Os Velhos Carlos Drummond de Andrade
A Árvore da vida nos convida a compartilharmos os frutos de nossos aprendizados, nutrindo mutuamente vivências e inspirações para nos sentirmos saciados e integrados.
Assim começa o autoconhecimento, olhando para a terra em volta das raízes, começando nesta profundidade que fortalece o tronco, os ramos, as folhas, as flores e os frutos. Sem nos esquecermos de olhar o céu e a natureza, a terra e o Planeta, as águas e a Lua, o oxigênio e a vida, a chama que acende nossa mente e tudo que neles estão contidos, sustentados pela segurança e firmeza que adquirimos com os ciclos anteriores.
A Árvore da vida mostra seus frutos, mas tudo tem seu tempo para amadurecer. Não podemos ter pressa, cada estação determina seu tempo, é uma lição de paciência conquistada a cada dia. A espera do fruto amadurecer é um aprendizado da colheita em sua plenitude. Este é o tempo do autoconhecimento, descobrindo cada parte do que somos e como estamos conectados, interligados, principalmente agora, onde precisamos da união de todos para vencermos todos os desafios que estão diante de nós.
Este é o tempo para fortalecer nossa mente, nossos objetivos e compartilhar o melhor de nós com aqueles que nos cercam. Nossas habilidades, nossos talentos, nossos potenciais são genuínos e eles estão em nosso íntimo, precisamos conhecê-los para sermos capazes de manifestá-los ao mundo, renovando as sementes que plantaremos nos solos do futuro para novas gerações viverem com mais amor e sabedoria.
Venha conosco, nós estamos todos unidos neste mesmo propósito:
Conhece a ti mesmo.
Há momentos na vida que me fazem calar a alma. Instantes sutis de introspecção com a existência. Não que seja um fragmento de calma. Talvez seja por estar surpreendida pela tristeza em essência. Observando silenciosamente os acontecimentos diários. Pessoas que estavam nos lugares e nos tempos errados. Receptores acidentais dos seus destinatários. Vivenciando a morte ou quase morte dos desgraçados. Calada, questiono o significado do destino e da sorte. O sofrimento como herança de outra vida. Antes que os outros se calem por minha morte. Num jazigo qualquer de uma lápide esquecida. Não sei de mim e muito menos de ninguém. Não sei do amanhã e do tempo que me resta. Só sei que meu silêncio vai muito além. Ultrapassa a eternidade por uma efêmera fresta.
Do que me cala.
Ao Equinócio da Alma no Outono
Nesta paisagem interior da alma, a luz cruza o horizonte da esfera celeste do coração, eclipsando nossas emoções. Nossos olhos se voltam para as noites iguais da nossa mente, observando, silenciosamente, que uma metade da luz está acima do horizonte do coração, no mesmo momento que a outra metade está abaixo; aguardando por uma transformação interior. Nossas colheitas dizem o que plantamos na estação anterior. Que o leite derramado seja sempre um ato de agradecimento na terra dessa jornada, onde a vida continua a nascer em cada dia e morrer em cada noite. Os ventos levam as folhas secas dos nossos lamentos para o norte dos nossos olhos, em cada noite que esperamos pela volta de alguém que partiu. Seguimos plantando nas margens das nossas esperanças, as sementes que tiramos dos frutos dos nossos sofrimentos. Amadurecemos no mesmo tempo que eles, diante da luz que nossa fé irradiou no equilíbrio das nossas certezas mais lúcidas. Cada semente, para germinar, deixa-se morrer nas profundezas da terra, formando um novo grão de vida, pronto para novos ciclos da natureza. O equinócio do outono é a passagem da luz do amor na alma, no horizonte da esfera celeste do coração.
Que toda forma de amor tenha a proteção infinita do Universo, hoje e sempre!
A morte não me assusta. Ela é uma parte do processo da vida. O que mais me assusta e não usufruir plenamente do maior presente dado pelo Criador chamado vida.
Ao invés, de ter um guarda- roupa com muitos vestuários da moda opto por ter uma biblioteca repleta de livros.
