Origens
A inveja: Origens e Efeitos…
A inveja, esse sentimento intrincado e corrosivo, manifesta-se inicialmente de maneiras sutis, quase imperceptíveis. Não raro, ela brota de um desconforto íntimo, uma comparação silenciosa que se estabelece no recôndito da alma. A alegria do outro, que deveria ser motivo de celebração, transforma-se em um fardo insuportável, um lembrete cruel daquilo que o invejoso julga não possuir. Essa faísca inicial, muitas vezes, acende-se com um olhar enviesado, uma observação mordaz disfarçada de brincadeira, ou um elogio que carrega consigo uma pontada de rancor. É a tristeza profunda que emerge da constatação de que o outro ousa viver e experimentar a plenitude que a covardia impede o invejoso de alcançar.
Na essência, a inveja é a dor que se sente diante da felicidade alheia. É a incapacidade de celebrar o sucesso do próximo, de reconhecer o valor do outro sem que isso provoque um abalo na própria autoestima. Essa dor, quando não é reconhecida e trabalhada, transmuta-se em um desejo latente de aniquilação. Não se trata apenas de não querer que o outro possua, mas de desejar ativamente que ele perca aquilo que tem, que sua luz se apague. É uma doença silenciosa, que não se revela em exames clínicos, mas que corrói o indivíduo de dentro para fora, transformando a admiração em ressentimento e a inspiração em desejo de destruição.
O comportamento do invejoso é multifacetado e ardiloso. Ele pode manifestar-se por meio de críticas disfarçadas, sabotagem velada, ou até mesmo um silêncio carregado de má vontade diante das conquistas alheias. O invejoso raramente confronta abertamente; prefere agir nas sombras, disseminando dúvidas, desvalorizando esforços e minimizando êxitos. A felicidade, a leveza, a paz e o brilho do outro tornam-se, para ele, afrontas pessoais. Em vez de olhar para dentro e buscar a própria evolução, o invejoso concentra sua energia em apagar o que não compreende, em destruir aquilo que brilha e o lembra de suas próprias limitações e inseguranças.
O auge dessa dor não gerenciada pode levar a desfechos trágicos e impensáveis. Quando a dor se torna ódio, e o ódio se transforma em arma, a vida do outro, que antes era apenas um espelho incômodo, passa a ser um alvo a ser aniquilado. Vivemos, de fato, em tempos que parecem sombrios, onde a simples expressão da felicidade pode ser um gatilho para a malevolência. No entanto, é fundamental resistir à tentação de diminuir a própria luz para caber na escuridão alheia. Brilhar, amar a vida e ser autêntico são atos de coragem em um mundo onde a inveja tenta impor seu véu opaco. O brilho de cada um é um espelho que reflete a dor de quem nunca teve a bravura de ser quem realmente é. Que, apesar dos pesares, a luz jamais se apague.
Invejo minha língua e meu povo. Invejo nosso jeito e origens. Se um dia partir para outra nação é por falta de opção. Por enquanto permaneço aqui.
Se mergulharmos profundamente no oceano das nossas origens, perceberemos o quão "límpidas" e "azuis" são as águas que nos banham a alma, em cada ação silenciosa da Vida que não cessa... Difícil não é deslumbrar o belo que se anuncia, mas na realidade, o que nos retarda o princípio elementar do progresso, é a disposição para vive-lo e senti-lo, através do Amor que nos projeta aos labores Infinitos... Sejamos então, meus amados, "crianças" no olhar, na graça, na pureza, e no Divino esculpido em nossas afeições...
"Não desconsideremos nossas origens e condições sociais, não para que tenhamos traumas, mas como experiência de vida."
O bina só existe para identificar as origens das chamadas telefônicas; a fé existe para encorajar homens diante deste mundo e devolver o seu espírito, comunicando-se com o seu Criador.
Seja um bom estudante: anote as informações e confira depois as suas origens, analisando e escrevendo os exercícios, os desafios e buscando mais fazer um feed-back de sua aprendizagem.
