Os cinco Voltam à Ilha
O vento, para continuar livre, atravessa a ilha deserta. A recíproca nunca foi, é ou será verdadeira.
"ILHA"
"Abro as janelas da vida
Me encontro perdida em mim
Sei que do outro lado há uma ilha
Que me chama, em cantos, sem fim
Quando abro um sorriso, ela me sorri de volta
Mostrando que há muitos caminhos a seguir
Se ficarei parada ou seguirei com a esperança torta
Somente o meu coração é quem poderá definir".
Solidão... ilha perdida
despida
de amor esquecida
deserta
é, a vida é incerta...
mas tudo o que acontece é na medida certa.
Solidão... há dias assim... há vidas assim
do começo ao fim
Vidas em que não há lugar pra mim.
Até a ilha mais distante
tem espaço pra companhia...
Eu escolho: posso ser uma ilha
cercada de gente por todos os lados
ou não
posso ser uma dessas gente
e aparecer na sua ilha de repente
Alguma coisa onde tu parada
fosses depois das lágrimas uma ilha,
e eu chegasse para dizer-te adeus
de repente na curva duma estrada
alguma coisa onde a tua mão
escrevesse cartas para chover
e eu partisse a fumar
e o fumo fosse para se ler
alguma coisa onde tu ao norte
beijasses nos olhos os navios
e eu rasgasse o teu retrato
para vê-Io passar na direcção dos rios
alguma coisa onde tu corresses
numa rua com portas para o mar
e eu morresse
para ouvir-te sonhar
Entrei no teu mundo particular pra te lembrar que agora você é uma ilha cercada de mim por todos os lados.
Quando encontro-me em dias ruins
Minha ilha
Ah querida Marília
Alaga-se
Com uma água específica, chamada ódio.
Mas de repente sua face
Surge em meu pensamente,
Me torno mais forte
Crio coragem e encaro o mundo como ele é.
Penso em teu beijo,
Como ele é?
Sim, ele é meu maior desejo.
Sei que um dia ficaremos juntos,
Pode demorar,
Pode ser agora mesmo,
Não se preocupe, o amor dará um jeito.
Não se preocupe, o destino cuidará de nosso romance.
O RECADO:
Essa noite mando um recado Chorão ,
Pois me encontro na mesma ilha sem o tempo.
Arremesso nas ondas com a mão ,
Cascos vazios de meu pensamento.
Pra que do outro lado da vida,
Seu choro não se torne lamento,
Você diz que não somos iguais,
E eu digo, somos sim complemento.
Quando duas pessoas se amam, elas agem como se estivessem em uma ilha deserta. As preocupações mundanas deixam de existir. É o momento de uma verdade de absoluta simplicidade e graça – isento de necessidades e desejos.
É possível alguém ser feliz sozinho? Depende, se for numa ilha deserta não. Se for em relacionamento sim, isso é possível. A partir que uma pessoa tem controle próprio sobre a vida, ou seja, esteja apta a aproveitar a vida com amigos, colegas, interagir, se divertir e saber dividir seu tempo, isso é possível.
Quem não consegue são pessoas solitárias ou que necessitam de complemento. Estas dependem de outros para ser feliz.
Cada um possui um dom na vida e essa pergunta irá ter respostas variadas, uns irão dizer sim, outros não, alguns talvez e outros não saberão o que dizer. o Uma por que quem faz ser feliz e quem vai ser feliz é cada um por si. Ou melhor, quem escreve a vida é cada um por si, não são os outros que irão caminhar e escrever a sua vida. Pessoas irão caminhar ao seu lado, seja no trabalho, sair e se divertir, mas quem irá saber aproveitar e se enriquecer é você, não os outros.
Se tu precisa de outra pessoa para ser feliz, tu és apenas um dependente... ou... uma pessoa que necessita de complemento (como foi dito), mas ai já é outra história: não tens o dom de viver sozinho. Mas isso não significa que: "pessoas que vivem sozinhas não sabem amar". O amor existe de diversas formas, uma que não existe uma teoria, no qual explique o que é Amor no geral. Amor é gostar, saber repeitar, etc, e isso pode se feito sozinho, bastando apenas interagir com outras pessoas de forma Especial. Enfim, sozinho sim, mas solitário não.
O bom de morar em uma ilha é que você nunca se perde..todo caminho leva ao mar..daí é só dá a marcha ré..
Existiu uma ilha distante, numa época qualquer. Havia pessoas lá até o dia em que quase todos desapareceram. Nunca se soube por que sumiram ou para onde foram. Talvez se tivesse restado mais gente, por certo, existiria lendas para explicar o tal fato, mas, ali, estavam apenas um rapaz e uma garota – e, para eles, pouco importava o que aconteceu com elas. Diria até, que lhes fizeram um favor em desaparecer. Dessa forma a ilha, antes, superpovoada, tornava-se um paraíso exclusivo. Um mundo só deles.
