESSEM.
AME SEU IRMÃO COMO JESUS AMOU!
(João 13:34) Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei; que dessa mesma maneira tenhais amor uns para com os outros.
EU VEJO JESUS EM TUDO!
Regra de OURO – Velha Aliança
Faça ao seu irmão o que você gostaria que fizessem a você.
AME SEU IRMÃO COMO A TI MESMO!
(Mateus 7:12) Portanto, tudo quanto quereis que as pessoas vos façam, assim fazei-o vós também a elas, pois esta é a Lei e os Profetas.
puro fogo, alma de ouro.
seus olhos de ressaca
me chamam para a sua casa.
hipnotiza, desequilibra
lembrando do caos da sua vida:
proibia, fugia.
lembra daquele dia?
que como uma fênix, você ressurgia?
mas era nas trevas que sempre se prendia
amando os corações queimados que escondia.
no inferno, descobriu que lá era o seu paraíso.
de certa a errada,
sabia que o maior pecado era não ser amada.
idade das trevas, você precisa de férias.
você merece mil rosas roubadas,
maratonar clássicos do cinema,
escapar de todas as roubadas,
reler histórias que já foram contadas.
ser feita de evoluções, discussões, (c)orações.
ser feliz é sinônimo de loucura,
"loucura é elogio": avise à cada um que te puniu.
liberdade é dar costas às opiniões,
o mundo não quer estar preparado para receber tantas emoções.
pois você ama se perder para se encontrar,
viajar para qualquer lugar,
amar quem quiser amar,
essa é a receita infalível para alguém te odiar.
mas estou esperando o convite
para dançar contigo quando o mundo for acabar.
Há quem diga que encontrou ouro sem ter encontrado baú algum, e há também aqueles que mesmo possuindo o baú, não tem o tesouro nas mãos.
O ouro é um minério precioso e raro, por isso o seu valor é altíssimo, já o bronze é abundante, perde seu brilho com facilidade e consequentemente tem seu valor venal mais baixo e é bem menos desejado . Moral da historia: não se consegue uma valorização e reconhecimento de ouro, comportando- se como o bronze. Pense ,Reflita !
Quem me dera a imaginação navegar uma quimera flamejante sobre o turbilhão do céu de ouro. Das iscas, as redes gravitacionais, pélago céu bem-aventurado aos sopros das velas aformoseia o rosto ouro e nuvens alegres que entorna do céu à terra.
O Vale
Vale nasce,
Vale cresce,
Vale se expande e aparece
Vale brilhante
Vale ouro
Vale o suor e o diamante
Vale verde
Vale azul
Hoje pobre, quase nú
Vale da dor
Vale da cor
da cultura e do calor
Nosso Vale tem valor
Suas cidades são seu mundo
Seu povo, seu louvor
Suas águas massacradas
Ainda oferecem o seu amor
O nosso povo se orgulha,
E não sente vergonha
De dizer à todo mundo
Sou do Vale do Jequitinhonha
Descendo nas águas mansas
Pode ver-se que localiza
A margem direita do rio
A cidade de Salto da Divisa
Uma cidade de talentos
Gente que faz com habilidade
Mas que vive no desalento
Pela falta de oportunidade
Em mostrar sua capacidade
Esta cidade tem um sonho de verdade
Incentivar e mostrar a toda população
Que a riqueza cultural do Vale
Não é imaginação e sim realidade
Vale nada
Vale tudo
Vale a expressão e vale o mudo
Vale cara risonha, cara amarrada
Cara tristonha e cara gozada
Vale cores, falas e cantorias
Batuques, desejos e folias
Vale viver
Vale entender
O saber e o crescer
Vale valer.
Vale tudo que vier
Vale tudo que puder e quiser
Valeu o valor e o amor falado
criado, preservado, manifestado e expressado
Pelo pobre mas, nobre
Vale do Jequitinhonha.
Jádia Elane Oliveira, julho de 1996.
O Vale
Vale nasce,
Vale cresce,
Vale se expande e aparece
Vale brilhante
Vale ouro
Vale o suor e o diamante
Vale verde
Vale azul
Hoje pobre, quase nú
Vale da dor
Vale da cor
da cultura e do calor
Nosso Vale tem valor
Suas cidades são seu mundo
Seu povo, seu louvor
Suas águas massacradas
Ainda oferecem o seu amor
O nosso povo se orgulha,
E não sente vergonha
De dizer à todo mundo
Sou do Vale do Jequitinhonha
Descendo nas águas mansas
Pode ver-se que localiza
A margem direita do rio
A cidade de Salto da Divisa
Uma cidade de talentos
Gente que faz com habilidade
Mas que vive no desalento
Pela falta de oportunidade
Em mostrar sua capacidade
Esta cidade tem um sonho de verdade
Incentivar e mostrar a toda população
Que a riqueza cultural do Vale
Não é imaginação e sim realidade
Vale nada
Vale tudo
Vale a expressão e vale o mudo
Vale cara risonha, cara amarrada
Cara tristonha e cara gozada
Vale cores, falas e cantorias
Batuques, desejos e folias
Vale viver
Vale entender
O saber e o crescer
Vale valer.
Vale tudo que vier
Vale tudo que puder e quiser
Valeu o valor e o amor falado
criado, preservado, manifestado e expressado
Pelo pobre mas, nobre
Vale do Jequitinhonha.
Um belo horizonte,
Onde vejo felicidade
Um caminho até onde vou chegar;
Em minas de ouro,
VOCÊ,
Meu tesouro.
Valiosa e Espetacular.
[...]
Na boca, uvas e beijos.
No corpo tatuado, meu desejo.
Romance e Amor
Dois seres a se coadunar.
Peso morto
Pasto sem gado
Tesouro sem ouro
Vida Severina
Nem tudo é rima.
Beleza sem nobreza
Destreza na tristeza
Palavra sem certeza
Completa pequeneza.
Criado nem sempre é mudo
Guarda-sol que guarda a chuva
Molha mas não inunda
Não tem lógica, barafunda.
Pobreza eterna
Olhos profundos
Observação deletéria
Sentimento imundo.
Ave que não voa
Cigarro apagado
Bebida sem álcool
Superficialidade no palco.
Grito rouco
Pele e osso
Noite esquecida
Regateando a vida.
Perseverança
Não devemos esperar ser cortadores
Ou colhedores de espigas de ouro maduras,
A menos que primeiro tenhamos sido semeadores
E termos regados os sulcos com lágrimas.
Não é apenas como nós entendemos
Este nosso mundo místico,
O campo da vida renderá à medida que o fizermos
Uma colheita de espinhos ou de flores.