As pessoas até tentam me ensinar a maldade da vida, mas as minhas origens me ensinam a arte do amor... E nisso eu sou especialista!
Com o tempo a gente aperfeiçoa, mas a essência permanece nas entranhas, ninguém esquece suas origens...
Sento-me em meio a desordem
Fito as origens de minhas feridas
Exijo de mim, alguma ordem
Ouvindo minhas faixas preferidas
Sinto de longe a toxicidade
Prevejo possibilidades de vício
Como partes iguais de prazer e dor
Ambiciono que tudo seja fictício
Cego pela afeição
Ignoro atos de desvalorização
Acreditando ser uma exceção
Devendo já ter aprendido a lição
Reflito sobre minha ingenuidade
Analiso os fatos com prudência
Desejo não elevar minha vaidade
Evito assim a incidência
Correndo risco de cair em displicência
Deliro sobre como os seres devem ser
Inseguro sobre quem devo ser
Almejando a cólera se dissipar
Contemplo o amanhecer
Não apenas as origens da ciência, mas também seu progresso decorrem de atitudes contrárias à razão.
Sou brasileira seu moço! Sou brasileira, afro descendente, tenho minhas origens de pertencimentos, ainda criança não perdi minha identidade no medo praticado por nossos algozes .Não! Não, estou perdida em identidade, meus pais me disseram quem eu sou, tenho orgulho da minha ancestralidade e ela alimentou minha causa, interroguei, pesquisei toda história do meu povo... Porque? Há! Nos porquês de uma criança negra, que conhece o preconceito, esta a formação de um adulto consciente ou não...É foi lá na base que começou a construção da minha resistência... Sou PRETA, de uma diáspora, e não permito apaguem o legado deixado por meus antepassados, eu sei quem sou, aprendi o que era liberdade ao nascer, mas entendi que para mantê-la, tem que lutar, fazendo jus ao sangue de guerreira que corre em minhas veias, não pode baixar cabeça moço. Estou convicta que o terror do opressor não pode limitar quem conhece sua raiz e tem identidade.
Origens!
Fui lá, fiz da pedra meu assento, calcei meus pés descalços com lama,as espadas protegeram meu corpo, enquanto a terra endurecida me serviu de encosto, abrigo seguro para meu corpo. "
Nunca se esqueça das suas origens, da mesma forma que alguém estendeu as mãos para você no início da sua carreira, retribua isso sempre com o próximo e diga a ele que um dia você passou por isso
Neste fim de ANO
Pensei tanto em minhas RAÍZES,
Nas minhas ORIGENS,
Acho que quase todo ser HUMANO
Faz uma retrospectiva,
Revisando e buscando IMAGENS
Do que ficou pra trás sem ESTIMATIVA.
Mas, com certeza busco esperança,
Em bons pensamentos, em novos CÉUS,
Para que tudo que for bom PREVALEÇA.
Os erros constantes podem ter diversas origens, mas em geral, são explicados por três fatores principais. Primeiramente, pode ser que você esteja no lugar errado, ou seja, em uma situação ou ambiente que não é propício ao sucesso. Em segundo lugar, pode haver um problema de competência, onde a falta de habilidades ou conhecimento adequados leva a falhas repetidas. E, por último, pode ser a má-fé, quando as ações são feitas com intenções de prejudicar, enganar ou manipular os outros, causando erros intencionais. É fundamental investigar o contexto para entender qual dessas causas está gerando os problemas e, assim, buscar a melhor forma de resolvê-los.
“Jamais nos devemos esquecer de visitar periodicamente as nossas origens. Se nos esquecermos das nossas raízes esquecer-nos-emos de quem somos. O mato cresce depressa em caminhos pouco percorridos.”
“Devemos seguir o nosso caminho, mas sem esquecer as nossas origens. Se esquecermos de nossos pais, esqueceremos quem somos. Tenha sempre gratidão aos seus pais.”
