Os Inocentes de uma Guerra
O Império colocou
o Deus da Guerra
para rodopiar o blues
do fim do mundo
e assassinou
o General Soleimani;
Podem desacreditar
a qualquer um que
deste fato reclame,
Mas não há como
ficar em paz
sem a verdade falar.
O Império reeditou
a sua película de
mau gosto no
nosso continente,
Não há como ficar
fingindo que ando
feliz e contente,
Nem o tempo há
de deter tudo
o quê preciso falar.
O Império golpeou
a Bolívia e o direito
de se expressar
foi solapado,
E se ninguém
nada fizer com
devida insistência
não haverá
mais nem
guerreiros digitais
para a história contar.
O Império bloqueou
a base do sustento
da Pátria de Bolívar,
Não acho certo
mesmo sabendo que
ali a justiça precisa
aprender a ser correta;
A família e vizinha
do Capitão foragido
serem devolvidas
merecem para a vida,
O Capitão-de-Navio
que está desaparecido
deve ser reencontrado,
E a tropa e o General
que foram castigados
sem nenhum motivo:
urgem receber
um capítulo novo
de vida e reconciliado.
Guerra não é campeonato de times esportivos.
Cuidado ao repassar informações que envolvam a sua segurança e a segurança de terceiros.
Cuidado para não repassar notícias falsas.
Cuidado para não fazer provocações que exponham o seu país ou provocar a outro país.
Cuidado para não servir de inocente útil e provocar a incitações a genocídio e a crimes de guerra onde você está ou através das redes sociais, pois este tipo de atitude é passível de punição conforme o Estatuto de Roma que pode punir a imprensa ou qualquer pessoa que cometa este ilícito.
Não era uma idiota
para lidar com assuntos
de paz e guerra,
Era uma sereia
que no lugar de caneca
usa um caracol,
Senhora de si a sua
biblioteca era um atol
e a sua família escova
de cabelos era feita
toda de madrepérola
para a sua essência poética.
Devemos fazer frente
contra o aumento
da cultura de guerra,
Para que não haja
nenhum impedimento
ou detenção dos nossos
sagrados sonhos,
Devemos frear
com todos os meios
até acabar de vez
essa péssima onda.
Ele é apenas mais
um senhor da fome
e da guerra incorrigível,
Para cada sangue
derramado ou sonho partido,
Eu escolho um criativo
e inédito castigo sem nenhum
peso na minha consciência
porque não há clemência
para este indivíduo
porque ele é integralmente
um ditador que mente
sempre para roubar
a alma e o coração
de mais um inocente,
Eu apenas uma poeta
de coração e mente
com Versos Intimistas
nas mãos paulatinamente.
Todo o governante
ou militante
que não consegue
deter uma guerra
deveria receber
uma sentença
que os condenasse
a andar de perpetuamente
com a cabeça baixa
e nunca mais olhar
para os olhos de quem
quer que seja
na face da Terra,
Porque todo aquele que torna
o Homem fera
não merece nenhum
tipo de condescendência,
porque Deus não colocou
no âmago este tipo de essência.
Nesta nossa Terra
Afonjá não quer
ver o Deus da Guerra
alheia por aqui dançar,
Não duvide e não
tente o desafiar.
Rejeito o Deus da Guerra
insinuar a sua dança
seja na minha Terra,
no meu continente
ou em outro lugar
para tirar a paz da gente.
(Poema anti-guerra)
A minha humanidade
de poeta sob a Lua,
não se entrega jamais
ao Deus da Guerra,
com a minha pluma
infinita invoco a paz
e o amor na Terra.
Os livros de romance
devem ser abertos
e as baladas de amor
devem ser cantadas
para que o melhor
para nós permaneça.
Confiante no giro
da orbe celeste,
Vou no ritmo
do peito o nome
do amor derradeiro.
Se o meu mal é ser contra a guerra,
Temente só a Deus sempre serei,
O cessar-fogo total é urgente
Para salvar Gaza e sua gente.
Guerras não levam a nada
E quem mais sofrem são as crianças,
Não quero perder as esperanças:
Os bombardeios devem parar.
Com calma e diálogo tudo se resolve,
Indiferença ou covardia não ajudam,
Devemos nos irmanar,
E exaltar a necessidade de pacificar.
(O cessar-fogo total devemos pedir
para a população palestina se salvar!)
Epitáfio
Como inimiga frontal
de toda a guerra,
Sou eu a Poetisa eterna
que sempre amará esta Terra,
Não se esqueçam disso:
estarei pela eternidade
enterrando sempre
que for preciso toda a guerra.
Graças a Deus
Um exílio poético
Eu fiz para mim,
Rompo com a guerra diariamente,
Rindo de tudo e de todos,
A rotina não vai roubar os sonhos.
A guerra fez escorrer
vermelho sangue
no meu olhar até para pintar,
Talvez Miró venha
ou não para me socorrer,
Preciso mudar o meu
olhar urgentemente,
Não sei o quê fazer
agora só sei escrever.
Minha reverência
ao Almirante Tamandaré,
ao Almirante Barroso
e ao Capitão-de-Mar-e-Guerra
José Secundino
que prepararam o destino
do Brasil que possuímos hoje,
Que cada um deles
e o mais anônimo marinheiro
seja lembrado
pela vitória no Arroio Riachuelo
que lembramos com orgulho
desta gloriosa Batalha
consagrada pela nossa Pátria.
A vida não é um jogo
ou um filme,
A fome é arma de guerra
nas mãos de homens
que não têm limite,
Não existe um ganhador
numa guerra,
A verdadeira liberdade
é aprender a conviver
em paz na terra,
Eu acredito num futuro
feliz sem guerra.
Os senhores da guerra não gostam de crianças. As crianças de ambos os lados deveriam ser poupadas. A guerra é sempre contra o futuro das crianças.