O alimento era farto, o clima ameno. A areia tão branca quanto mais podia ser, e a água do mar, cristalina. Pura como eles. Por vezes, corriam atrás um do outro sob um sol aconchegante, até despencarem em meio a risos nas folhagens da selva. Depois faziam fogueiras e dormiam ao relento, vigiados pelas estrelas. Os dias eram repletos de paixão. Não havia perigo ou pecado. Ninguém para julgá-los ou corrompê-los. Eram apenas um menino e uma menina, donos de todo o tempo do mundo.
Ela amava aquele rapaz de todo o seu coração. Talvez por serem as únicas pessoas naquele mundo. Ou talvez, por ele ser o único a quem ela poderia amar. O fato é que era perfeito e, como todas as coisas perfeitas, não durou muito tempo.
Foi numa tarde de primavera que o rapaz teve uma ideia estranha. Sei que era primavera porque as cores na ilha eram abundantes, e a menina usava uma coroa de flores. Crisântemos. Brancos como a tarde. Ele disse que precisava sair daquele lugar, e a conduziu em meio à mata silenciosa até chegar numa parte fechada, inabitável, repleta de pedras. Um lugar que eles não frequentavam. Ela sentiu medo em abandonar o lado deles. Não queria ir. Ainda assim, sem questionar, ela o seguiu, porque o seguiria até outro lado do mundo, o que dirá, outro lado da ilha.
Foi quando ele mostrou-lhe seu grande trunfo: uma velha canoa marrom, abandonada. Vi a maneira estranha como os olhos do rapaz brilharam ao se deparar com a canoa. A menina nem sabia o que era, pois, havia se esquecido das demais pessoas que um dia também habitaram a ilha. Ela não entendia porque alguém iria querer sair dali. Talvez a coroa de flores não fosse mais o suficiente para manter ele aqui, sempre perto. Então, ela tinha que ir, a ilha não seria mais perfeita sem ele. Subiu uma ultima vez no ponto mais alto e despediu-se tacitamente do mundo deles. E, com o único barco disponível, partiram.
A menina não entendeu porque ele precisava de pessoas, barulho, caos. De qualquer forma, estava ali por ele. Empurraram o barco até o rio, onde, uma correnteza os levou até mar aberto. Assustada, entrou no barco. Tentou disfarçar, mas o pânico em seus olhos era evidente. Ele não reparou. Estava mais encantado com o brilho dos próprios olhos refletidos na água enquanto falava sobre planos, pessoas, futuro, emprego, dinheiro, coisas. Duas lógicas diferentes. Ela não queria nada além do obvio, mas não deixou de remar, nunca.
Ela não via nada ao redor, apenas água. Um mundo azul infinito, até perder de vista. Ele enxergava caminhos, destinos. Não levavam no barco nada além de esperança. As crenças em coisas tão distintas. A menina não ligava por não ter levado água, comida ou roupas. Só se importava com ele. Ele também.
Eis que no meio do percurso, sem nenhum motivo aparente, ele parou de remar. Sem entender, continuou remando sozinha o quanto pôde. Remou até seus ossos doerem. Até as mãos sangrarem. Chamou-o em vão. Gritou. Ele não estava mais ali. Digo, estava, fisicamente. Mas seus olhos me assustavam. Ela falava, falava, mas ele não escutava nem respondia, apenas repetia coisas em línguas estranhas. Ela não entendeu naquele instante, nem anos depois.
A menina pediu para que ele remasse com ela. Suplicou. Avisou que ficariam à deriva e o vento não estava a favor. Nunca esteve desde que partiram. Ele não respondia ou esboçava algum tipo de reação. De repente seus olhos, foram ficando distantes, até se esvaziarem e se tornarem opacos. Não brilhavam mais. Ele não falava. Emagreceu. Nem de longe parecia o rapaz por quem ela tinha deixado a perfeição da sua ilha.
Olhou, sem reconhecê-lo. Nesse instante, parou de remar também. Ambos morreram ali. Ela não morreu fisicamente. Alguém apareceu e os tirou do mar, mas ela Já não era mais a menina da ilha, nem se lembrou como foi parar ali. Era agora uma pessoa do novo mundo.
Às vezes tinha uns desses sonhos que não entendia. Sonhava com coroas de umas flores. Flores brancas. Ora, por que raios, se fizesse uma coroa de flores, haveria de ser branca, e não colorida? Sonhos bobos. Sonhava também com uns sorrisos, dentes perfeitos, grandes, brancos. Risos de um rapaz desconhecido. Acordava no meio da noite, assustada. Levantava, caminhava até o banheiro. Jogava água no rosto e repetia para si mesma "-nada disso é verdade" e tornava a dormir. E então clareava, algum resquício da menina da ilha partia e ela voltava a ser uma deles...
Era uma vez, uma ilha onde moravam os seguintes
sentimentos: A Alegria, a Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade , o Amor e outros.
Um dia avisaram a todos os sentimentos, para pegarem seus barquinhos e irem para um morro bem alto. Todos os sentimentos pegaram os seus barquinhos para
irem ao morro alto, só o amor que não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua pequena Ilha.
