Original
Problemas todos tem, copiar texto motivacional e de fé é fácil, agir conforme a razão é original, mas fazer a diferença para que o que chamam de "voltar ao normal" não volte a acontecer, isto é limitado a sabedoria de cada um.
O original não se desoriginaliza. A moda deixa o indivíduo ordinário, fútil e vulgar. Toda moda é ridícula. Câmbio.
Não existe pecado original, existe somente miasmas espirituais que criamos para nós mesmos pela imperfeição da consciência, por isso reencarnamos para depurar toda antimatéria que somatizamos em nossas vivências. O caminho é um só, "Evolução".
"Luta continua em meio Multidão você tem ser espelho .Você sera original eles a copia. Continue seu Projeto Diaria será bom para Você para Multidão"
Eu acho que a maior conquista do ser humano é ser quem ele quer ser a hora que ele quiser. Original e sem filtro!
O amor antigo é mesmo único e também original
O amor antigo deveria sim ser... O atual!
O amor antigo tem raízes profundas
O amor antigo com a infidelidade não se junta
O amor antigo não desmorona
O amor antigo não tem conta
Conta a acertar, pois o amor antigo
Nunca deve, sempre está disposto a ser doar;
Não podemos tratar do batismo de adultos e crianças sem lembrar a doutrina do pecado original e pessoal, bem como a eleição gratuita (João 15,16).A criança não carrega pecados pessoais, mas o original, pois TODOS pecaram e carecem da glória de Deus (Rom 3,23).
Chegue no céu a tempo pelo caminho original. Os atalhos podem começar paralelo, as a linha de chegada é o troféu da derrota.
Aqueles que desdizem o amor, nunca sentiram sua versão original...
... Vivem uma chama artificial que nunca lhes aquece!
Mormeio Sedutor
É o impreciso, o molde original
A calúnia das memorias nocionárias
O molde salpinquista
No norteio difagoso
Mais um notoreio irredutível
Pare, de viverdar alucinações
O ponto sulpista, o molde famigerável
O acesso ilusionável, exclama as memórias enfadonhas
O precipício politizante
O acerto de minha fidedigna morada
A verdade afunila o destino introjetante
O meio algoz, da copiosa morada
O dilatar explencível, o mormeio sedutor
O vertejar adnominoso
O vil propagar algoz, no detenter provisional
É isso, uma alucinação
A vereda impensiária
Os discipulos algozes, notorizam seus campos
Mais um cântico alarial, no reembosque altivo
Deidaro, em sangritudes da nobreza que aficciona
A membrana enfadonha do politicismo correto
No corredor trafegado pela assolação solstenguida
As penumbras catacumbam a voz no período introjetor
O molde desfaz a permissão alarapial
O congélito suscinto, o fardamento ostentosa
E a conjectura austral, do cálice mormático nupcial