Qualquer tipo de crença religiosa, seja ela qual for! Precisa te ajudar no crescimento das suas asas e não cortá-las!
Muda o tempo o tempo muda
Muda tudo, tudo é vão
Como o tempo é tão feroz, que destrói desata os nós fere e cura
Muda o tempo o tempo muda
Vai curar essa loucura
De esperar correr atrás, ansiedade tão fugaz
Dos delírios da paixão
Não gostamos, mas dores são necessárias para a vida. Alerta sobre os perigos, diz quando algo está errado e precisa de tratamento. Nos afasta de tudo que é extremo [calor, frio]. Nos leva ao médico. A dor espiritual também. Um mundo rosa ou azul, não existe, senão por ilusões. A sociedade nos impõe a alegria como obrigação, como ingrediente do sucesso. A alegria ostentada nas redes. Não! Somos humanos! Temos direito de viver as tristezas. Aprender, crescer, nos fortalecer, a despeito e, principalmente, por via delas. Sucesso não é obtido ignorando dores, mas pela exercício de resiliência diante delas.
A melhor opção de vida é ser feliz, fazer o outro feliz e amar sem restrições, conforme Jesus nos ensina. Por isso, ame e serás feliz.
Derrama tuas bênçãos sobre nós, Nossa Senhora, e ajuda-nos a superar as dificuldades. Que teu amor nos acompanhe e tua santidade ilumine nossos corações.
O chamado e as atividades Pastorais, exigem daqueles que abraçam tal oficio, qualificações que irão delinear entre tais pessoas, os que movem-se pelo chamado de Deus , e os que apenas são escravos dos seus próprios interesses carnais.
O sofrimento pode nos destruir ou nos construir, ambos podem ser bom se o sofrimento destruir em nós o orgulho, a prepotência, o ceticismo e construir a fé, a perseverança, a huildade e etc.
Amor e Paixão
Foi tudo tão ligeiro
Como escrita a profecia
nas asas da harmonia
o leito foi certeiro
O coração verdadeiro
logo se embriagou
diante o seu agitou
querendo correr alado
Meu ser ficou encantado
perto do seu ser vibrou
(Nay Harrison de Lucena)
O idealista deseja que todos vivam em um mundo melhor. O ideológico deseja a sua visão de mundo para todos, supondo-se possuidor da verdade incontestável.
Parece que foi ontem que nossos caminhos se cruzaram. Que o universo alinhou nossas sublimes áureas, em uma mesma época de uma distante galáxia.
Foi preciso apenas um momento, uma coincidência para estarmos no mesmo espaço-tempo. E foi assim, em um vívido olhar que me sorria aquela bebê com olhos de uma galáxia incandescente se tornou parte de minha família, sem a necessidade de laços sanguíneos para todo sempre. É tão gratificante poder olhar está foto (revelada a moda antiga) tendo este momento congelado no tempo, e poder lembrar o quão bom é ter você como parte dessa história que chamamos de vida. O tempo pode passar, a cidade pode mudar, mas de uma coisa tenho a plena certeza. A magia, o amor ou desastre cósmico que nos uniu é inextinguível até mesmo quando essa nossa essência de carbono e oxigênio não mais habitar está terra.
Seja aqui ou em qualquer universo paralelo que um dia a gente se encontre saiba que TE AMO maninha. Sei que a vida adulta pode ser confusa, instável e cheia de cobranças, mas acima de tudo vamos direcionar nosso olhar para os momentos únicos que tivemos e para as fantásticas aventuras que iremos ter. Aguente firme, vamos superar o insuperável e sorrir e cantar feito loucos em meio a uma multidão mesmo que não haja música ou motivos se quer. Afinal de contas os ciclos se iniciam, se transformam e evoluem através do caos. Para provar isso, temos as estrelas...
É disso que somos feitos sis: da mais pura poeira cósmica, de uma mágica atmosfera inconstante, em sinergia solar de uma mutação etéria que circunda essa vasta e caótica galáxia.
