Os Seres Vivos
Ficar no escuro com pessoas mortas não assustava. Só os vivos representavam perigo. // Livro: Intensidade.
Preciso de companheiros, mas de companheiros vivos, não de cadáveres que eu tenha que levar nas costas por toda parte.
Não temo que roubem minhas palavras, pois já retirei muitas de livros e ditos dos vivos ao qual diálogos me permitiram entender o movimento pendular da vida.
Apesar da dor, devemos nos esforçar para mantermos a mente sã e os sonhos vivos dentro de cada um de nós.
Habitue-se a morrer
antes que a morte chegue
porque os mortos apenas podem viver
e os vivos apenas podem morrer.
Veja o relato de tantos homens que conquistaram tudo materialmente e são mortos vivos interiormente.
Os mal educados e agressivos, são mortos vivos que criam um mundo nocivo, insuportável, trazendo sofrimento ao que é amável.
Antes éramos pessoas mortas. Hoje somos filhos vivos.
Quem nasceu de novo não tem medo de exposição.
O dia em que entendermos que devemos homenagear mais os vivos do que cultuar os mortos.
Nosso arrependimento será bem menor, após a passagem daqueles que hoje, ainda estão aqui .
Será que estamos vivos?
por Wesley Tomakisrone
Nos disseram que estamos vivos,
mas vivemos presos, dormindo de olhos abertos.
Repetimos rotinas, sofremos dores,
tememos a morte como se ela fosse o fim.
Mas e se for o contrário?
E se morrer for acordar?
E se essa vida for apenas um sonho,
um intervalo entre dois silêncios
um esquecimento e uma lembrança?
Quando dormimos, não sentimos dor.
No sono profundo, tudo cessa:
a ansiedade, o medo, o ego,
só há paz, escuro e ausência.
Talvez a morte seja isso:
um sono sem sonhos,
onde voltamos ao todo,
à origem, à essência.
E a vida?
Talvez a vida seja o exílio,
um aprendizado entre dois mundos,
um teste da alma,
uma chance de lembrar quem somos.
Então, não tema o fim porque talvez o fim seja o verdadeiro começo.
E a verdadeira morte...
é nunca despertar para isso.
A dor é a única sensação boa que nos prova vivos,
a chama que conserva nossa humanidade —
bondosa, frágil, e curiosamente estranha.
Vivemos presos num corpo que abriga uma alma partida,
oscilando entre depressão e felicidade,
tão diversas e profundas quanto a própria existência
neste mundo sem sentido concreto
A angústia, por mais sombria que pareça, é um lembrete de que estamos vivos — sentindo, buscando, querendo mais da vida do que ela às vezes nos oferece. Ela chega silenciosa, se instala no peito e tenta nos convencer de que estamos sozinhos. Mas não estamos. A angústia é, na verdade, um convite cruel para revisitarmos nossas dores e descobrirmos novas rotas para a paz.
É no aperto da alma que despertamos para a urgência de nos acolhermos. A vida não pede máscaras; pede coragem para olhar de frente aquilo que nos inquieta. E, quando fazemos isso, algo começa a se reorganizar dentro de nós. O caos dá espaço para pequenas frestas de clareza, como raios de sol atravessando nuvens densas.
Lembre-se: sentir angústia não é fraqueza, é humanidade. É sinal de que você se importa, de que existe um coração pulsante pedindo significado. Não fuja dela — escute-a. Ela não veio para te quebrar, mas para te mover.
Com cada respiração consciente, você recupera uma parte de si. Com cada gesto de gentileza consigo mesmo, a vida volta a ganhar cor. E assim, passo a passo, você transforma esse peso em impulso, e essa noite interna em amanhecer.
Deus escolhe corações dispostos a serem instrumentos vivos de Sua Graça, para cumprir Suas Promessas. E, através deles, milagres acontecem, transformando vidas com amor, fé e propósito. Quando Deus Age, o impossível se torna realidade.
Se CRISTO e MARX, Vivos fossem, com A FOICE estariam nas Mãos, LIMPANDO Todo MAL, Plantado pela HUMANIDADE. ELES são IRMÃOS GÊMEOS e FRATERNOS. O Primeiro é AMADO, Porque se OFERECEU em SACRIFÍCIO. O SEGUNDO ODIADO, PORQUE PÔS À NU, AS INJUSTIÇAS DO CAPITALISMO...!!! Acredite...SE ESTUDAR!!! Rolemberg.
Não há nada mais forte para atestar que estamos vivos do que sermos continuamente solicitados por parte das pessoas que pedem nossa ajuda. Colocando-nos disponíveis temos ampliada a percepção de que permanecemos úteis, produtivos e necessários.