Quando o amor es
tava quase se afogando, correu para pedir ajuda, então vinha Passando a Riqueza,
E o amor disse: - Riqueza leve-me com você!
e a Riqueza disse: - Não posso meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
Então vinha passando a vaidade, e o amor disse: - Oh! Vaidade leve-me
com você?
A vaidade disse: - Não posso, vai sujar todo o meu barco.
Logo atrás vinha passando a Tristeza e o amor disse: - Ah! Tristeza leve-me contigo?
e a tristeza disse: - Ah! Amor eu estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Depois vinha passando a Alegria, só que ela estava tão alegre que nem ouviu o Amor chamar.
O amor pensando que ia ficar sozinho começou a chorar, então veio um velhinho e disse: - Sobe amor, que eu te levo, o amor ficou radiante de alegria, que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto, onde estava todos os sentimentos o amor perguntou a
Sabedoria: - Oh! Sabedoria quem era aquele velhinho que me trouxe até aqui?
Então a sabedoria disse: - O Tempo,
e o amor disse: - O tempo! Mais por que só o tempo me trouxe aqui?
E a Sabedoria disse: -
Porque só o tempo é capaz de reconhecer um grande Amor.
Existia uma ilha muito
distante que moravam os sentimentos num certo dia o amor foi avisado que haveria uma grande cheia que iria inundar a ilha ai o amor como sentimento bom que é, resolveu avisar a todos do que estava por vir, ele começou a trabalhar em várias embarcações para que todos salvassem suas vidas mas o tempo passava e o amor sempre se preocupando com os outros sentimentos quando chegada a hora o amor já tinha ajudado a todos mas falta alguém ele mesmo pois te tanto ajudar esqueceu de se mesmo, resolveu pedir ajuda a os sentimentos ai passou a alegria muito contente pois estava salva e nem ouviu os gritos de socorro do amor passou a tristeza o amor pediu ajuda a ela mas ela disse amor estou muito triste não quero falar com ninguém daí passou a vaidade e o amor desesperado gritou pra que ele o salva-se mas a vaidade disse amor este barco tão lindo esta novo não quero sujar, espera outro ai quando a maré subia e não havia esperanças para o amor ele viu num barquinho um velho que disse vem amor ai ele subiu e pode se salvar quando subiu a montanha onde todos os sentimentos estavam ele pergunta a sabedoria, sabedoria que era esse velho?
Ai a sabedoria respondeu esse amor era o tempo porque só o tempo pra entender um grande amor!!!
A CIDADE- JARDIM
Singapura é uma minúscula ilha tropical com menos de 640 km². Apesar dos imponentes arranha-céus, permanece como uma das cidades mais limpas e verdes do mundo. Os visitantes não demoram a perceber por que Singapura é conhecida como a Cidade-Jardim dos Trópicos. A Alameda Costa Leste, a estrada que liga o aeroporto ao centro da cidade, é envolta por um túnel de árvores. Singapura quer transformar a " Cidade-Jardim " para " Cidade em um Jardim ". Singapura, meu lar, é uma bela ilha.
Na ilha de Patmos, o apóstolo João, já velho recebeu uma visão do Jardim da cidade celestial ( Apocalipse 21:1 - 22:5 ). João viu " ...o rio da água da vida... " ( 22:1 ) e " ...em cada lado do rio está a árvore da vida... " ( v.2 ). Este jardim celestial lembra o Éden ( Gênesis 2:8 - 3:24 ) onde também há um rio ( 2:10 ) e a árvore da vida ( v.9 ).
A árvore da vida no Jardim do Éden representava a vida física sem fim ( Gênesis 3:22 ). Deus não proibira Adão e Eva de comerem de qualquer árvore exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal ( 2:16-17 ). Portanto, era permitido comer da árvore da vida. Mas depois de pecarem por comer da árvore proibida, eles não puderam mais comer da árvore da vida, pois senão viveriam para sempre em pecado ( 3:22,24 ).
Mas agora, aqueles que lavarem suas roupas poderão comer da árvore da vida ( Apocalipse 2:7; 22:14 ). A maldição do pecado foi removida completamente ( 22:3 ). Haverá perfeição e pureza ( v.1 ), adoração perfeita ( v.3 ) e perfeita comunhão com Deus, pois " Verão o seu rosto..." ( v.4 ), algo que o pecador jamais experimentará ( Êxodo 33:20 ). Esta é a bênção especial dada àqueles que são limpos pelo sangue do Cordeiro - Jesus ( Apocalipse 7:14-17 ). - K. T. Sim
Leia: Apocalipse 22:1-14
Felizes as pessoas que lavam as suas roupas, pois assim terão o direito de comer a fruta da árvore da vida... ( v.14 ).
Examine: - Gênesis 2:8-17
- Ezequiel 47:6-7, 12
- Apocalipse 21:1-7
Considere: O que a árvore da vida significa para você ? Como o sacrifício de Jesus abençoa você hoje e na eternidade ?
